terça-feira, 22 de julho de 2014

Dieta dos ProPontos: o novo programa do Vigilantes do Peso

A dieta dos ProPontos é o novo programa do Vigilantes do Peso que promete reduzir medidas de maneira saudável e sem que seja preciso passar fome

 

Com uma média de emagrecimento de mais de 20 mil pessoas por semana, só no Brasil, o Vigilantes do Peso acaba de lançar a maior e mais completa reformulação de sua famosa Dieta dos Pontos. Chamado ProPontos, o novo programa propõe um controle alimentar que vai muito além do mero cálculo de calorias, levando em conta o esforço do corpo para digerir os alimentos e a saciedade que eles nos proporcionam.
Um bom exemplo dessa mudança são os "alimentos plenos". Segundo Sônia Almeida, nutricionista do Vigilantes há 12 anos, esses alimentos têm baixos teores de açúcar, sódio e gordura e fornecem mais fibras, prolongando a saciedade. "Além disso, você terá de se acostumar a comer mais frutas e legumes, que são 'alimentos plenos', e evitar os já prontos e industrializados, trocando, por exemplo, a barrinha de cereal por uma maçã ou pera", explica Sônia.
Com isso, fica muito mais fácil conquistar o corpo desejado com saúde e sem ter que fazer tantos sacrifícios. Experimente os cardápios que sugerimos aqui e perca até 4 quilos por mês com a dieta dos ProPontos.

O que mudou no programa?

Mais nutrientes, menos gordura
Os ProPontos privilegiam alimentos com fibras e proteínas, em vez dos ricos em gorduras e carboidratos.
Frutas, verduras e legumes valem 0
Uma fruta in natura, por exemplo, não tem o mesmo valor do suco feito dela. Isso porque frutas cruas dão mais trabalho ao corpo para serem digeridas. O mesmo vale para verduras e legumes crus.

Será que é o fim das dietas de privação?

Sônia Almeida, nutricionista do Vigilantes do Peso, explica como funciona a nova dieta e alerta: comer ainda é a melhor forma de perder peso.

Por que foram feitas as mudanças?

O Vigilantes do Peso sempre fica muito atento às pesquisas de alimentação e nutrição. Por isso, as mudanças foram feitas para atender a essa demanda.

Qual a importância da reeducação alimentar?

Ela ajuda a entender melhor tudo o que você anda fazendo e que a deixa obesa. Você faz a reeducação de acordo com seu passado - o que você comia e se fazia ou não exercícios físicos diários.

Em quanto tempo a pessoa começa a perder peso?

Nas três primeiras semanas. Depois desse período, o peso se estabiliza e a pessoa passa a perder de 500 gramas a 1 quilo por semana, em média.

É o fim das dietas de privação?

Sempre ensinamos que é preciso comer para perder peso: tomar café da manhã antes de sair de casa, fazer um lanche antes de ir para festas e coisas do tipo. A ideia de se privar de alimentos para emagrecer já está sendo abandonada.

Como distribuir os ProPontos

Seu cálculo diário varia de acordo com sua idade, peso e altura, mas procure trabalhar com uma média de 34 ProPontos por dia. Se você preferir fazer um café da manhã mais caprichado, por exemplo, compense com um almoço ou jantar mais leve. Aqui vai uma sugestão de distribuição diária:

Café da manhã: 6 pontos
Almoço: 13 pontos
Lanche: 6 pontos
Jantar: 9 pontos
Total: 34 pontos diários

Perca até 1 kg por semana

A nutricionista Ana Paula Mendonça nos ajudou a preparar três exemplos de cardápio usando os alimentos que estão na tabela - substitua-os de acordo com seu gosto, seguindo a pontuação média de 34 ProPontos por dia.

Prefira o leite desnatado no café da manhã
Foto: Getty Images

1803 kcal

Café da Manhã
· 1 xíc. de café com leite desnatado com adoçante
· 2 fatias de pão de forma integral light
· 3 fatias finas de peito de peru
· 1 col. (chá) de manteiga light
Lanche
· 1 maçã
Almoço
· 1 xíc. de salada de rúcula com pepino
· 1 col. de chá de azeite
· 1/2 xíc. de arroz integral cozido
· 1/2 xíc. de feijão-branco
· 100 g de alcatra magra
· 1/2 xíc. de legumes cozidos com 1 col. (chá) de manteiga light
Lanche
· 6 torradas pequenas
· 1/2 xíc. de queijo cotage (0% de gordura)
· 240 ml de suco de melancia
Jantar
· 1 xíc. de salada de folhas variadas
· 1 col. (chá) de azeite
· 1 batata média (150 g) assada
· 1 col. (sopa) de requeijão light
· 240 ml de suco de abacaxi
Ceia
· 1 laranja

O pão de forma integral light é uma ótima opção para o café da manhã
Foto: Getty Images

1571 kcal

Café da Manhã
· 1 xíc. de chá de seu sabor preferido com adoçante
· 2 fatias de pão de forma integral light
· 1 col. (sopa) de requeijão light
· 1 fatia de queijo branco magro
Lanche
· 2 castanhas-do-pará
Almoço
· 1 xíc. de salada de folhas com tomate
· 1 col. de chá de azeite
· 1/2 xíc. de peito de frango cozido e desfiado
· 150 g de aipim (mandioca) cozido
· 1/2 ovo cozido
· 1/2 xíc. de arroz integral cozido
Lanche
· 1 banana-passa (25 g)
· 240 ml de água de coco
Jantar
· 1 xíc. de salada de agrião
· 1/2 xíc. de beterraba crua
· 1 col. (chá) de azeite
· 1/2 xíc. de peito de frango cozido e desfiado
· 1/2 xíc. de legumes cozidos com
1 col. (chá) de manteiga light
· 240 ml de suco de melão

Ceia
· 1 fatia fina de melancia

Uma fatia de queijo branco magro está liberada para o café da manhã
Foto: Getty Images

1767 kcal

Café da Manhã
· 1 xíc. de café com adoçante
· 1 pão francês
· 1 fatia de queijo branco magro
Lanche
· 1 xíc. de salada de frutas
Almoço
· 1 xíc. de alface e pimentão
· 1 col. (chá) de azeite
· 120 g de pescada grelhada
· 1 xíc. de arroz integral
· 1 xíc. de hortaliças grelhadas temperadas com ervas e 1 col. (chá) de manteiga light
· 1 ovo cozido
Lanche
· 6 torradas pequenas
· 1 col. (sopa) de requeijão light
· 1 xíc. de chá de seu sabor preferido
Jantar
· 1 xíc. de salada de folhas com tomate
· 1 col. (chá) de azeite
· 100 g de alcatra magra grelhada
· 1 xíc. de hortaliças grelhadas temperadas com ervas
· 240 ml de suco de limão
Ceia
· 1 pera

 

Confira a tabela dos ProPontos e tire cópias para ter na bolsa ou colada na geladeira!

(Arquivo em PDF)

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/

Conteúdo ANAMARIA

sábado, 12 de julho de 2014

Os benefícios do limão para o corpo humano

O limão pode até ser azedo, mas faz muito bem à saúde!

 

É natural que muita gente não morra de amores pelo limão. No entanto, seu sabor azedo dá um toque especial para algumas receitas – salgadas, doces e de sucos – e, de quebra, o organismo agradece!

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Corpo blindado

Os benefícios mais conhecidos do limão são aqueles proporcionados para as defesas do organismo: “Um dos principais efeitos do limão é a ação sobre o sistema imunológico, protegendo o organismo de infecções oportunistas”, destaca a nutricionista Andréia Ceschin de Avelar. A fruta é bactericida, anti-inflamatória e combate vírus e fungos – ou seja, tudo aquilo que você faz questão de manter bem distante do seu corpo. Não é por acaso que, quando surge algum resfriado, um bom chazinho de limão logo surge como a solução.

O limão, assim como outras frutas cítricas (laranja, acerola e kiwi, é fonte de vitamina C. O nutriente, também chamado de ácido ascórbico, tem outra importância além de fornecer anticorpos: “É um excelente antioxidante, que estabiliza a estrutura do colágeno, pois tem função de dar mais sustentação à pele. Além disso, é fotoprotetor, ou seja, protege a pele dos raios UVA e UVB e ajuda também ajuda na cicatrização de feridas”, afirma a nutricionista Daniela Jobst. A exposição prolongada aos raios UVA e UVB piora os efeitos da idade sobre a pele, sem falar no risco de câncer de pele. Portanto, o o limão é um potente inimigo das rugas.

Contra anemia

A mesma vitamina C ainda faz o papel de combater a anemia. A forma mais comum do distúrbio é a anemia ferropriva, caracterizada pela insuficiência de ferro no organismo. Sem o mineral, usado na produção das hemoglobinas presentes no sangue, o transporte de oxigênio para as células fica prejudicado e resulta em efeitos colaterais como cansaço e tontura. O limão pode não conter ferro, mas a vitamina C potencializa a absorção do mineral presente em outros alimentos, como carnes (fígado bovino, em especial), ovos e vegetais de folhas verde-escuras (espinafre, rúcula e couve). Uma ótima pedida é adicionar o limão aos pratos com tais ingredientes: “Durante as refeições, recomenda-se a ingestão de algum suco cítrico, como a limonada, ou suco de laranja, entre outros”, indica Andréia.

Desintoxicante

Os antioxidantes do limão, além do bem que fazem para a pele, impedem que placas de gordura se formem nas paredes de vasos e artérias, facilitando a passagem do sangue e prevenindo problemas cardiovasculares, a exemplo de infartos e derrames.

Calorias a menos

O limão se enquadra na categoria dos alimentos termogênicos que levam esse nome por acelerarem o ritmo do metabolismo, o que faz com que mais calorias sejam queimadas pelo corpo em menor tempo. Assim, é perfeito para dietas de emagrecimento!

 

Por Marcelo Ricciardi – papofeminino.uol.com.br

 

foto-limao

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Trocas do dia a dia que ajudam a emagrecer e a controlar o colesterol

Além de emagrecer, confira essas trocas no seu dia a dia que ajudam a manter o colesterol sob controle!

 

1. Pão francês por integral

Eis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. "Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de colesterol", explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.

 

2. Leite integral por desnatado

Esse esquema garante a entrada do cálcio, tão caro aos ossos, sem um bando de penetras gordurosos. A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de ostentar menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. "Isso porque reduz o número de receptores que captam LDL nas células", ensina a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se esse mecanismo não funciona direito, o colesterol vaga no sangue, pronto para se depositar na parede das artérias.

 

3. Óleo de soja e outros por azeite

O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que povoam o óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados. "Eles não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a erguer um pouco as taxas de HDL, o colesterol bom", afirma o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. "Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que propicia a formação das placas", completa Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo.

 

4. Pizza de mussarela pelas de vegetais

A ideia pode não agradar aos fãs mais puristas das pizzarias, mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas e mais camadas de queijo de lado de vez em quando significa podar gordura saturada do cardápio. Como você viu, ela protagoniza o disparo do LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Opções não faltam — vale pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. E elas oferecem um bônus: pitadas de fibras e antioxidantes.

 

5. Salgadinhos por castanhas

Essa troca é destinada àquele momento em que pinta a fome no meio do dia. Solução fácil, mas nada saudável, seria recorrer aos salgadinhos ou biscoitos recheados, petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. "Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL", alerta Ana Maria Lottenberg. Para escapar da malfeitora, aposte nas castanhas e nas nozes — legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. "As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes", lembra Jorge Mancini.

 

6. Cereais açucarados por aveia

A aveia tem fama de ser um dos cereais mais nutritivos do planeta. Por isso merece um espaço logo no café da manhã — seja na forma de flocos, seja no mingau. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina comprova, mais uma vez, sua capacidade de cortar a gordura que sobra no sangue. "A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular a síntese de colesterol", explica a autora, Alicia de Francisco, que também é coordenadora para a América Latina da Associação Americana de Químicos de Cereais. "Observamos que elas ainda aumentam o HDL."

 

7. Bauru por peito de peru e queijo branco

Calma, não pretendemos condenar ao ostracismo um lanche tão tradicional como o bauru. O problema é que ele deixa a desejar se as taxas de colesterol já rumam aos céus. Basta averiguar seus ingredientes: queijo prato e presunto, redutos de gordura saturada e colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco, que é mais esbelto do que seu congênere? Experimente. Só é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Ora, uma gigantesca baguete recheada pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru de porte modesto.

 

8. Camarão por peixe

Convenhamos: frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas vale ficar atento durante aquela viagem à praia para não se abarrotar de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol — são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas. Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo: ele é carregado de ômega-3. E uma nova pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, revela: o ômega diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.

 

9. Picanha por lombo

O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco. Tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. Mas saiba que há medidas para retalhar o possível malefício de qualquer corte rechonchudo. "Limpe a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente", ensina Ana Maria. Até porque, apesar de a gente não ver, altas doses do nutriente já estão emaranhadas na carne.

 

10. Manteiga por margarina

Elas mantêm uma rivalidade histórica e ainda suscitam debates entre os experts. No duelo em prol de artérias saudáveis, porém, a margarina leva certa vantagem, porque não conta com a famigerada gordura de origem animal e o colesterol. Nos últimos anos, a indústria tem acrescentado componentes à sua fórmula para torná-la mais benéfica. Entre eles, destaque para os fitosteróis, que facilitam a expulsão do colesterol pelas fezes. "Os produtos enriquecidos com essa substância são indicados a quem já tem colesterol alto", avisa Ana Maria.

 

11. Quindim por compota de frutas

Os doces costumam ser condenados por carregarem açúcar demais. Quando a discussão envolve colesterol, porém, o açúcar pesa menos do que outro ingrediente comum em quindins, brigadeiros e bolos: a gordura. A manteiga, o creme de leite e outros ingredientes gordurosos que dão consistência aos quitutes levam consigo ácidos graxos saturados, que alavancam as taxas de LDL. Não à toa, os especialistas aconselham trocar esse tipo de sobremesa por opções que, sem perder o sabor adocicado, são desengorduradas. O melhor exemplo são as compotas de frutas. Só não vale, é claro, abusar.

 

12. Suco de laranja pelo de uva

Essa é para matar a sede e resguardar o peito. É na casca da uva que está um parceiro do coração, o resveratrol. "Ele atua na redução do colesterol e tem efeito antioxidante", diz a bioquímica Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. Ao impedir que as partículas de LDL se oxidem, a substância evita indiretamente que elas grudem na parede do vaso. Ao contrário do que muita gente pensa, o resveratrol não é exclusivo do vinho. O suco de uva natural e feito na hora (com casca, por favor!) também o disponibiliza ao organismo.

 

13. Chá de ervas por chá-mate

Não é campanha contra a receita da avó, mas as infusões à base de camomila e afins perdem feio para o mate se o assunto é colesterol. Que o digam cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina, que avaliaram as propriedades dessa erva típica do sul do país. "Notamos uma queda de 8,5% nos níveis de LDL em voluntários com taxas normais e uma redução extra de 13,5% em pessoas que tomavam remédios para abaixar o colesterol", conta o farmacêutico Edson Luiz da Silva, que liderou a pesquisa. A proeza vem das saponinas, moléculas presentes no mate. "Elas diminuem a absorção do colesterol no intestino, favorecendo sua excreção pelas fezes", explica.

 

14. Cebola branca por cebola roxa

Essa troca pode ser estendida à alface e ao repolho: prefira sempre o roxo. As hortaliças com essa cor abrigam um pigmento que aplaca o colesterol, a antocianina. "Experimentos feitos em animais no nosso laboratório mostraram que ela reduz consideravelmente a concentração da gordura no sangue", conta a professora Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa. "A substância inibe uma enzima que participa da síntese de colesterol no fígado, além de aumentar sua eliminação do organismo." Morangos e cerejas, saiba, também são reservas de antocianinas.

 

15. Molho branco pelo de tomate

O macarrão é o mais inocente por aqui. Quem incentiva ou não a escalada do colesterol é o molho — sempre. O branco é bem gordo. Em 2 colheres de sopa encontramos 4,5 gramas de gordura. Como o preparo exige creme de leite e queijo, o prato fica cheio de ácidos graxos saturados. Uma bela macarronada ao sugo não guarda esse perigo. Nas mesmas 2 colheres de sopa, há somente 0,1 grama de gordura. "Apenas procure usar o molho de tomate feito em casa e evitar a manteiga no momento de refogá-lo", orienta a nutricionista Ana Maria Lottenberg. E, se possível, opte pela massa integral.

 

16. Chocolate ao leite pelo amargo

O doce de cacau se notabilizou como um amigo do sistema circulatório. Mas não é todo chocolate que, de fato, prova sua amizade às nossas artérias. O tipo que merece respeito é o amargo. "Ele possui menos gorduras saturadas que o branco e a versão ao leite", afirma a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição. "Sem falar que fornece catequinas, substâncias que ajudam a sequestrar o LDL e impedir sua oxidação", diz. Mas fique atento ao rótulo: amargo de verdade tem mais de 60% de cacau em sua composição.

 

17. Sal por ervas e alho

Está em suas mãos uma maneira de preservar os vasos sem deixar a comida ficar insossa: em vez de exagerar no sal, ingrediente que patrocina a hipertensão, use a imaginação e as ervas aromáticas, além de alho. "Ele tem compostos capazes de controlar o colesterol", exemplifica Vanderlí. E ervas como o orégano e o alecrim merecem ser convidadas à cozinha por causa do seu poder de fogo contra a oxidação, um fenômeno que, você já sabe, não poupa o LDL, tornando-o ainda mais danoso para as artérias. Mas essa ação pode minguar quando os ingredientes são expostos a temperaturas elevadas. Procure acrescentá-los nos minutos finais do cozimento.

 

18. Frango com pele pelo frango sem pele

Muita gente pensa que basta despir uma coxa de frango assada no prato para se livrar de um boom de colesterol. Ledo engano. "Retirar a pele é, sim, fundamental, mas isso deve ser feito antes de levar a carne ao fogo", esclarece a nutricionista Cláudia Marcílio, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. "Quando submetidos ao calor, a gordura saturada e o colesterol da pele conseguem se dissolver e penetrar na carne", justifica Ana Maria. Aí, será tarde…

 

19. Queijo pelo tofu

A intenção não é jogar mais pedras sobre o parmesão, o provolone e até o minas, mas abrir espaço ao tofu, que é feito de soja. Ele é uma preciosidade porque concentra o que o grão tem de melhor: proteínas e isoflavonas. "A proteína da soja aumenta a atividade de receptores que colocam o LDL para dentro das células e inibe a principal enzima responsável pela produção de colesterol", explica a nutricionista Nágila Damasceno, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. E as isoflavonas não só potencializam a queda do LDL como evitam sua oxidação.

 

20. Pipoca de micro-ondas pela de panela

Faz toda a diferença investir um tempo a mais para estourar o milho no fogão. "É uma forma de controlar a quantidade de gordura no preparo, porque no produto de micro-ondas ela já é fixa", argumenta a doutora em ciência dos alimentos Maria Cristina Dias Paes, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Sete Lagoas, no interior de Minas Gerais. A versão que ganha na praticidade perde pontos porque carrega ácidos graxos saturados e trans. "Na panela, dá para usar um óleo mais saudável, como o de canola", diz Cristina. Daí, você aproveita as fibras do milho, deixando seu colesterol em paz.

 

 

 

Fonte:  http://saude.abril.com.br/

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Comendo muito? Veja 10 razões que levam ao exagero e desconforto

 

Comer demais depois da academia ou nos momentos de estresse podem trazer grandes prejuízos para o corpo

Foto: Getty Images

Existem aqueles dias em que extrapolamos na alimentação e, como resultado disso, sentimos o estômago cheio de uma maneira muito desconfortável. Mas se esta sensação é frequente na sua vida, é hora de apostar em mudanças saudáveis.

O site Fitsugar listou 10 motivos que fazem com que as pessoas acabem comendo exageradamente de uma só vez. Confira e reavalie seus hábitos alimentares.

1. Café da manhã
Não tomar café da manhã parece uma boa maneira de não ganhar calorias, mas, quando chegar o horário da sua próxima refeição, você estará mais propenso a devorar tudo o que ver pela frente. Se você nunca tem tempo para preparar esta refeição, tente apostar em receitas simples, como smoothies, ovos mexidos ou barrinhas de cereal.

2. Olhando para a TV
Quem tem o hábito de comer na frente da TV ou do computador acaba comendo bem mais, simplesmente porque não presta atenção no que está colocando na boca. Quando a sua mente está focada em um programa ou na quantidade de e-mails que você tem, não há tempo para pensar na comida. Por isso, é importante dedicar a hora da comida apenas à comida.​

3. Porções generosas
Não use um único exagero como desculpa para ‘enfiar o pé na jaca’. Além disso, coloque um limite para a quantidade de comida que você vai comer e esteja consciente sobre como você se sente quando come. Procure ter autocontrole e voltar atrás antes de comer aquele enorme segundo pedaço de pizza e coma apenas aquilo que você vai precisar.

4. Fome X sede
Muitas pessoas confundem as sensações de fome e sede. Se você comeu, e ainda acha que está sentindo fome, anote esta dica de Mara Vitolins, professora de ciências e saúde pública. “É difícil distinguir quando estamos com fome ou com sede, então tente tomar água e esperar de 20 a 30 minutos para verificar se realmente está com fome”.

5. A dois
Se o seu parceiro não está muito preocupado sobre a quantidade que anda comendo, pode ser difícil andar na linha quando ambos comem juntos. Uma boa dica é comer ingredientes similares, mas tentar fazer coisas diferentes. É preciso entender que homens e mulheres têm necessidades diferentes. Se o jantar for mexicano, por exemplo, quem está com a intenção de manter hábitos saudáveis por optar por um taco com abacate em salada, e deixar o burrito para quem não está preocupado com os quilinhos a mais na balança.

6. Pratão
Você já reparou que pratos maiores fazem com que você coma mais? Pesquisadores da Universidade de Cornell chamam o efeito de “erro do prato grande”. Quando há muito espaço branco no prato, as porções parecem ser menores do que realmente são. Ao invés de preenchê-lo com mais comida, escolha pratos menores. Quando cozinhar em casa, tente seguir as medidas necessárias para não comer além da conta.

7. Culpa
As pessoas que acham que o sentimento de culpa após cometer um ‘pecado’ alimentar pode ajudá-las a ser alguém mais saudável estão enganadas – na verdade, é justamente o contrário. Pesquisadores descobriram que mulheres que receberam uma mensagem de autocompaixão depois de comer um doce acabaram comendo menos do que as que não foram tranquilizadas com relação ao excesso que todos nós cometemos às vezes. 

8. Lanchinhos
Infelizmente, muitas pessoas acham que qualquer tipo de lanchinho é uma coisa ruim para a dieta. Na verdade é importante perceber que estas pequenas refeições são importantes para se atingir os objetivos de saúde. Comer algo antes e depois do treino abastece o corpo com nutrientes e, além disso, ajuda a equilibrar a fome entre as refeições.

9. Depois da academia
Depois de terminar um treino pesado, não use isso como uma desculpa para satisfazer todos os seus desejos. A menos que esteja na hora de fazer uma das refeições diárias, a média de calorias indicadas para o pós-treino é de 150.

10. Emoções
Se você tem a tendência de se autopremiar com alimentos, você não está sozinha. Comer algo gostoso quando emocionalmente não estamos nos sentindo bem é a maneira mais rápida de se aliviar, mas isso não passa de uma injustiça com o próprio corpo. A próxima vez que se ver diante dessa situação, pergunte-se: “estou com fome mesmo?”. Isso parece algo simples, mas estas três pequenas palavras podem fazer uma enorme diferença na tentativa de mudar os hábitos alimentares.

 

 

Fonte: http://saude.terra.com.br

terça-feira, 30 de julho de 2013

A eficácia dos exercícios feitos em casa

 

Estudos demonstraram que os exercícios feitos em casa são muito eficientes e benéficos, além disso, contribuem positivamente para as pessoas continuarem um programa de atividade física, seja para perder peso ou melhorar o condicionamento físico. Foi a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos em 2011.

Os pesquisadores dividiram os voluntários em dois grupos: um grupo de pessoas treinou em casa com a orientação de professores e nutricionistas; o outro grupo de voluntários treinou na academia. As pessoas do primeiro grupo perderam mais peso e conseguiram se manter com um percentual de gordura e peso corporal menor por mais tempo, porque seguiram os conselhos dos especialistas e tinham contato mais frequente com esses profissionais. Os do segundo grupo, que praticavam exercícios na academia, acabaram desistindo mais rapidamente, pois alegavam que sempre havia uma desculpa para não ir à academia.

Realmente faz sentido os resultados do estudo acima. Observamos as vantagens de se fazer exercícios em casa ou no escritório:

1. Sua academia estará aberta 7 dias por semana, 24 horas por dia e 365 dias por ano;
2. Você não precisa revezar os aparelhos com outro aluno;
3. Você não precisa se deslocar até a academia;
4. Você determina quem poderá malhar com você;
5. Não há música ruim. Você ouve o que quiser, na hora e no volume que quiser;
6. Você pode treinar com a roupa que se sentir bem. Não preocupando-se se está em forma ou não;
7. Tendo a orientação de profissionais adequados você poderá recorrer sempre que quiser a esses profissionais. Na academia observa-se um número muito grande de pessoas que não pedem ajuda por vergonha ou por não ter acesso constante a esses profissionais;
8. O dinheiro que você economizará com a matrícula e mensalidades poderá ser usado para incrementar sua dieta ou comprar equipamentos para montar sua mini academia.

Com um programa personalizado e boa orientação de um Profissional de Educação Física, cria-se uma rotina de exercícios que funciona de acordo com a expectativa de cada um. Pode ser mais eficaz porque são estabelecidas séries de exercícios menos puxados (a intensidade é aumentada gradualmente), que acabam mostrando resultados duradouros.

Por não se ver obrigada a acompanhar o ritmo do colega em uma aula, a aluna descobre o seu potencial e passa a não encarar a ginástica como sacrifício. É mais fácil descobrir o prazer de se exercitar. Teoricamente os resultados das academias aparecem antes, porque o ritmo das aulas é acelerado, mas muitas vezes não é adequado às suas necessidades e prioridades físicas.

É possível encontrar uma forma de tornar o exercício atraente quando se exercita em casa: determinar um horário, estabelecer metas, ouvir música, ler sobre exercícios, assistir vídeos de aulas. E, nesse caso, a desistência é menor.

Com um programa específico, elaborado por um professor de educação física e por uma nutricionista (elaboração do Programa Alimentar), é possível emagrecer se exercitando em casa.

Vale a pena investir na ideia, por isso monte a sua academia aos poucos:

1- Inicie sem nenhum equipamento para adquirir o hábito: você pode começar com pesos feitos com garrafa Pet´s e pesados (1 kg, 2Kg e 3 Kg), toalhas para servirem de colchonetes, elásticos cirúrgicos (são baratos e facilmente comprados em lojas de materiais hospitalares). Tomou gosto e agora quer investir um pouco mais na ideia: halteres, colchonetes, anilhas e caneleiras.

2- Comprou a ideia? Invista aos poucos: para quem quer investir um pouco mais e aderiu totalmente a ideia: aparelhos mais funcionais. É sempre interessante ter um aparelho aeróbico. As opções são muitas: esteiras, bicicletas ergométricas, elípticos, steps.

3- Investindo na sua saúde: para a musculação, os bancos multi-exercícios são excelentes opções porque permitem que você realize exercícios variados, trabalhando diferentes grupamentos musculares, com a vantagem de ocupar pouco espaço.

4- Espaço necessário: isto é bastante importante. Antes de comprar qualquer equipamento, você deve saber qual o espaço que você dispõe para ele. Além disso, você deve contabilizar as extensões de pernas e braços que ocorrem durante a execução do exercício.

5- Planeje seu treinamento: estabeleça uma rotina de treinamento e tente malhar sempre no mesmo horário. Respeitar o tempo de descanso é importante para a sua reconstrução muscular. Não invente desculpas, não atenda o telefone e nem deixe qualquer outra coisa atrapalhar seu treinamento. Você deve estar 100% focado nos exercícios e, em casa, as distrações são bem tentadoras. Treine com seriedade, use tênis, roupas adequada. Siga as orientações do profissional de Educação Física que planejou o seu programa de exercícios. Lembre-se que o planejamento de seus exercícios (periodização) é elaborado especificamente para o seu nível de condicionamento físico e todo o plano de exercícios é baseado estudos sobre sua saúde e condição física.

Coloque os exercícios na sua rotina. Você ganhará mais saúde, um corpo em forma e muita autoestima!

Bons treinos!

Escrito por:Fernanda Andrade
Personal trainer Dieta e Saúde

FONTE: http://www.dietaesaude.com.br

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