sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Fome - O jejum contribui para o emagrecimento?


A fome É inimiga do emagrecimento





O estômago vazio oferece ao cérebro alguns sinais que apontam a necessidade de se alimentar e imediatamente desencadeia-se o processo de busca pela comida.

“Enganar o estômago pode até ser uma tarefa simples, mas enganar o cérebro é uma empreitada bem mais árdua”

Na prática, o que se percebe é o seguinte: cada vez que se pula uma refeição, um mecanismo psicológico de compensação é ativado e o cérebro acaba produzindo um impulso que impele o indivíduo a buscar grandes quantidades de alimento para compensar a falta sentida.

Do ponto de vista biológico, quando o organismo passa longos períodos sem alimento, a capacidade de absorção aumenta contribuindo, assim, para o ganho de peso. Além disto, após períodos de jejum, os freqüentes sinais de fome emitidos por diversas partes do organismo ativam o centro cerebral que demora mais a ser desativado, prolongando a sensação de fome e incentivando o consumo alimentar.

As explicações aqui apresentadas mostram que dietas radicais à base de jejum podem tornar mais sofrido o processo de emagrecimento e dificultar a manutenção da perda de peso.

Enganar o estômago pode até ser uma tarefa simples, mas enganar o cérebro e seus mecanismos de compensação é uma empreitada bem mais árdua. Assim, quando se deseja optar pelo emagrecimento seguido por saúde e bem–estar a reeducação alimentar é, sem sombras de dúvida, a proposta mais indicada por respeitar os mecanismos de funcionamento do corpo e da mente.


FONTE: http://cyberdiet.terra.com.br

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