quinta-feira, 30 de abril de 2009

Vale a pena só cortar calorias?

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O efeito das suas escolhas

Cortar calorias é uma bela jogada para perder peso. Então, tanto faz comer um brigadeiro ou uma maçã, se ambos têm o mesmo valor calórico. Mas a longo prazo a história é outra. A seleção dos pratos do seu cardápio vai ditar se você estará em forma no futuro

Gordura, proteína ou carboidrato:
na hora de emagrecer, é melhor eliminar o quê? Tanto faz. Eis a resposta de um estudo da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, que comparou, durante dois anos, o desempenho dos nutrientes na batalha pela perda de peso de 811 gordinhos. No final das contas, independentemente do tipo de alimento mandado para escanteio, todos se livraram de 4 quilos. Ou seja, para afi nar a silhueta, basta restringir a quantidade calórica, não importa o item excluído.

Mas, se pensarmos bem, a conclusão abre alas a duas interpretações. A primeira é que as dietas da moda que preconizam um nutriente em detrimento de outros não têm tanto fundamento. E a segunda brota na cabeça dos espertinhos: se o que vale é comer menos, vamos nos entregar ao fast food, só que em porções modestas.

Será, então, que as escolhas do que comemos, desde que com igual valor calórico, não fazem diferença? Pode apostar que fazem. E o efeito, caro leitor, você talvez não sinta agora, mas lá na frente. “Qualquer dieta com baixa ingestão de calorias emagrece em curto prazo. O problema é que, se a alimentação não for saudável, o prejuízo vem depois”, afirma a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Prejuízo inclusive em termos de emagrecimento.

Ninguém discorda de que, no caso de quem luta contra o ponteiro da balança, a restrição calórica em si já traz benefícios. “Perder 10% do peso inicial diminui o risco cardiovascular”, diz a nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. E isso nem significa fechar completamente a boca. Há uma fórmula usada pela Organização Mundial da Saúde que estima a quantidade de calorias necessárias a cada um diariamente. De acordo com ela, um homem sedentário de 40 anos e 90 quilos, por exemplo, deve se abastecer com até 2 300 calorias diárias.

Agora imagine que o nosso personagem está acima do peso. “Para emagrecer com segurança, recomenda-se cortar em média 500 calorias diárias, o que resultaria em cerca de meio quilo a menos por semana”, esclarece Mariana. Das refeições, o homem do nosso exemplo deveria retirar algo equivalente a um filé grelhado, um ovo frito, um copo de refrigerante e um bombom. Assim, ele se limitaria a 1 800 calorias. A questão é que o corpo dele — e o nosso — não depende apenas dos números. Não adianta preencher a cota diária só com pastéis naquela visita ao bar com os amigos. Ao virar a página, você vai entender por que, desse jeito, ele se tornaria uma pessoa com apetite incontrolável.

Uma descoberta de cientistas da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo, reforça a ideia de que, mesmo enxugando calorias, é preciso estar ciente da escolha dos nutrientes. Eles estudaram o impacto da gordura saturada das carnes vermelhas (e dos benditos pastéis) sobre o hipotálamo, área do cérebro que, entre tantas funções, controla a saciedade. E desvendaram um mecanismo capaz de explicar por que apostar nesse ácido graxo é um prato cheio para a obesidade. Eis a triste constatação: gordura chama gordura.

A dieta adequada é a que, segundo a boa e velha pirâmide alimentar, dispõe de 30% de gorduras em geral. “E a fatia das saturadas não deve ultrapassar 10% de todo o cardápio”, orienta a nutricionista Marciane Milanski, uma das cientistas envolvidas no estudo.

Pessoas que se empanturram de carnes, manteiga e frituras ou até mesmo aquelas que comem porções mais humildes, mas recheadas do tal ingrediente, acabam inevitavelmente extrapolando essa cota de 10%. E a sobrecarga não é inócua para o hipotálamo. “Em excesso, o nutriente dispara inflamações ali”, conta Marciane. “Quando fogem do controle, essas reações propiciam a morte de neurônios, prejudicando o controle sobre o apetite”, completa a bióloga Juliana Moraes, que também avalia o efeito das saturadas sobre a massa cinzenta. Aí não tem volta. O sujeito passa a conviver com uma fome difícil de ser aplacada.

Juliana fez um experimento para avaliar se apenas altas cargas de gordura saturada financiariam lesões na central do apetite. Ela submeteu dois grupos de ratos a refeições bem engorduradas. O primeiro apreciou porções razoáveis de comida, sem exagerar tanto. Já o segundo devorou um banquete pesado, sem limite de quantidade. “Mas quando analisamos o hipotálamo dos animais, notamos alterações em ambos os grupos”, revela. Ou seja, a quantidade não fez tanta diferença. É um indício de que seres humanos que priorizam dietas carregadas desse ácido graxo tendem a sofrer as consequências no futuro — e nem é necessário se esbaldar com um caminhão de gorduras. Basta cortar calorias e preferir alimentos gordurosos para aproveitar o que tem direito a comer.

Como a comunicação entre o hipotálamo e o resto do corpo fica comprometida, a vontade de comer de quem sofreu essas lesões não cessa. “Essa região do cérebro envia estímulos para a periferia, disparando, por exemplo, aquela salivação”, explica a biomédica Cássia Zaia, da Universidade Estadual de Londrina, no Paraná. Com água na boca, vai ser difícil resistir a mais um pedaço de picanha — ou seja lá o que for.

As pesquisadoras da Unicamp enfatizam em coro que, sem exageros, o organismo não se tornará refém dos malefícios da gordura. Aliás, ele até precisa delas para preservar a membrana das células. O que você não deve é conceder a qualquer nutriente exclusividade no cardápio. No máximo, papel de coadjuvante. Viver à base de proteína, por exemplo, até acelera a perda de peso nos primeiros meses. Mas e depois? “O abuso do nutriente está associado, a longo prazo, à sobrecarga dos rins”, adverte Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia.

A mesma mensagem é destinada aos fiéis seguidores do carboidrato. A pessoa com padrão formiga, que come muitos doces de olho apenas nas calorias, cai numa emboscada. Esse tipo de alimento, em exagero, destrambelha os mecanismos que regulam o hormônio insulina. “Passado um período, o indivíduo fica mais predisposto ao ganho de peso e, consequentemente, ao desenvolvimento do diabete tipo 2”, afirma o endocrinologista Marcio Mancini, médico responsável pelo Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Mais uma vez, a ordem é seguir a recomendação diária — no caso, apenas de 50 a 55% das calorias de suas refeições devem vir dos carboidratos. Nessa fração, não entram apenas pães, massas e doces, mas também frutas e verduras. E, vale frisar, a qualidade dos carboidratos eleitos para a sua dieta também pesa. A nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg traça o seguinte raciocínio: “Imagine uma pessoa que come só 2 mil calorias diárias, mas seu cardápio é composto de exagerados 65% de carboidratos, e outra que, apesar de balancear os nutrientes conforme a pirâmide, exagera nas garfadas e consome 3 mil calorias. Quem sai prejudicado com o tempo? Os dois”. Isso porque tanto carboidrato demais — ainda que você não extrapole nas calorias — quanto o excesso de comida em geral, quando se obtém mais energia do que o corpo precisa para viver, levam o pâncreas a se matar de produzir insulina. Só esse quadro já pode acarretar numa fome danada. Sim, seu corpo entende a mensagem “preciso de mais insulina” como “preciso de comida”.

Já deu para perceber que os especialistas ouvidos por SAÚDE! não advogam a favor de uma dieta balanceada à toa. O sonho de emagrecer e manter o corpo em forma, que tanta gente compartilha, só se sustenta quando se respeitam as necessidades nutricionais. Restrição calórica, sim — mas sem perder de vista a pirâmide alimentar. Essa é a verdadeira fórmula para brecar um efeito dominó que culminaria num sem-fim de problemas — inclusive nos quilos a mais. Você decide o que vai no seu prato.

Matéria escrita por DIOGO SPONCHIATO, para o site da Revista Saúde.

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A verdadeira dieta da banana

 

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Menos sódio, muito mais potássio
Diminuir o consumo de sal é regra básica para manter a pressão sob controle — e disso você provavelmente já sabia. Mas, para potencializar esse efeito, a receita é caprichar na banana, na soja e no melão

 

O sal que tempera a sua comida já foi considerado artigo de luxo — raro e precioso, serviu de moeda de troca em civilizações antigas e chegou até a ser o estopim de disputas territoriais. Mas, quando o assunto é saúde, não é de hoje que ele desfila sua fama de vilão mundo afora. Falou em hipertensão, pode ter certeza de que alguém vai citá-lo. E com razão. “O excesso de sódio, principal ingrediente do sal de cozinha, provoca retenção de água no organismo e aumenta o volume de sangue circulando”, explica o cardiologista Heno Lopes, do Instituto do Coração, em São Paulo. Maior volume sanguíneo passando pelo mesmo espaço de veias e artérias significa maior pressão nas paredes dos vasos, portanto...

Um outro mineral, não tão célebre quanto o sódio em matéria de coração, poderia contrabalançar essa história: o potássio. “Ele melhora a elasticidade dos vasos e, com isso, ajuda no controle da pressão”, explica Lopes. Mas, na prática, pouca gente sabe ou se lembra disso. Faça um teste: resgate na memória a última vez que você viu um hipertenso comendo banana, uma das fontes mais conhecidas de potássio, só para controlar a sua doença.

Ora, sejamos justos: já é hora de esse nutriente ganhar a sua mais que merecida notoriedade. Um estudo publicado recentemente no periódico americanoArchives of Internal Medicine engrossa o coro em prol do potássio. Pesquisadores mediram as quantidades do dito-cujo e a do seu companheiro salgado na urina de 2 974 voluntários e notaram que aumentar a ingestão de potássio e restringir a de sódio diminui em até 50% as perturbações relacionadas à pressão nas alturas, como infarto e derrame.

“Isoladamente, no entanto, essas duas medidas não surtem o mesmo efeito”, observa Nancy Cook, professora da Universidade Harvard e uma das autoras do trabalho. Apenas maneirar no sal, por exemplo, só derruba em 20% o risco de turbulência nas artérias.

Por que a dobradinha dá resultados mais satisfatórios? O potássio garante o bom funcionamento dos batimentos cardíacos, facilita a dilatação dos vasos e ainda melhora a sensibilidade à insulina — o que pode ser bem útil para quem sofre de resistência ao hormônio, um fator que colabora para a ocorrência de problemas cardiovasculares, ainda mais quando já existe um quadro de hipertensão. “Além disso, esse mineral parece reduzir os efeitos negativos do sal, porque induz a eliminação do sódio pelos rins”, comenta Nancy. Portanto, dá para deduzir que manter o dueto em uma gangorra estática — sódio no chão e potássio em níveis elevados — seja a medida mais eficiente para proteger o corpo.

Um adulto saudável deve ingerir, no máximo, 6 gramas de sal por dia. Mas o brasileiro consome nada menos que 12 gramas.

 
Para fugir da cãibra


O potássio em baixa no organismo é um prato cheio para que a danada mostre suas garras. “É que o mineral tem a capacidade de manter os impulsos musculares em ordem”, explica Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Isso vale para qualquer músculo: do coração à panturrilha. Quando nos alimentamos mal, há um desequilíbrio entre as taxas de potássio e sódio dentro e fora da fibra muscular. Daí, o músculo tende a se contrair involuntariamente, impedindo o relaxamento da região onde ocorre a pane. O risco de isso acontecer quando suamos muito é maior — o potássio escorre pelos poros junto com a água e precisa ser reposto depressa para evitar a contração dolorosa. Deu cãibra? Ponha potássio no prato e trate de devolvê-lo às suas fi bras musculares.

Uma dieta saudável e equilibrada pode diminuir o risco de toda a sorte de doenças. “Com uma alimentação adequada, dá para reduzir em 10% as medidas da pressão e em 8% o nível de gordura no sangue”, afirma Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Instituto de Metabolismo e Nutrição, em São Paulo. Só que é importante deixar claro: eliminar o sódio totalmente e exagerar na dose de potássio também traz consequências negativas. “O corte absoluto de sal prejudica o metabolismo do colesterol”, exemplifica a nutricionista Camila Marcucci Gracia, do Hospital do Coração, na capital paulista.

Já o potássio além da conta, quadro chamado pelos especialistas de hipercalemia, acaba desacelerando o ritmo cardíaco mais do que deve. Na verdade, isso não costuma acontecer com frequência. Até porque esse mineral é eliminado com facilidade na urina, nas fezes e no suor — então, é mais provável que ele falte no organismo do que sobre. Quem precisa ficar atento ao seu consumo são justamente as pessoas que sofrem de disfunção renal. É que, quando não trabalham direito, os rins têm dificuldade para mandar o excesso da substância embora. Daí, o coração é quem paga o pato.

Se não é o seu caso, aproveite as páginas desta reportagem para aprender a melhor forma de substituir o excesso de pitadas de sal no dia-a-dia por bastante potássio. Você vai notar que ele não está apenas na banana — aliás, o clássico representante do nutriente aparece em sétimo lugar no nosso ranking das principais fontes. Como um complemento para dar uma rasteira nos inimigos das artérias, outra opção é apostar no uso do sal light, que tem 50% de sódio a menos e 60% de potássio a mais em relação ao tempero comum. Nesse sobe-e-desce de nutrientes, fazer as escolhas certas garante ao seu corpo uma vida com menos tormentos e muito mais saúde.

Para aproveitar os benefícios do potássio, coloque 4,7 gramas do mineral no prato diariamente.

 

Matéria escrita por  Paula Desgualdo, para o site da Revista Saúde.

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Maionese liberada!!!

 

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Ela está longe de ser a bomba calórica que se imagina e pode até ajudar a dar um basta na fome

 

Tem gente que, só de ouvir falar nela, chega a salivar. Geralmente, essa vontade de se deliciar com um bom punhado de maionese vem acompanhada por um suspiro de frustração: “Pena que faz tão mal”. Essa pecha de vilã que o alimento carrega é, no entanto, um mito. O produto não é a bomba calórica cheia de colesterol que se imagina.

“Nos Estados Unidos, a população tem consciência de que ele é um alimento pouco calórico e leve”, diz a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Consultoria em Nutrição, de São Paulo. “Aqui no Brasil nossa referência é a maionese caseira, que realmente é muito rica em gordura.” Daí o fato de muita gente pensar que o molho deve ficar fora de um cardápio equilibrado.

Veja abaixo o que é verdade e o que não passa de falácia sobre a maionese e aprenda a consumi-la de modo saudável.

1. Quais são os ingredientes da maionese?
Ela é composta principalmente por água e óleo, que se misturam na presença do ovo, o terceiro componente do molho. Entram ainda na sua fórmula suco de limão e condimentos, como sal, açúcar e mostarda.

O óleo geralmente utilizado na sua preparação é o vegetal, que contém as gorduras consideradas boas para nosso organismo, como as poli e as monoinsaturadas. Elas não aumentam o LDL, o mau colesterol, como a versão saturada, sem falar que o tipo monoinsaturado ainda ajuda a aumentar o HDL, a faceta boa do colesterol. A famosa gordura trans, que pode trazer complicações cardiovasculares, não está presente nos óleos vegetais e, assim, não consta da receita da maionese.

Por outro lado, há no molho lipídios bastante interessantes para nossa saúde: os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, gorduras essenciais para o nosso corpo e que não conseguimos produzir. Eles estão presentes em todas as marcas de maionese, por fazerem parte do óleo vegetal. O que geralmente varia é sua quantidade em cada uma delas, por causa do tipo de óleo usado.

2. É verdade que colocar maionese na salada reduz a ingestão calórica?
Sim, é verdade. “Iniciar a refeição com um prato de salada temperada com um molho à base de gorduras benéficas como a maionese proporciona saciedade”, explica Cynthia. Isso porque os lipídios têm uma digestão mais lenta. Dessa forma, come-se menos nos outros pratos, diminuindo-se a ingestão calórica.

3. Quem quer perder peso também pode consumi-la?
O maior problema para as pessoas que pretendem emagrecer não é a maionese em si, mas o que a acompanha à mesa. Um exemplo é o trio batata frita, sanduíche e bacon. Esses alimentos são lotados de calorias. Daí, não é de estranhar que devem ser evitados em uma dieta para afinar a silhueta.

Vale lembrar que uma porção de maionese industrializada tradicional, que corresponde a uma colher de sopa, fornece apenas 40 kcal. O molho cai bem num sanduíche de atum, uma sugestão light de Cynthia Antonaccio para o final do dia.

4. Qual a diferença entre a maionese caseira e a industrializada?
Todo mundo que já experimentou maionese feita em casa lambe os lábios: ela parece muito mais gostosa do que a industrializada. “É verdade. Quando a gente consome mais gordura nota a diferença”, comenta a engenheira agrônoma Elizabeth da Silva Torres, professora de Composição dos Alimentos do curso de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. E gordura é o que não falta na maionese caseira. “O nutriente deixa os alimentos mais saborosos. Uma dieta como a hospitalar é considerada insossa porque é pobre em gordura.”

A maionese industrializada, no entanto, tem vantagens que tornam seu consumo muito mais recomendado. A primeira delas diz respeito justamente aos lipídios. O desenvolvimento tecnológico na indústria de alimentos permitiu que os ovos, utilizados no alimento para criar a liga entre água e óleo, pudessem ser substituídos. No lugar deles, os fabricantes utilizam amido modificado ou outro substituto, que não trazem gordura nem colesterol em sua composição, mas dão ao molho a consistência esperada.

Outra vantagem é a forma de emprego dos ovos na maionese. Na caseira, eles são acrescentados crus à mistura, o que pode provocar a famosa salmonelose, mal causado pela bactéria salmonela, presente em produtos de origem animal. O risco de desenvolvimento da infecção é grande porque a maionese caseira fica muito tempo exposta à temperatura ambiente e é bastante manipulada. Não é à toa que sua uma validade seja pequena – de dois a três dias. A industrializada utiliza ovos pasteurizados. “Hoje quase não se usa a maionese caseira em estabelecimentos comerciais, por conta da conscientização desses riscos e do aumento do rigor com controle de qualidade”, diz Cynthia.

5. Ela pode ser uma alternativa ao azeite?
O azeite não deve ser excluído da alimentação – afinal, ele está repleto de gorduras benéficas. Mas a troca por maionese pode ser válida, sim, principalmente se o objetivo for dar mais sabor a outros alimentos, como legumes cozidos. No caso da maionese, basta uma colher de sopa para obter esse efeito. De acordo com os especialistas, a história é outra com o óleo de oliva – geralmente são necessárias doses mais generosas para dar um gosto extra aos pratos.

Uma troca recomendada pelo cardiologista Raul Dias dos Santos, diretor da Clínica de Lípides do Instituto do Coração de São Paulo, é a de manteiga por maionese nos sanduíches. Isso porque a manteiga tem mais gorduras saturadas, presentes em pequena quantidade na maionese.

6. A maionese é contra-indicada em algum caso?
“Apenas os diabéticos devem ser mais cautelosos com seu consumo”, explica Raul Dias dos Santos. É que eles absorvem mais colesterol do que as outras pessoas devido a uma maior atividade de uma proteína responsável por essa tarefa.

Nosso corpo produz diariamente cerca de 1,5g de colesterol e, por meio da alimentação, ingerimos apenas 0,5g da substância. “O que realmente interfere nos níveis de colesterol no sangue é a quantidade de gordura saturada e trans que se ingere”, explica a nutricionista Cynthia Antonaccio. “A maionese industrializada fornece, em 1 colher de sopa, em torno de 98% menos colesterol que um ovo, tem pouquíssima gordura saturada e nada de gordura trans.”

Para os não diabéticos, o consumo está liberado – desde que não se cometam excessos, é claro.

7. Qual a diferença entre a maionese tradicional e a light?
A diferença entre elas está apenas na quantidade de lipídios. A light tem mais substituto de gordura e água, o que, por sua vez, faz com que ela perca um pouco de sabor.

8. Qual seria a quantidade ideal de consumo da maionese para um adulto e uma criança?
“Não existe uma quantidade recomendada”, responde Cynthia. A alimentação em geral deve ser equilibrada, com carboidratos, proteínas magras e gorduras de boa qualidade. Um lanche saudável pode combinar maionese com pão integral, folhas de alface, cenoura raladinha e um filé de frango grelhado. Outra alternativa é um sanduíche de maionese com uma carne assada ou ainda maionese com salada.

Fontes:
Raul Dias dos Santos, diretor da Clínica de Lípides do Instituto do Coração de São Paulo e autor do livro “Derrube o colesterol” (ed. Abril)

Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, professora da disciplina Composição dos Alimentos do curso de nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo

Cynthia Antonaccio, nutricionista da Equilibrium Consultoria em Nutrição, em São Paulo

Matéria escrita por Mariana Delfini, para o site da Revista Saúde!

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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Revista: Emagreça Já - Receitas

 

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Fonte: Site “Blog da Lu”

Revista: Pense Leve - Coleção Receitas Saborosas

 

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Fonte: http://gratisprabaixar.blogspot.com

Revista: O Poder Curativo do Limão

 

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Fonte: Site “Blog da Lu”

Revista: Mens Health [Brasil] – Ed.36/Abril 2009

 

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Mens Health [Brasil]
Construa O Corpo Que Ela Curte

Domine o tesão, reforce o prazer
Vá com calma e leve sua parceira à loucura
Paquera na academia: 72 ideias de sedução e estilo
Saia da academia com a noite feita
4 armas para derrubar seu chefe
Assuma as rédeas no trabalho e tome a cadeira dele
A Dieta do Abdome
Os alimentos para você conseguir um tanque
O jeito fácil de viver mais
O guia de antioxidantes
O menu de que seu cardiologista não gosta
Construa o corpo que ela curte
Em seis passos você vira um cara muito mais atraente!

 

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Fonte: Site “Banca de Revista”

sábado, 25 de abril de 2009

Evite a frutose e mantenha o peso

 

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O excesso desse açúcar originário das frutas faz você engordar ao cometer qualquer deslize

 

Não quer ver ponteiro da balança subir de uma hora para a outra? Então, comece a controlar o seu consumo de frutose, presente aos montes em alguns sucos industrializados, por exemplo. Segundo pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Flórida, em Gainesville, nos Estados Unidos, o excesso desse açúcar vindo das frutas deixaria seu corpo resistente à ação de um hormônio que tem tudo a ver com a prevenção da obesidade: a leptina.

Essa substância é responsável pelo delicado equilíbrio entre a fome, quer dizer, a necessidade de obter energia para viver e a quantidade de calorias que seu corpo efetivamente gasta. Se tudo está bem, sua fome deve ter a mesma proporção que seu gasto energético. O apetite de leão de um adolescente, por exemplo, é coerente com o consumo de energia do seu corpo em franco desenvolvimento.

“Quando a resistência à leptina aparece, basta ingerir um pouco mais de gordura do que o ideal ou exagerar nas calorias durante um período, por exemplo, para você ganhar muitos quilos extras”, resume a fisiologista Alexandra Shapiro, uma das líderes do trabalho, que foi feito em ratos e que saiu publicado no jornal da American Physiological Society há poucos dias.

“Nossa aposta é de que o organismo humano se comporta do mesmo jeito que o das cobaias”, diz ela.” E, se estivermos certos, o fenômeno da resistência à leptina é insidioso. Isso porque, ao contrário do que se imaginava, quem começa a resistir ao hormônio não vai ganhando peso aos poucos e, sim, muito depressa. É como se o problema hormonal se desenvolvesse silenciosamente para, em um belo dia, pregar um susto em você diante do espelho.”

Se você quer evitar más surpresas como essa, preste atenção na frutose. “Não, ninguém está recomendando que as pessoas comam menos frutas”, esclarece Alexandra Shapiro. “A idéia é que fiquem de olho nos rótulos dos alimentos industrializados”, sugere. Faz sentido. Esse açúcar natural é acrescentado pela indústria em um sem-número de produtos, como sucos, doces, geléias...E em quantidades razoáveis, diga-se.

Na experiência realizada por Alexandra Shapiro e seus colegas, ratos de laboratório foram divididos em dois grupos. Um deles passou a receber uma dieta cheia de frutose. O outro consumia o mesmo número de calorias que o primeiro time, mas não havia frutose em sua ração. Passados seis meses, todos os roedores foram pesados. E não, a média de peso dos dois times não foi muito diferente. Mas, feitos alguns exames de sangue, ficou claro: a turma da frutose estava resistente à leptina, embora isso não se refletisse na balança. Em seguida, os mesmos ratos receberam uma alimentação bem engordativa. E quais foram as cobaias que caíram de boca e ganharam peso depressa? Você já sabe a resposta.

“É a primeira vez que uma pesquisa prova a relação entre um alimento específico e esse fenômeno hormonal”, chama a atenção a fisiologista. “Uma das possíveis explicações seria o aumento dos triglicérides, um tipo de gordura que aumenta demais quando ingerimos muito açúcar”, diz ela. Há suspeitas de que taxas elevadas de triglicérides não deixariam a leptina funcionar direito no cérebro, que é seu território de atuação.

Outros estudos precisam ser realizados para apontar se, dimuindo a frutose consumida no dia-a-dia, a leptina agiria de maneira mais intensa. Pelo sim, pelo não, vale maneirar em todos os produtos industrializados adoçados com frutose. Quanto às frutas, seu consumo é seguro. O ideal continua sendo consumir de duas a três unidades diariamente para emagrecer de um jeito mais doce e saudável.

 

Fonte: por Lúcia Helena de Oliveira, Site "Revista Saúde"

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Evite as gorduras trans

 

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As gorduras trans

 

Na natureza, as gorduras são de dois tipos: saturadas (predominantemente de origem animal) e insaturadas (a maior parte delas vinda dos vegetais). As transaturadas (ou trans) são artificialmente obtidas por meio de um processo de hidrogenação das moléculas insaturadas. Estas, teoricamente mais saudáveis do que as saturadas, adquirem assim uma consistência sólida e adequada à conservação dos alimentos. Mas o tiro saiu pela culatra.

Estudos mostram que as gorduras trans tornaram-se ainda mais perigosas do que as saturadas. Elevam o colesterol ruim, diminuem o bom, acumulam-se facilmente no abdômen e causam problemas circulatórios, como infarto e derrame cerebral. Não sabemos exatamente por que isso acontece, mas é provável que as gorduras trans sejam metabolizadas com mais dificuldade. Acho louvável a iniciativa das autoridades sanitárias de obrigar os produtos industrializados a informar no rótulo a adição dessas moléculas. E aconselho a todos evitá-las.

Alfredo Halpern, médico endocrinologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, é autor do livro Dieta dos Pontos, lançado por SAÚDE!

Fonte: Site “Revista saúde”

Por que você come demais?

 

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Se a sua resposta for a clássica “porque sou ansioso”, saiba que pode não ser bem assim

 

Os gatilhos que levam as pessoas a atacar a geladeira nem sempre são aqueles já conhecidos de quem faz dieta – a ansiedade, por exemplo. Em busca de novas pistas para essa velha questão, a cientista Janet Tomiyama, do Departamento de Psicologia da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, participou de um estudo com colegas de outra universidade americana, a da Carolina do Norte, e concluiu: “Mesmo entre os que não fazem grandes sacrifícios para emagrecer, é a fome que os leva a escapar da dieta – o que é até uma razão saudável para comer.” Quer dizer, então, que as emoções não influem tanto na comilança desenfreada? “Na verdade, as alterações de humor interferem, sim, nos excessos, mas essa é uma razão secundária”, respondeu a pesquisadora a esta seção.

Durante a investigação, 137 voluntárias relataram em um diário seu comportamento à mesa e a quantidade de porções ingeridas. Diferentemente dos alegados motivos para driblar o regime – a ansiedade entre eles –, a maioria não exagerava nas quantidades em resposta à ansiedade. E, na presença de emoções – negativas ou positivas –, chegavam a comer menos. Por fim, a fome pura e simples foi apontada como a principal causa do descontrole. A conclusão leva a uma pergunta inevitável: “Não parece óbvio que quem tem bom apetite acaba comendo mais?” “Sim”, concorda Janet.

“Mas o valor do trabalho está na desmitificação dos outros fatores tradicionalmente associados à maior ingestão de alimentos, e que sempre servem de desculpa para as derrapadas. Além do mais, isso também ajuda a pensar em estratégias de emagrecimento que podem ser bem-sucedidas.”

A distração pura e simples é comprovadamente um fator importante no aumento do peso. É o caso de quem come enquanto assiste à televisão ou continua à mesa mesmo após terminar a refeição, provando mais um bocadinho enquanto bate papo. “Não sou nutricionista, mas nosso estudo sugere que evitar esse tipo de comportamento é uma boa saída para emagrecer ou mesmo estacionar o ponteiro da balança. Também ajuda procurar um amigo para conversar ou mesmo dar uma volta sempre que vier a vontade de ir em busca de comida.”

 

Fonte:  Por Thais cavalheiro http://saude.abril.com.br/edicoes/0304/corpo/conteudo_400361.shtml

Mascar chiclete sem açúcar ajuda na redução de peso, diz estudo

 

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Cientistas do Centro de Pesquisas Biomédicas Pennington, em Lousiana (EUA) descobriram que pessoas que mascam chicletes sem açúcar regularmente consomem menos guloseimas, portanto, têm uma ingestão menor de calorias. O estudo foi apresentado para o meio científico na semana passada, em um encontro de biologia experimental que ocorreu em Nova Orleans.

O trabalho, conduzido pela cientista Paula J. Geiselman, chefe do departamento de Saúde da Mulher e Comportamento Alimentar de Pennington, é parte do programa científico da Sociedade Americana de Nutrição.

Outros estudos, feitos anteriormente, já mostravam que o consumo de gomas de mascar sem açúcar está diretamente associado a uma diminuição no consumo de guloseimas. O que diferencia este estudo das pesquisas prévias é a análise do teor nutricional dos alimentos escolhidos pelos voluntários após mascarem chicletes sem açúcar.

O estudo envolveu 115 voluntários com idade entre 18 e 54 anos. Os voluntários faziam duas visitas por dia ao laboratório: uma para testar seu apetite ao mascarem chiclete, e outra, para quando não tinham consumido o produto. No início de cada visita, eles faziam um lanche cujo teor nutricional era equivalente a um quarto da ingestão de calorias necessárias para um dia. Depois, permaneciam por cerca de três horas no laboratório.

Em uma das visitas que faziam, os visitantes, após lanchar, tinham que mascar chiclete sem açúcar por 15 minutos a cada hora. Na segunda visita, não consumiam gomas de mascar após o lanche. Após três horas da última refeição, os cientistas ofereciam alimentos variados, entre eles guloseimas com altos teores de açúcares e compostas por carboidratos complexos (presente em alimentos como pães, massas, entre outros), e alimentos com altos e baixos níveis de gordura. Os voluntários podiam comer o quanto queriam dos alimentos que escolhessem.

Após os testes, os voluntários preencheram questionários que avaliaram sua autopercepção em relação à sensação de fome, ao desejo de consumir guloseimas, bem como o nível de energia física.

Os resultados demonstraram que, nos testes que incluíram o consumo das gomas sem açúcar, os voluntários reportaram um diminuição com relação à sensação de fome e desejo por doces. Também disseram sentir que seu nível de energia se manteve o mesmo durante a tarde, e ficaram menos sonolentos.

De acordo com Paula, "em geral, a pesquisa demonstra o potencial dos chicletes sem açúcar como uma ferramenta para controle do apetite, redução da ingestão de guloseimas entre as refeições, e controle do peso".

24/04/2009 - 14h42

Fonte: Folha Online

ALIMENTOS DIET X LIGHT: SAIBA QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS

 

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Hoje, mais do que nunca , é possível encontrar nas prateleiras dos supermercados uma infinidade de alimentos e bebidas com os dizeres diet ou light: desde leites, iogurtes, pães, geléias, refrigerantes, requeijão, até panetones, chocolates em geral, barras de cereais, etc.

Entretanto, a grande maioria das pessoas não sabe o que significam estes termos, ou faz confusão entre eles, de forma que um passa a ser sinônimo do outro. Além disso, as pessoas geralmente pouco se preocupam em saber o que cada um desses alimentos apresenta em sua composição, ou seja, não procuram se informar sobre o que é que o alimento contém que o torna diferenciado dos demais. Mesmo porque, às vezes a diferença é tão insignificante que o investimento realizado não vale a pena, já que geralmente esses alimentos especiais são mais caros que os tradicionais.

Desde 1988, os produtos diet e light estavam enquadrados pelo Ministério da Saúde na categoria de “alimentos especiais”. Era uma legislação considerada inadequada, que gerava muita confusão tanto por parte dos fabricantes como por parte dos consumidores. Contudo, esses alimentos ganharam recentemente uma nova legislação. Pela nova lei, os produtos conhecidos como diet e light passam a ser conceituados e rotulados sob os mesmos parâmetros adotados nos EUA e na Europa. Para facilitar a identificação por parte do consumidor, os fabricantes devem especificar o perfil do produto na embalagem e destacar a palavra light ou diet. Mas isso não quer dizer que o consumidor possa se sentir seguro, protegido. Embora existam bons produtos que realmente cumprem o que prometem nos rótulos e bulas, há ainda aqueles considerados pouco éticos, que visam tão somente o lucro, não se importando com a saúde do consumidor final.

Este artigo, portanto, tem como objetivo esclarecer as diferenças que existem entre alimentos diet e light, bem como despertar o senso crítico das pessoas na seleção dos mesmos.

O QUE SÃO ALIMENTOS DIET?

Quando a palavra diet está estampada no rótulo de um alimento ou bebida, significa que existe a ausência total de algum ingrediente, que pode ser o açúcar, o sal, a gordura, etc. Assim, produtos específicos para diabéticos devem ser totalmente isentos de açúcar, para pessoas com problemas cardiovasculares, a restrição deve ser de gordura, e assim por diante....

Contudo, isso nem sempre quer dizer que ocorre uma redução nas calorias do produto em questão. É aí que muitas pessoas se enganam e é nesse caso que quero chamar a atenção do leitor. Tomamos como exemplo os chocolates diet, em que todo o açúcar utilizado na sua fabricação é substituído por adoçantes. Geralmente, esse tipo de alimento é desenvolvido para diabéticos, mas acabam sendo também adquiridos por pessoas que querem restringir as calorias de sua dieta. A palavra diet do chocolate dá muitas vezes uma conotação de que ele é pouco calórico e isso acaba estimulando a compra daqueles que querem emagrecer ou manter a forma. Mas o que poucos sabem é que a troca do açúcar por adoçantes no momento da fabricação, modifica em grande parte a textura do alimento. Para conseguir a textura habitual, os fabricantes acabam adicionando mais gordura, o que faz com que o total de calorias do chocolate diet (535cal/100g) fique equivalente ao do não diet (565cal/100g). O consumidor mal-informado paga mais caro por um alimento com as mesmas calorias da versão normal, embora não contenha a presença da sacarose.

O QUE SÃO OS ALIMENTOS LIGHT?

Os alimentos considerados light são aqueles com baixo teor de componentes (sódio, açúcares, gorduras, colesterol) e/ou calorias, ou seja, não são isentos totalmente como os diet. Por isso, esses alimentos não tem como finalidade atender as necessidades dietoterápicas, nem são indicados para dietas específicas. Os alimentos são classificados como light quando houver uma redução de pelo menos 25% da quantidade de um determinado nutriente e/ou calorias em relação ao alimento tradicional. No caso de alimento sólido, no que se refere às calorias, o valor total da redução deve ser no mínimo de 40 calorias para cada 100g de alimento e para alimentos líquidos esse valor diminui para 20 calorias.

Assim como os diet, os alimento light também podem causar confusão às pessoas mal-informadas. Por exemplo, existem certos adoçantes light que podem colocar em risco a saúde de pessoas diabéticas, pois contêm açúcares em sua composição. É fundamental também que o rótulo do alimento acuse o nutriente que foi visado pelo fabricante com o objetivo de tornar o alimento light, isto porque a utilização desse termo, por si só, não é suficiente para que o consumidor identifique o perfil do produto.

ALIMENTOS DIET OU LIGHT: COMPRAR OU NÃO COMPRAR?

Diet, light, shakes, sugar free, fat free, slim, low.... O brasileiro tem uma atração toda especial para o que está escrito em inglês e parece que isso dá ao produto uma confiabilidade toda especial. Contudo, diet e light não são garantia de saúde. Existe uma infinidade de alimentos cujos rótulos prometem maravilhas e que são muitas vezes pura enganação. Quantas vezes ouvimos certas propagandas no rádio, TV, jornais e revistas de alimentos e bebidas que prometem o impossível, comprometendo inclusive a saúde do consumidor desinformado?

A nossa recomendação para todos é que se leia atentamente os rótulos desses produtos, observando a composição, o grau de calorias que cada um tem, a quantidade de aditivos químicos, etc. Só assim poderemos descobrir o que existe realmente dentro deles. Caso haja alguma dúvida a respeito de algum ingrediente, pergunte a um profissional habilitado a reconhecer os componentes da formulação (nutricionistas, tecnólogos de alimentos, químicos, médicos, farmacêuticos e afins). Além disso, procure consumir produtos de indústrias idôneas, éticas, que também se preocupam com seus consumidores. Cuidado com as fábricas de fundo de quintal !

Para finalizar, gostaria de colocar algumas dicas que, do meu ponto de vista, são importantes na hora de se consumir alimentos diet ou light.

  • Adoçantes: sacarina, aspartame, ciclamato, steviosídeo, acessulfame-K, sucralose. Todos eles são edulcorantes, substâncias artificiais ou naturais muito mais doces que o açúcar, responsáveis pelo sabor doce no adoçante. Geralmente adoçam o alimento com muito pouca ou nenhuma caloria e exercem um papel importante já que são muito utilizados na fabricação de alimentos diet ou light. Embora indicados inicialmente para pessoas obesas ou diabéticas, observa-se hoje que estão presentes em mesas de pessoas que querem manter sua forma física ou estão preocupadas em abandonar ou restringir o nível calórico de sua alimentação. Entretanto, assim como o excesso de açúcar não faz bem para nossa saúde, adoçante tão pouco. Por isso, sempre recomendo que, a menos que exista um problema de saúde (diabetes, por exemplo), prefira ingerir pouco açúcar a grandes quantidades de adoçantes. Não é porque o produto é diet ou light que pode ser ingerido em quantidades maiores. Lembre-se de que a maioria dos adoçantes não é natural.

 

  • Alimentos light onde a quantidade de gordura foi reduzida são muito melhores para sua saúde do que os tradicionais. Leites, iogurtes, requeijão, queijos, maioneses, creme de leite, batatas fritas, pipocas com teores mais baixos de gordura devem ser preferidos àqueles tradicionais. Mesmo porque, geralmente esses alimentos acabam apresentando uma concentração maior de outros nutrientes importantes para nossa saúde. É o caso do cálcio em leite e derivados, que se apresenta geralmente em maiores quantidades nos produtos light. Mas lembre-se sempre: não é porque esses alimentos contêm teores menores de gordura que você vai sair comendo como um louco, por que o excesso também faz mal. Maionese, creme de leite, batatas e pipocas, por exemplo, não devem ser consumidos diariamente.

 

  • Refrigerantes e sucos diet ou light devem ser consumidos com moderação, principalmente aqueles em pó, que são puras misturas químicas. Lembre-se sempre, você trará inúmeros benefícios à sua saúde cada vez que trocar um copo dessas bebidas por um copo de suco natural, rico em nutrientes importantes para o seu organismo.

 

  • Para geléias, chocolates, gelatinas, doces em geral considerados diet, vale a mesma dica dos adoçantes.

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Dra. Jocelem Mastrodi Salgado
Profª. Titular de Nutrição – LAN/ESALQ/USP

http://www.emagrecer.com.br/

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Livro: A Nova Dieta dos Pontos – Dr. Alfredo Halpern



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O famoso programa ficou ainda melhor: você emagrece até 6 kg por mês - sem passar fome!- com uma única restrição: nada de gordura trans!



Brigadeiro, batata frita, pão de batata... Com a Dieta dos Pontos você emagrece comendo de tudo. Ops, quase tudo. A nova versão do programa tem uma única restrição: a gordura trans. E há boa razão para isso. Presente no rótulo de alimentos industrializados, como bolos e congelados, a gordura vegetal hidrogenada, nome completo da trans, eleva os níveis de LDL (colesterol ruim) e diminui os de HDL (colesterol bom).
Assim, facilita o entupimento das artérias e, consequentemente, o surgimento de doenças cardíacas. "Alguns estudos também mostram que quem excede no consumo de trans acumula mais gordura e tem mais di?? culdade para emagrecer", alerta Alfredo Halpern, autor do livro A Nova Dieta dos Pontos (Ed. Abril, R$ 24,90) e chefe do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ou seja, riscando essa substância do cardápio você soma saúde e acelera o emagrecimento! Então, prepare a calculadora e consulte as tabelas de alimentos para montar seu prato como e onde quiser - em casa, no restaurante por quilo e até no fast food.



Como funciona?

Para facilitar, no lugar de calorias você conta pontos (cada ponto vale 3,6 calorias). Se o objetivo é secar até 4 kg por mês, consuma até 320 pontos (o equivalente a 1 200 calorias) por dia. Quer potencializar o programa e eliminar até 6 kg? Pratique uma caminhada por uma hora, quatro vezes por semana. Dá para montar o prato do jeito que quiser.
Como a alimentação equilibrada é o segredo para emagrecer e ainda evitar o efeito sanfona, recomenda-se reservar entre 160 e 176 pontos (entre 50% e 60% do total de pontos) para os carboidratos (pães, massas, frutas, legumes, verduras e cereais – integrais, de preferência) e de 33 a 50 pontos (o que equivale de 10% a 15% do total) para as proteínas (carnes, grãos, leite e derivados). Já as gorduras (óleo, azeite, manteiga e castanhas) devem somar até 96 pontos (30% do total diário). E lembre-se: os alimentos geralmente levam gordura no preparo.



Trans, a única restrição
A Organização Mundial de Saúde (OMS) limita o consumo de gordura trans em até 2 g por dia. Para não extrapolar, a dica é sempre conferir o valor na embalagem do produto. Na tabela de pontos, há também uma referência aproximada do teor de trans em cada alimento. No diário onde anotar seus pontos, desenhe um quadrado dividido em quatro partes. Essa é a sua cota diária de gordura trans. Se o alimento tiver até 0,5g de trans, preencha uma parte. De 0,6 a 1g, duas partes. Se contém entre 1,1 e 1,5g, preencha 3 partes do quadrado. Mais de 1,6g de trans, pinte o quadrado inteiro e pare já!





Tabela de pontos



Confira os pontos correspondentes aos alimentos que você come no seu dia-a-dia





Na lanchonete ou supermercado


Barra de cereal 1 unidade: 25
Batata Ruffles® 1 pacote: 112
Bauru 1 unidade: 110
Big Mac® 1 unidade: 164
Bis® 1 unidade: 11
Bombom Sonho de Valsa®: 1 unidade 30
Cachorro-quente 1 unidade: 92
Cheesebúrguer 1 unidade: 120
Cheese salada 1 unidade: 160
Chiclete ou bala 1 unidade: 6
Chocolate ao leite em geral 100 g: 170
Coca-cola® light 1 lata: 0
Coca-cola® 1 lata: 38
Coxinha 1 unidade grande: 120
Croissant de queijo e presunto 1 unidade grande: 120
Croquete de carne 1 unidade grande: 90
Empada 1 unidade grande: 60
Enroladinho de queijo e presunto 1 unidade grande: 60
Fanta® 1 lata: 52
Guaraná® 1 lata: 40
Hambúrguer 1 unidade: 100
Misto-quente 1 unidade: 100
Paçoca 1 unidade pequena: 35
Pão de batata com requeijão 1 unidade grande: 60
Pão-de-mel 1 unidade: 50
Pão de queijo grande 1 unidade: 50
Pastel de carne 1 unidade grande: 87
Pastel de queijo 1 unidade grande: 94
Picolé de chocolate 1 unidade: 31
Picolé de frutas 1 unidade: 19
Pipoca de micro-ondas 1 xícara (chá): 20
Sorvete de massa 1 bola: 55
Torta de frango ou legumes 1 fatia pequena: 60



Aves


Almôndega de frango 1 unidade: 15
Coxa de frango com pele 1 média: 45
Coxa de frango sem pele 1 média: 25
Estrogonofe de frango 1 colher (sopa): 15
Filé de frango grelhado 1 filé médio: 45
Filé de frango à parmegiana 1 filé médio: 200
Hambúrguer de frango ou peru 1 unidade: 30
Nugget assado 1 unidade: 15
Peito de frango com pele 1 unidade: 45
Peito de frango sem pele 1 unidade: 23
Salsicha de frango ou peru 1 unidade: 15



Carnes


Almôndega 2 unidades: 45
Bife 1 médio :56
Bisteca de porco 100 g: 90
Bolo de carne 1 pedaço pequeno: 30
Carne de panela 3 fatias finas: 45
Carne de soja Porção de 150 g: 45
Carne moída 1 colher (sopa): 15
Carne-seca 1 colher (sopa): 23
Estrogonofe de carne 1 colher (sopa): 15
Hambúrguer 1 unidade: 30
Linguiça 1 unidade: 45
Salsicha suína 1 unidade: 30



Bebidas


Água-de-coco 1 copo de 200 ml: 10
Batidas 1 copo de 150 ml: 75
Caipirinha de limão com açúcar 1 copo de 200 ml: 49
Cerveja 1 lata: 40
Chá pronto industrializado 1 copo de 200 ml: 20
Milkshake de chocolate 1 copo grande: 170
Suco de laranja sem açúcar 1 copo de 200 ml: 30
Suco de limão sem açúcar 1 copo de 200 ml: 0
Suco de maracujá sem açúcar 1 copo de 200 ml: 7
Vinho branco ou tinto 1 taça de 120 ml: 30
Vodca 1 dose de 40 ml: 30



Bolachas


Biscoito de polvilho Pacote com 50 g: 60
Biscoito maisena 1 unidade: 8
Bolacha água e sal 1 unidade: 8
Bolacha recheada 1 unidade: 18
Waffle 1 unidade: 12



Cereais e farináceos


Amido de milho 1 colher (sopa): 20
Arroz branco 1 colher (sopa): 10
Arroz à grega 1 colher (sopa): 10
Arroz integral 1 colher (sopa): 10
Farelo de aveia 1 colher (sopa): 20
Farinha de trigo refinada 1 colher (sopa): 20
Fubá 1 colher (sopa): 20
Sucrilhos® 1 colher (sopa): 5



Churrasco


Alcatra 4 fatias finas: 56
Coração de galinha 1 unidade: 3
Fraldinha 3 fatias finas: 60
Linguiça 1 unidade: 45
Maminha 3 fatias finas: 45
Picanha 5 fatias finas: 100



Comida árabe


Arroz sírio 1 colher (sopa): 10
Charuto de uva 1 unidade pequena: 7
Coalhada seca 1 colher (sopa): 15
Esfiha de carne 1 unidade: 60
Kafta 1 unidade: 50
Quibe cru 1 colher (sopa): 25
Quibe frito 1 unidade: 90





Fonte: Site “M de Mulher”


A NOVIDADE DA DIETA DOS PONTOS

 

O arquivo para download não é o livro, é apenas um arquivo explicando as mudanças na Dieta dos Pontos.

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Ou

4Shared

* Recebi muitos comentários sobre os links não estarem disponíveis para download, porém, eles  estão funcionando perfeitamente. Clique nos botões, acima, e eles irão abrir o link com o arquivo para download. Quero lembrar não faço upload de nenhum arquivo, apenas coloco aqui os links para outras páginas disponíveis na net, então, é difícil saber quando eles não funcionam mais.

Entrevista: Sistema de Pontos para Emagrecer

 

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Sistema de Pontos

DrauzioQue tipo de orientação você dá aos pacientes? Você lhes diz o que e quanto podem comer por dia?
Halpern – Não gosto de dietas muito estruturadas. Por isso criei o Sistema de Pontos há mais de 30 anos.

Drauzio Em que consiste esse sistema?
Halpern - O Sistema de Pontos é uma filosofia, não uma dieta. Eu me formei em 1966 e, quando fui trabalhar no consultório, em 1969, já tinha feito residência em clínica médica, estava fazendo endocrinologia e aprendia de tudo, menos como resolver o problema da maioria de meus pacientes: o excesso de peso. Na verdade, de 70% a 80% da clientela de um endocrinologista é constituída por gente que quer emagrecer. Diante disso, pensei: já que o problema é esse, vou tentar resolvê-lo direito.
Naquela época havia pouco material sobre obesidade. Agora, há uma enxurrada tão grande que não é mais possível acompanhar tudo o que se publica a respeito do tema.
Observando o que acontecia, minha primeira conclusão foi que todo o mundo fazia uma dieta burra, parecida com a do Dr. Atkins: carne, verdura, duas colheres de arroz, uma de feijão, salada e quatro frutas por dia. Conseqüentemente, ninguém agüentava segui-la por muito tempo. Foi, então, que me surgiu a idéia de que uma dieta só funcionaria se o indivíduo pudesse comer de tudo e comecei a catalogar os alimentos atribuindo a cada um deles uma unidade chamada pontos. Não se trata de nenhuma novidade porque quem inventou os pontos foi Deus quando criou as calorias. Cada ponto vale 3,6 calorias. Atualmente, no meu site www.emagrecendo.com.br existem mais de 4.000 itens relacionados.
No Sistema de Pontos, a pessoa pode comer de tudo, mas precisa ir anotando o que comeu para controlar o número de pontos ingeridos num dia e que não pode ultrapassar uma quantidade previamente calculada de acordo com seu peso, idade, sexo e atividade física.
Não adianta nada a pessoa conhecer a tabela de pontos se não houver certa interação com uma nova filosofia que pressupõe conhecimento do processo e determinação.
Hoje vou comer feijoada, mas amanhã farei refeições menores para compensar. Nas dietas tradicionais o que acontecia? O sujeito quebrava o regime e comia feijoada. Pronto! Achava que tinha estragado tudo e desistia da dieta. No Sistema de Pontos, feijoada não é um prato proibido desde que no dia seguinte a pessoa consiga compensar a extravagância ingerindo menos calorias.


Quota pessoal de pontos

Drauzio Sou médico formado há mais de 30 anos e quando alguém me pergunta quantas calorias pode ingerir por dia não sei responder.
Halpern – Estabelecer esse dado é complicado e depende do peso, altura, sexo, atividade física e de quantos quilos a pessoa quer perder. A regra básica é que homens devem comer mais ou menos 30 calorias por quilo de peso. Se pesam 80kg, portanto, devem ingerir 2.400 calorias. Saber isso não adianta praticamente nada se a pessoa não souber quantas calorias cada alimento contém.
A imprensa vira-e-mexe pergunta: “Dr., o que a pessoa precisa fazer quando quer emagrecer?” E eu sempre respondo: Olhe, se fosse fácil, o Brasil inteiro seria um país de gente magra.
É difícil encontrar uma pessoa que não saiba que alimentos ricos em gordura e açúcar ajudam a engordar. No entanto, é preciso aprender a enfrentar esse inimigo para vencer a batalha, porque em algum momento ele vai aparecer na nossa frente.

DrauzioHoje o mercado de alimentos está inundado de alimentos diet e light. Esses alimentos podem ser ingeridos à vontade?
Halpern – Existe um estudo mostrando que o consumo de alimentos light e diet corre paralelo ao ganho de peso dos indivíduos. Claro que se trata de um viés na análise. O fato é que quem se preocupa com excesso de peso, isto é, 80% a 90% da humanidade, tende a escolher esse tipo de alimentos o que não quer dizer, porém, que possa comê-los ou bebê-los à vontade. Nada tenho contra eles, mas alguma coisa está errada. A oferta de produtos novos que se encaixam nessa categoria aumenta a cada dia, embora os casos de obesidade estejam crescendo assustadoramente.
Como médico, às vezes, me sinto frustrado. Há anos vou aos meios de comunicação, explico o que está acontecendo e alerto a população sobre os riscos dessa doença que é a obesidade. No entanto, me parece que as pessoas recebem uma informação diferente daquela que os médicos tentam transmitir.
Os laboratórios Roche e Abott, interessados no assunto porque produzem medicamentos para controle da obesidade, fizeram uma pesquisa para saber o que as pessoas pensavam a respeito do excesso de peso e por que queriam emagrecer. Descobriram que o motivo primordial não é a saúde. É a auto-estima. Elas querem sentir-se bem. Não pensam que podem morrer por causa da obesidade. Acham que isso não vai acontecer com nenhuma delas. Algumas chegam às minhas mãos em péssimas condições. Olho para elas e tenho a impressão de que não vão viver um ano. Estão com diabetes, pressão alta, colesterol elevado, respiram mal. Quando lhes pergunto como se sentem, invariavelmente respondem: “estou bem, doutor”. Não tenho dúvida, porém, de que se conseguirem emagrecer, o quadro clínico melhorará muito e sua qualidade de vida também.

Drauzio Sou corredor de maratona. Às vezes, fica difícil acreditar como certas pessoas com excesso de peso conseguem correr 42km sem parar. Essas pessoas precisam emagrecer?
Halpern – Essas pessoas diminuíram um fator de risco que é o sedentarismo, mas continuam expostas a outro fator de risco importante: a obesidade. De qualquer forma, se compararmos duas pessoas com os mesmos quilos a mais, a que não corre tem maior probabilidade de sofrer infarto ou derrame cerebral.

Drauzio Essa preocupação com o emagrecimento pode virar uma neurose. O indivíduo passa a vida perseguindo um peso ideal que nada tem a ver com suas características orgânicas.
Helpern – Em geral, é um peso inatingível. Existem pesquisas, e minha experiência não é outra, mostrando que as pessoas estabelecem como meta a atingir um peso impossível. Vamos citar um exemplo. O indivíduo pesava 100kg, emagreceu, chegou aos 80kg, mas quer pesar 65kg. Não está satisfeito apesar de ter perdido 20% do peso, o que lhe trará benefício enorme segundo todos os estudos a respeito do assunto. Se mantiver esse novo peso para sempre, seu caso foi um sucesso, mas ele se sente fracassado porque não conseguiu pesar o que havia previamente imaginado.

 


*Entrevista feita pelo Dr. Drauzio Varella ao Dr. Alfredo Halpern.

Fonte: http://drauziovarella.ig.com.br

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Saiba quais medicamentos podem causar ganho de peso

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Foram 62 dias internada em função de um problema renal, marcados por uma variação de peso de até 9kg por semana. A rotina de medicamentos de Juliana Lacerda, 30 anos, fez com que a secretária experimentasse o ganho de peso proporcionado pela ingestão diária de doses altas de um antiinflamatório. "Quando eles diminuíam a dose, eu chegava a perder até 4kg em uma semana", relembra. Assim como os derivados do medicamento tomado por ela - o corticóide -, remédios como pílulas anticoncepcionais, antidepressivos e algumas substâncias usadas no combate aos sintomas da menopausa encabeçam o rol das drogas que podem facilitar, e muito, o ganho excessivo de peso.

Antiinflamatório mais eficaz no tratamento de doenças crônicas como dermatite tópica, artrite reumatóide, além de contusões de joelho e problemas alérgicos (a exemplo da asma), o corticóide é o vilão no ganho de peso. "Pacientes que tomam doses altas de corticóide por um tempo prolongado podem ganhar até 20kg em um ano", comenta Ronaldo Jacob, endocrinologista e chefe do Ambulatório de Tireóide e Diabetes do Hospital Brigadeiro.
Esse ganho de peso se deve tanto à retenção de líquidos, como a um desequilíbrio metabólico. "O corticóide estimula o aumento do tecido gorduroso e a redução da massa muscular", explica o endocrinologista Lian Tock. Mas a variação do ponteiro da balança depende diretamente de uma série de fatores. Pré-disposição genética e dose do medicamento ingerida são as principais e mais relevantes. "Eu cheguei a tomar doses cavalares do corticóide, me senti muito inchada, principalmente nos dedos e nos pés. Tivemos de aumentar a carga de fisioterapia para estimular meu organismo", comenta Juliana.


Mas, o ganho de peso proporcionado pelo remédio pode ser sim reversível. Segundo o endocrinologista Jacob, a retirada do tratamento é suficiente para que a pessoa emagreça e tenda a voltar ao peso inicial. "Pode ser que ela não consiga emagrecer tudo o que ganhou sem a ajuda de uma dieta e exercícios físicos", salienta o médico. É que, como o corticóide desequilibra o metabolismo e aumenta o apetite, ele favorece uma deposição de gordura na região do tórax, principalmente. Aí, somente uma boa série de exercícios físicos e uma dieta balanceada para queimar as gordurinhas extras.

Pílula anticoncepcional, menopausa e diabetes


Apesar de ser o campeão no ganho de peso, o corticóide não é o único remédio que pode "destruir" sua silhueta. Ao lado dele, as glitazonas - usadas em pacientes com diabetes - também podem disparar o ponteiro da balança. "É importante frisar que qualquer aumento do peso um função de um remédio depende da predisposição genética. Alguns pacientes podem não engordar nada, enquanto outros engordam muito", reforça Jacob.
O efeito da glitazona está na aceleração da formação da gordura, que fica, em sua maioria, depositada na periferia do corpo: ela diminui a gordura visceral (mais prejudicial ao organismo), e aumenta a gordura subcutânea. Segundo o endocrinologista Lian Tock, isso acontece apenas quando há a ingestão de uma dose superior à indicada ao paciente.
Tock afirma ainda que alguns remédios usados para controlar os sintomas da menopausa (como as famosas ondas súbitas de calor) também favorecem o ganho de peso. "A substância tibolona, por exemplo, aumenta a retenção de líquido e o apetite", explica. O uso contínuo do medicamento pode significar em até 2kg extras por mês - um ganho acumulativo que pode acabar em obesidade.
Já as pílulas anticoncepcionais, por sua vez, favorecem a retenção de líquido. "No primeiro mês a mulher já percebe que está com retenção hídrica e inchada", comenta Tock. De acordo com o médico, a escolha do tipo certo, então, vai na tentativa de acerto e erro. É que apesar de algumas pílulas terem uma dosagem hormonal baixa, elas podem não ser eficientes para algumas mulheres. Daí, deve-se apostar, como última opção, naquelas de dosagem mais alta.

Drogas psicotrópicas


Alguns antidepressivos mais antigos, os chamados triciclos (a exemplo da imipramina, amitriptilina, cloroimipramina e desimiramina), agem diretamente no aumento do apetite do paciente. A comilança, que pode significar em um ganho de até 2,5kg por mês, pode ser controlada com uma dieta regrada e exercícios físicos regulares. "Mas há a opção dos antidepressivos mais modernos, eles raramente causam ganho de peso", explica o endocrinologista Lian Tock.
Alguns medicamentos, no entanto, têm ação variada dependendo da dose ingerida. É o caso da fluoxetina. De acordo com Tock, dosagens de 10 a 20mg por dia podem diminuir a compulsão por doces, colaborando até para a perda de quilinhos extras. Mas quando ingestão diária pula para 60mg, a substância pode aumentar a ansiedade, fazendo com que a pessoa coma mais.
Os antipsicóticos (usados no tratamento da esquizofrenia), os antiepiléticos e a cinarizina (indicada para casos de labirintite) também são sinônimos de uma "fome de leão". "Esses medicamentos interferem na ingestão alimentar, quer por aumentar a fome ou por diminuir a saciedade", complementa Lian Tock.

 

Fonte: http://www.terra.com.br/saude/

Dietas Restritas - Solução para o Excesso de Peso?


Na trilha do emagrecimento, é difícil encontrar pessoas que não tenham experimentado dietas restritas, em busca de dormirem obesas e acordarem magras

 

A promessa de emagrecimento rápido e sem sacrifícios é encantadora atraindo os que esperam resolver o problema do excesso de peso de uma hora para outra, sem mudanças de comportamento em relação à alimentação e ao exercício físico.
Existe uma infinidade de opções disponíveis em revistas, na TV ou em impressos que ninguém sabe de onde surgiram mas que estão espalhados por todos os lugares.

As dietas vão desde Dieta da Sopa, do Abacaxi, das Proteínas, dos Shakes até a Dieta da Lua, da USP e do Tipo Sangüíneo.

Em meio a tanta dieta, surgem as seguintes indagações: esses regimes funcionam mesmo? E principalmente: eles são capazes de manter o peso perdido para sempre? Saiba como agem as dietas restritas e qual é a melhor maneira de perder peso de forma saudável, lendo a matéria abaixo.

A obesidade é uma doença que demora para se instalar no organismo, do mesmo modo que o seu tratamento também leva tempo para obter resultados satisfatórios ainda mais, quando se procura emagrecer de forma gradual e sem prejuízos à saúde.

É preciso que as pessoas tenham consciência de que uma perda de peso repentina dificilmente será mantida por muito tempo.

O controle da obesidade é a longo prazo pois, implica em mudanças de hábitos inadequados, muitas vezes, trazidos da infância e que estão arraigados.

Daí a necessidade de empenho e força de vontade permanentes.

As dietas rígidas, por serem muito restritas em calorias, possibilitam a perda de peso a curto prazo, em contrapartida, apresentam uma série de desvantagens.

Em primeiro lugar, são desbalanceadas por terem como base um único alimento ou um grupo restrito de alimentos sendo, portanto, difíceis de serem seguidas por um tempo prolongado, uma vez que são pouco variadas, tornando a alimentação monótona e sem graça.

A restrição severa pode causar também deficiências de certos nutrientes, já que todos os grupos de alimentos devem estar presentes diariamente na dieta para haver equilíbrio pois, cada um é responsável pelo fornecimento de nutrientes específicos.

Um único alimento não consegue suprir todas as substâncias necessárias para o perfeito funcionamento do organismo.

Segundo, que não ensinam o indivíduo a saber escolher os alimentos certos e nem educam a comer de forma correta, diminuindo na quantidade dos mais calóricos e gordurosos.

Então, quando a dieta é interrompida, os quilos perdidos são facilmente recuperados.

Em alguns casos, a pessoa até adquire um peso maior do que quando iniciou o regime.

Por último, essas dietas propõem uma redução drástica nas calorias totais diárias e longos períodos de jejum ao longo do dia, o que acaba desencadeando desconfortos em quem está seguindo, como tontura, dor de cabeça, ansiedade, irritação.

Isso porque passar várias horas sem se alimentar causa hipoglicemia, ou seja, redução na taxa de açúcar no sangue.

Mas por que essas dietas fazem sucesso com o público, se apresentam tantas desvantagens? Por que a cada dia aparece um novo tipo no mercado e os fabricantes têm maior lucro com o aumento de venda de tais produtos? Tudo que é muito fácil e parece milagroso, não deveria merecer desconfiança do consumidor?

O que se observa é que as pessoas, apesar de saberem por experiências anteriores que essas dietas não dão resultados permanentes, preferem se iludir, pagando um preço alto para adquirir os produtos e logo depois, abandonam o tratamento sem conseguir atingir o objetivo.

Além disso, os apelos da mídia em torno desses produtos é forte, sugerindo um emagrecimento imediato e sem esforço, que acabam convencendo os que desejam emagrecer rapidamente para entrar no vestido ou no terno de casamento e da formatura.

Para tratar a obesidade não existem segredos e nem milagres.

A alternativa mais segura e confiável para emagrecer de forma lenta porém, permanente, é a educação alimentar associada à prática regular de atividade física e ao acompanhamento psicológico, quando necessário.

O exercício físico é bastante importante para o sucesso do tratamento.

Somente com dieta, a perda de peso torna-se mais demorada.

A atividade física tem um papel fundamental no aumento do gasto de energia e na queima da gordura acumulada, acelerando o emagrecimento, além de promover o aumento da massa muscular, evitando a flacidez comum nos casos em que a diminuição no peso é acentuada.

Se você já fez ou faz uso de dietas restritas com o intuito de emagrecer, reflita melhor se vale a pena arriscar sua saúde, pagar caro e ainda não ter garantida a perda de peso definitiva.

Invista num plano alimentar equilibrado, exercite-se regularmente e siga firme, superando as dificuldades, modificando gradativamente os hábitos incorretos, mas ciente de que, apesar do caminho mais longo, adquirir um estilo de vida saudável, além de permitir a chegada no peso desejado, trará benefícios permanentes para a sua saúde!

Fonte: Site “Cyber Diet
Coluna assinada por:

Milena Lima

Nutricionista formada pela
Universidade Católica de Santos
CRN-3 14.100

Leguminosas: você sabe o que são?

 

Embora muitas pessoas acreditem que leguminosas são legumes, isto não é correto, na realidade, leguminosas são: feijões (preto, mulatinho, manteiga, carioca), grão-de-bico, ervilha, soja, lentilha, fava e tremoço

 

Para simplificar, todos os grãos produzidos em vagens são conhecidos como leguminosas. Se você aprecia estes alimentos, saiba que a tradicional combinação 'feijão com arroz' do dia-a-dia é mais nutritiva e balanceada do que se imagina.

As leguminosas são mesmo nutritivas?

As leguminosas são importantes por conterem carboidratos, que garantem energia para o funcionamento do corpo e do sistema nervoso e, também, proteínas, que são 'construtoras de tecidos' no organismo. Mas, as
vantagens das leguminosas não acabam por aqui, seu alto teor de ferro, vitaminas tipo B e fibras - que fazem o seu intestino funcionar bem - tornam este alimento muito nutritivo

Que o feijão é um alimento fonte de ferro é verdade, porém, cabe uma consideração: por ser de origem vegetal, ele é pouco aproveitado pelo organismo. Procure, portanto, sempre consumi-lo com alimentos fontes de vitamina C, como suco de frutas cítricas (laranja, limão, acerola, goiaba), pois esta vitamina dá 'um empurrãozinho' para o ferro ser absorvido no intestino.

O valor calórico deste alimento não é alto, considerando suas ótimas propriedades nutricionais.
Confira a tabela de calorias :

 

Leguminosa
(Quantidade - 3 colheres de sopa)

Valor Calórico(kcal)
Ervilha cozida sem caldo 70
Feijão cozido com caldo 48
Feijão cozido sem caldo 83
Grão-de-bico cozido sem caldo 119
Lentilha cozida sem caldo 78
Soja cozida sem caldo 94
Tremoço - aperitivo 293

 

Mas, tenha cuidado ao preparar grão de bico, lentilhas, ervilhas ou feijão, pois eles são geralmente consumidos com ingredientes muito gordurosos como bacon e lingüiça (paio), que aumentam muito o valor energético da receita, além de fornecer gorduras saturadas e colesterol, grandes inimigas da sua saúde. Prefira, assim, prepará-los com cebola, alho, sal e temperos de sua preferência.

Um pouco de história

As leguminosas realmente fizeram e fazem parte da história das civilizações. O feijão, juntamente com o milho, foi a base da alimentação primitiva dos povos incas, astecas e maias. Segundo conta a lenda, a lentilha é a mais antiga leguminosa consumida pelos povos do Mediterrâneo, que apreciavam a combinação deste alimento com trigo e cevada. Finalmente, na Ásia, conhecida por 'sustentar' o corpo, a soja é consumida com arroz há centenas de anos.

Arroz com Feijão: uma dupla perfeita

Não é por acaso que as leguminosas e os cereais (arroz, milho, cevada, trigo) se combinam em diversas refeições do mundo, mas sim porque, se consumidas em uma mesma refeição o organismo é capaz de aproveitar parte das proteínas (aminoácidos) destes dois alimentos. Como os aminoácidos das leguminosas são diferentes dos presentes nos cereais, juntos eles constituem uma proteína completa, daí a importância nutricional desta combinação tipicamente brasileira: 'arroz com feijão'.

As pesquisas revelam que a população brasileira está deixando de lado o hábito de consumir leguminosas e cereais, nos últimos anos. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o consumo médio diário destes alimentos por pessoa, passou de 120g (em 1987) para 107g (em 1996).

A produção de feijão no Brasil vem crescendo bastante, mas os brasileiros estão deixando de encher o prato com este alimento em troca de sanduíches, pizzas, salgadinhos e outros alimentos comercializados nas redes de fast food, que são geralmente pobres em fibras e nutrientes.

 

Fonte: Site “Cyber Diet”

Coluna assinada por:
Roberta Stella

Nutricionista formada pela
Universidade de São Paulo (USP).

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Importância dos Antioxidantes no Exercício Físico

 

alimentação

 

Entenda a ação dos radicais livres no organismo.

 

As células do organismo necessitam de uma fonte constante de oxigênio para converter o alimento consumido em energia. A queima de oxigênio, entretanto, libera radicais livres, moléculas independentes altamente reativas, que exercem um papel importante ao nosso organismo e participam de processos fisiológicos. No entanto, quando ocorre um aumento excessivo na sua produção ou diminuição de agentes antioxidantes, essas moléculas passam a ter um efeito prejudicial no organismo.


O exercício físico potencializa a formação de radicais livres e quando a produção desses radicais livres ultrapassa a capacidade de defesa antioxidante do organismo, estabelece-se a condição conhecida como “estresse oxidativo”. Além da participação na gênese de diversas doenças, o estresse oxidativo no esportista pode aumentar a incidência de diversas lesões, alterar o sistema imunológico e reduzir o desempenho. As moléculas antioxidantes com carga positiva se combinam com os radicais livres, de carga negativa, tornando-os inofensivos. Portanto, uma dieta rica em antioxidantes é a recomendação mais prudente para minimizar a ação “venenosa” dos radicais livres.


Principais antioxidantes:


• Vitamina C: encontrada em grande quantidade nas frutas cítricas e vegetais verdes escuros (laranja, limão, lima, acerola, caju, kiwi, morango, couve, brócolis, tomate);
• Vitamina E: especialmente no germe de trigo e óleos vegetais;
• Vitamina A: alimentos como a cenoura, abóbora, fígado, batata doce, damasco seco, brócolis, melão;
• Selênio: um mineral encontrado na castanha do Pará, alimentos marinhos, fígado, carne e aves;
• Zinco: outro mineral presente principalmente nas carnes, peixes, ostras e crustáceos;  Bioflavonóides: encontrados em frutas cítricas, uvas escuras e vermelhas, chá verde;
• Licopeno: principalmente no tomate;
• Isoflavonas: encontradas na soja;
• Catequinas: presente em frutas da família do morango, uva e chá verde (Camelis Sinensis);
• Ácido fenólico: encontrado na uva, morango, brócolis, repolho, cenoura, frutas cítricas, berinjela, tomate e grãos integrais;
• Ácidos graxos ômega 3: linhaça, peixes;
• Curcumina: encontrado no açafrão e cominho;
• Betacaroteno: vegetais verdes escuros e amarelo-alaranjados; cenoura, mamão, etc.

Sugestão de Bebida Esportiva Antioxidante (Pré exercício):

- Maltodextrina (30g)
- Suco de uva orgânico
- Chá Vermelho (Camelis Sinensis)

 

por: Luana Grabauskas

Site: Emagrecendo.com.br

terça-feira, 14 de abril de 2009

LIVROS COLEÇÃO COMIDA QUE CUIDA - Volume 1 (Dieta para Câncer), Volume 2 (Dieta para Diabetes) e volume 3 (Dieta para Coração)

 

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Comida que Cuida Vol. 1 (Câncer) – dicas de alimentação durante o tratamento do câncer, já está em sua terceira edição. O objetivo do livro é orientar o leitor-paciente a se alimentar bem e a se cuidar para superar rapidamente a fase difícil que é o tratamento. Isso porque muitos pacientes se afastam da comida: alguns perdem o olfato, outros têm o paladar alterado ou reclamam do gosto metálico persistente na boca, por exemplo. Para enfrentar o mal-estar causado pela quimio ou radioterapia e estimular o paciente a se alimentar, segundo o livro, é preciso entender por que e quando o corpo precisa de determinado alimento, além de conhecer certos nutrientes que podem ajudar a contornar os enjôos, a diminuir o desconforto e as reações causadas pela medicação.Assim, por meio de uma linguagem simples e acessível, o livro aponta dicas de alimentação, sugere alternativas no preparo dos pratos, explica como e onde usar certas especiarias para tornar os pratos mais aromáticos e apetitosos e, ainda, traz dietas e receitas preparadas por nutricionistas.

 

comida que cuida vol 2

Comida que Cuida Vol. 2 (Diabetes) – O prazer na vida e na mesa de quem tem diabetes vale-se de uma linguagem acessível para abordar as dificuldades enfrentadas pelo diabético diariamente, estabelecendo um diálogo franco e aberto tanto com adolescentes, jovens e adultos que convivem há anos com a doença, como também com aqueles que acabaram de receber o diagnóstico e acreditam que suas vidas perderam a graça e o sabor? A obra reúne cerca de 70 receitas, inclusive sobremesas, e dá dicas de como se alimentar fora de casa ou em ocasiões especiais sem transgredir as regras básicas de alimentação que diabéticos precisam seguir.O livro conta, ainda, com depoimentos de pessoas com diabetes e de endocrinologistas brasileiros especialistas no tema, desmistificando velhos conceitos sobre a doença, que vem ganhando proporções de epidemia no mundo inteiro.


comida que cuida vol 3 

Comida que Cuida Vol. 3 (Coração) - Receitas e histórias para você fazer as pazes com o seu coração tem formato de almanaque e traz textos compactos, com tom bem-humorado e positivo. O livro traz histórias de donos de corações sofredores, abusados ou displicentes, famosos e anônimos, que conduzem o leitor a uma auto-reflexão sobre o que tem maltratado e o que pode fazer bem ao coração. Do estresse ao cigarro, passando pela vida sedentária e o perigo do excesso de gorduras e sal na alimentação, cada tema é abordado de forma didática e enxuta, derrubando velhos mitos e reforçando aos pacientes e aos seus familiares a importância de rever o estilo de vida como primeira providência para evitar novos sustos com o coração.

 

DOWNLOAD

 

Fonte: Site “Palacio Download”

Quando você quer entrar em forma?

 

boa forma 

 

Estipular uma data e uma meta é essencial!

 

Idealizar atitudes e ter a consciência da real condição para entrar em forma é o primeiro passo para atingir a meta. O alvo precisa ser bem programado para que não haja desistência no decorrer do caminho. Estipular uma “data comemorativa” é como batizar tal dia e incluir um significado importante a ele. Para alcançar o efeito esperado é indispensável dedicação e comprometimento.

Se você quer reduzir as indesejáveis gordurinhas localizadas e pneuzinhos até determinada época (ou dia), saiba que o tempo é precioso. Obviamente não será possível atingir resultados grandiosos em semanas, já que não existe um fórmula milagrosa que fará você entrar num programa de treinamentos do tipo “intensivão de um mês”. Entretanto, com empenho é plenamente razoável conseguir “enxugar” um pouco as medidas, perder alguns quilinhos e melhorar a condição física com a ajuda dos exercícios regulares.

Se você pretende trocar alianças, festejar seu aniversário, ou fazer aquela viagem de férias para o litoral com a confiança elevada, atente-se a algumas dicas baseadas nas orientações de profissionais da área. Confira:


1-    Para os sedentários (pessoas que não possuem o hábito de praticar atividades), o ideal é iniciar um programa que inclua exercícios aeróbicos a cada três vezes por semana, com tempo de duração de no mínimo 20 minutos (de intensidade moderada, ou seja, atividade constante);
2-    Caminhar, andar de bicicleta e até mesmo dançar são boas opções. O gasto energético de cada indivíduo varia de acordo com diversas características, como peso, altura, sexo, etc. No entanto, como referência, uma pessoa de 60 kg de peso corporal e que realize meia hora de caminhada gasta por volta de 150 kcal. Se ela preferir dar algumas pedalas, conseguirá uma queima calórica aproximada de 130 kcal (caso a opção seja a bicicleta ergométrica, o gasto energético fica por volta de 250 kcal).

 

Lembre-se: Uma alimentação balanceada e saudável é fundamental na redução de calorias e gordura. Um dos segredos do emagrecimento é conseguir fazer essa conexão entre as calorias ingeridas com a quantidade de calorias gastas nos exercícios, já que a atividade física representa apenas de 10 a 40% do gasto calórico diário. Portanto, se você ainda não faz parte do Emagrecendo, comece agora! As orientações nutricionais serão fundamentais para que o seu sucesso seja alcançado!

 

por: Dionisio Alexandrini Neto
Site: Emagrecendo.com.br

Índice glicêmico : o amigo da dieta!

 

indice_glicemico

 

Ao nos deliciarmos com uma saborosa fatia de bolo ou com aquela macarronada de domingo, dá-lhe caloria! Onde vai parar tanto carboidrato? No sangue, trazendo oscilações no índice glicêmico, que mede a quantidade de açúcar na corrente sangüínea e pode, inclusive, estar diretamente ligado ao pesadelo dos quilos a mais.

Funciona assim: na digestão, os carboidratos são transformados em glicose, mais facilmente absorvida pelo organismo. Ela cai, então, na nossa corrente sangüínea, onde é levada para o corpo inteiro, servindo como fonte de energia. Mas, em excesso, já sabe, pode engordar!

Além disso, a velocidade com que a glicose vai parar no sangue também é um fator importante para entender o sobrepeso. E é aí que entra o índice glicêmico. Ele é a capacidade que o alimento tem de aumentar os níveis de glicose no sangue (glicemia).

Quando o alimento é de alto índice glicêmico, sua absorção é mais rápida, aumentando rapidamente a glicemia. Resultado: maior deposição de gordura e sensação de fome precoce. Ou seja, engorda mais. Além disso, os alimentos de alto índice glicêmico podem elevar os níveis de triglicerídeos.

Agora, pelo contrário, os de baixo índice são absorvidos de forma mais lenta, o que significa melhor aproveitamento da glicose e maior sensação de saciedade. Assim, esses alimentos engordam menos.

Para termos mais saúde e evitar o ganho de peso, devemos, portanto, optar pelos alimentos com baixo índice glicêmico e reduzir o consumo daqueles de alto índice. Veja abaixo o que manter e o que cortar do seu cardápio:

- Alimentos de baixo índice glicêmico: arroz, pão e macarrão integrais, feijão, lentilha, grão de bico, quinoa, acerola, ameixa, goiaba, limão, maçã, maracujá, morango, pêssego, pêra, tangerina.

- Alimentos de alto índice glicêmico (evitar!): farinha branca, biscoitos (prefira os integrais), pão francês, pão branco, macarrão comum, massas em geral, arroz branco, batata, aipim, mandioca, caqui, fruta-do-conde, manga, uva.

tabela_iglicemico

 

Dica: sempre que você consumir um alimento de alto índice glicêmico, tente acompanhá-lo de fibras, presentes nos vegetais. Elas deixam a absorção dos carboidratos mais lenta – e, portanto, melhor aproveitada pelo organismo.

A partir de agora, pense, então, não somente nas calorias, mas também no efeito do alimento no seu organismo. Muitas vezes é isso que faz a diferença!

 

Por Andressa Jasmin
andressa@bemleve.com.br

Site: Emagrecendo.com.br

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