domingo, 12 de agosto de 2012

Farinhas de frutas: quais são as principais

 

As farinhas de frutas, nada mais são que as cascas de frutas fragmentadas. E cada casca uma proporciona um benefícios diferente. Confira as principais farinhas de frutas:

 

As frutas são ricas em vitaminas, minerais e fibras, e, sendo assim, são alimentos essenciais no nosso dia a dia. Tanto é que a OMS (Organização Mundial da Saúde) aconselha a ingestão de quatro porções de frutas e verduras ao dia. No entanto, em muitos casos, os benefícios ficam mais concentrados na casca do que na fruta em si. Então como aproveitar todos os benefícios?

Não convém comer a casca de laranja e banana por mais vitaminas, minerais e fibras que proporcionam. É por isso que existem as farinhas de frutas, que são as cascas de frutas fragmentadas. E cada casca uma proporciona um benefícios diferente. Confira as principais farinhas de frutas:

Farinha de uva vermelha

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Segundo nutricionistas, o ideal é ingerir de 2 a 3 colheres por dia de farinha de frutas. (Foto Divulgação)

É um antioxidante natural que impede problemas vasculares e cardíacos por conter resveratrol. O ingrediente também ajuda a atenuar as percentagens do mau colesterol.

Farinha de banana

499736 verde m Thinkstock e Getty Images Farinhas de frutas: quais são as principais

A farinha de banana, por exemplo, pode ser misturada com alimentos salgados. (Foto Divulgação)

É rica em fibras de amido conservado, que ajuda na perda de peso e no bom desempenho do organismo. É ótima para diabéticos, porque controla a velocidade de entrada dos carboidratos.

Farinha de maracujá

499736 farinha de maracuja Farinhas de frutas: quais são as principais

Também é possível fazer um mix de farinhas e combinar com o alimento de sua escolha. (Foto Divulgação)

Possui pectina que dificulta a entrada de gorduras pelo intestino e, consequentemente, ajuda na perda de peso e na redução do mau colesterol.

Farinha de laranja

499736 laranja Farinhas de frutas: quais são as principais

As farinhas de frutas podem ser compradas em lojas de produtos naturais ou também ser trituradas em casa. (Foto Divulgação)

Além de ser rica em pectina e fibras naturais ainda reduz o apetite, regula o desempenho do intestino, colabora para a diminuição do colesterol e ainda acelera o metabolismo.

Farinha de maça

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A farinha de maçã pode ser combinada com alimentos doces. (Foto Divulgação)

É rica em pectina e tem ação de saciedade.  Reduz a incidência de problemas cardíacos e colesterol. Possui ácido málico, que reduz dores articulares e ainda o pH do sangue.

Conforme nutricionistas, o ideal é ingerir de 2 a 3 colheres por dia de farinha de frutas, porém de forma contida para evitar problemas intestinais, já que possui bastante fibras.

Dica:  É conveniente combinar o ingrediente com leite, suco, iogurte, salada e até feijão e sopas.

A farinha de banana, por exemplo, combina com alimentos salgados e a de maçã com alimentos doces. No entanto, tudo depende do gosto do indivíduo. Também é possível fazer um mix de farinhas e combinar com o alimento de sua escolha.

As farinhas de frutas  podem ser compradas em lojas de produtos naturais ou também ser trituradas em casa. Para isso, é preciso antes, higienizar a casca, colocar para assar um forno baixo por 30 a 40 minutos e depois bater bem no liquidificador.

 

FONTE: http://www.mundodastribos.com/

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Entenda a Dieta do Índice Glicêmico

 

 

ig, insulina e proteínas estão relacionados com o resultado que você tem na balança

Modelo de dieta também pode ser indicado para diabéticos.

Fonte: Dra. Graciele Tombini

  • 1 O que é índice glicêmico?

    O Índice Glicêmico dos alimentos é o tempo que um alimento demora para se transformar em açúcar no nosso corpo. Alimentos que digerem rápido como, por exemplo, alimentos sem fibras (batata inglesa é um exemplo) viram rapidamente açúcar. Estes alimentos aumentam bastante a insulina no nosso corpo e isto faz com que se depositem na forma de gordura.

  • 2 Quais os benefícios da dieta de baixo IG?

    Esta dieta leva a uma melhora nos níveis de colesterol e triglicerídeos. É indicada não só para quem quer emagrecer, mas também para diabéticos, que vivenciam melhora no controle glicêmico (nível de glicose no sangue). Há comprovação de que a dieta com baixo IG aumenta a saciedade, isto é diminui a sensação de fome.

  • 3 IG x acúmulo de gordura

    Quanto mais rápida for a conversão do carboidrato em glicose, maior será seu IG e, conseqüentemente, maior será o pico de insulina pós-refeição. A insulina é o hormônio que faz o transporte da glicose sanguínea para dentro da célula. Logo, se este processo for muito rápido, a glicose excedente se transformará em gordura, ao passo que, se for lento, a glicose vai ingressando na célula numa velocidade em que também vai sendo consumida - em vez de virar gordura.

  • 4 O Índice Glicêmico dos alimentos

    O IG dos alimentos varia, não apenas conforme a sua qualidade, mas também de acordo com sua forma de preparo e com a combinação de alimentos que são consumidos em uma mesma refeição.  Sabemos que o IG do purê de batata, por exemplo, é maior do que o IG da batata cozida. Isto porque o purê tem uma absorção mais rápida. Também se a refeição completa tiver mais fibras, diminuirá o IG dos alimentos consumidos, pelo mesmo mecanismo justificado acima.

  • 5 A importância das proteínas na dieta do IG

    É importante ressaltar que a quantidade de proteína importa na dieta do baixo IG. A proteína dificulta a digestão dos alimentos, baixando o IG deles. Para aumentar o teor de proteínas na dieta de Paula, a Dra. Graciele incluiu Whey Protein (proteína do leite). Entenda como ela funciona.

 

FONTE: http://gnt.globo.com

Dormir muito ajuda a perder peso, diz estudo

 

Pesquisadores alemães e suecos descobriram que dormir pouco aumenta a fome e diminui a quantidade de calorias queimadas pelo corpo

 

Sono (Foto: SXC)(Foto: SXC)

Pesquisadores das universidades de Tubingen e de Lubeck, ambas na Alemanha, e da Universidade de Uppsala, na Suécia, concluíram que o sono está diretamente ligado ao controle do peso do corpo humano. De acordo com o estudo, o tempo que dormimos afeta não só a nossa fome, mas também a quantidade de calorias que nosso corpo queima.

Nos últimos anos, diversas pesquisas científicas sugeriram que noites curtas de sono aumentam o risco de ganhar peso e de desenvolver doenças como diabetes, por exemplo. O novo estudo, porém, analisou o efeito de dormir pouco sobre a fome, a atividade física e a energia consumida pelo corpo – em curto prazo.

Por meio de diferentes testes, os pesquisadores descobriram que a privação de sono aumentou a fome dos participantes e elevou a quantidade de grelina – o “hormônio da fome” – em seu sangue. Ou seja, quanto menos a pessoa dormia em uma determinada noite, mais fome ela sentia no dia seguinte.

Além disso, eles perceberam que o sono aumenta a quantidade de energia consumida pelo corpo. Em outras palavras, quanto mais a pessoa dorme, mais calorias o corpo queima.

Em resumo, o estudo concluiu que dormir pouco leva o ser humano a comer mais, já que sente mais fome. Este fato isolado já nos leva a ganhar peso ao longo do tempo. No entanto, dormir pouco também leva nosso corpo a queimar menos calorias, o que contribui para o aumento de peso.

A pesquisa, financiada pela Fundação Alemã de Pesquisa (DFG, na sigla em alemão), será apresentada durante o 20º Encontro Anual da Sociedade de Estudo do Comportamento Digestivo (SSIB, na sigla em inglês), que acontece neste mês em Zurique, na Suíça.

 

FONTE: REDAÇÃO ÉPOCA - http://revistaepoca.globo.com

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Pizzas light para não estragar a dieta?

pizza_light_2m

Sim, é possível! Aprenda o passo a passo

Por Fernanda Iarossi

Massa de pizza light (use com os recheios abaixo)

Ingredientes

> ½ xícara (chá) de leite desnatado

> 2 colheres (chá) de margarina light

> 1 colher (sopa) de fermento em pó

> 1 xícara (chá) de farinha de trigo

> 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo
Amasse todos os ingredientes com as mãos, até ficar homogêneo. Divida a massa em 4 partes e abra com um rolo. Leve os discos de pizza ao forno médio, preaquecido, por 12 minutos.

 

Pizza de queijos com rúcula

Recheio

> 3 tomates picados sem pele e sem sementes

> Sal a gosto

> 1 colher (sopa) de orégano

> 100 g de queijo cottage

> 100 g de queijo mussarela ralado

> Folhas de rúcula

Modo de Preparo
Tempere os tomates com sal e orégano. Espalhe sobre os discos já assados, distribua o queijo cottage e a mussarela e coloque as folhas de rúcula. Leve ao forno novamente, até que os queijos derretam e sirva em seguida.

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Pizza Juquehy

Recheio

> 300 g de alface americana

> 150 g de palmito

> 100 g de tomate-cereja

> 200 g de queijo brie em fatias finas

Molho

> 200 ml de azeite extravirgem

> 60 ml de mel

> 40 ml de mostarda

> 5 ml de suco de limão

Modo de Preparo
Misture a alface, o palmito, o tomate e espalhe igualmente sobre os discos. No micro-ondas, derreta as fatias do queijo brie e, com ajuda de uma espátula, distribua pela massa. Para finalizar, misture o azeite, o mel, a mostarda e o suco de limão, bata bem com um fuet (batedor de ovo) até ficar homogêneo e espalhe sobre a pizza. Leve ao forno por mais 8 minutos e sirva.

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Pizza light com carpaccio

Recheio

> 12 fatias de carpaccio

> 150 g de alface americana

> 150 g de rúcula

> 100 g de palmito

> 50 g de cenoura

> 100 ml de molho de carpaccio

> 50 g de queijo parmesão

> Alcaparras a gosto

Modo de Preparo
Distribua as fatias de carpaccio sobre a massa. Em seguida, misture a alface, a rúcula, o palmito, a cenoura, o molho e espalhe igualmente sobre o disco. Para finalizar, salpique parmesão e alcaparras. Leve ao forno por mais 8 minutos e sirva.

Receitas de Sheiza Bianchi e Pizzaria Soggiorno

Fonte:http://revistashape.uol.com.br/

Bomapetite5

Pra ter uma vida saudável é preciso de suplementos?

 

Eles estão na moda. Mas antes de correr até a farmácia mais próxima para comprar o seu, faça o teste e descubra se é realmente necessário lançar mão deles ou se a alimentação já supre suas necessidades diárias

por Liana Pires | fotos Marcelo Resende produção Janaína Resende

 

Cada vez mais populares, os suplementos de vitaminas e minerais fazem parte da rotina de milhões de pessoas em todo o mundo. A função dessas pílulas é suprir a deficiência de certos nutrientes de que o corpo precisa.

Se bem empregadas, elas melhoram o rendimento no trabalho, nos estudos e nas atividades físicas, além de garantir maior disposição para realizar tarefas cotidianas. Adultos, crianças e até idosos podem consumi- las, desde que sejam prescritas por um médico ou nutricionista.

O endocrinologista Carlos Alberto Cruz Mello, de São Paulo, diz que os suplementos são indicados para remediar as carências nutritivas de quem se alimenta mal ou de atletas que não conseguem repor o que foi gasto apenas com a alimentação.

"Seu uso deve ser feito em situações especiais, como deficiência causada por doença ou situação momentânea de saúde. Esportistas com grande carga também são candidatos", explica Israel Adolfo Busto, nutricionista do esporte e especialista em fisiologia do exercício, de São Paulo (SP).

Nutrientes em falta
Com os cuidados necessários, a suplementação pode ser aliada da boa saúde, fazendo os processos metabólicos que usam vitaminas e minerais funcionarem perfeitamente. Quando esses nutrientes estão em falta, o corpo age mais lentamente, e só não para porque há um estoque.

Apesar de os nutrientes em forma de pílula estarem na moda, especialistas em nutrição são unânimes em dizer que a suplementação não substitui a ingestão de frutas, verduras e legumes de três a seis porções por dia. Eles contêm naturalmente todas as substâncias que o organismo precisa. Por exemplo: figo, abacaxi, beterraba, alcachofra, abacate e quiabo são ricos em magnésio; a banana tem muita vitamina B6; enquanto todas as frutas consumidas com casca, como maçã e pera, possuem fibras.

"Os complementos oferecem quantidades altas - totais ou acima da recomendação - de nutrientes. Associados à alimentação, podem gerar uma ingestão excessiva que causa riscos ao organismo", explica o nutricionista clínico e esportivo Patrick Lima, de São Paulo (SP). Entre os problemas que a ingestão desnecessária de suplementos pode trazer estão: toxidade, falha na absorção de outras vitaminas e minerais, acne, seborreia, esterilidade, saturação dos rins e do fígado e estresse no sistema cardiovascular.

Por isso, nada de se render a modismos ou comprar aquela cápsula que está fazendo milagres pela saúde de uma amiga. Além dos danos físicos, pesquisas da American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS) indicam que os suplementos em excesso podem causar agressividade, mudanças de personalidade, euforia, depressão, agitação e insônia, além de agravar doenças preexistentes.

Quem precisa deles
O nutricionista do esporte Israel Adolfo Busto esclarece para quem e quando é recomendada a ingestão de suplementos

Crianças: devem recorrer aos suplementos desde que estejam com carências nutricionais, como anemia por deficiência de ferro.

Grávidas: geralmente nessa fase é necessária a suplementação de alguns elementos, como o ácido fólico, primordial para a formação do sistema nervoso, e o ferro, para a produção de hemoglobina.

Idosos: podem usar suplementos quando sofrem por doenças causadas devido a carências nutricionais, como é o caso da osteoporose, que ocorre pela baixa ingestão de cálcio.

Mulheres na menopausa: a prevenção deve começar antes dessa fase, que ocorre por volta dos 45 anos. Quando isso não é feito, é necessária a complementação de cálcio, pois sua falta pode acabar culminando com a osteoporose.

Vegetarianos: podem sofrer deficiências de vitaminas contidas na carne, como as do complexo B, mais especificamente a B12. Ela pode ser reposta com suplementação ou com alimentos específicos, como o lêvedo de cerveja.

Teste seu organismo

Dentre tantas opções disponíveis nas prateleiras das farmácias, como saber qual é a melhor? Só um médico ou nutricionista é capaz de avaliar as necessidades de cada pessoa, afirma Jomar Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE).

Segundo o farmacêutico Adriano Dias Garrido, de São Paulo (SP), além de uma anamnese, exames físicos e laboratoriais são necessários para determinar as deficiências e a melhor forma de reposição. Assim, é possível dizer qual suplemento deve ser tomado, por quanto tempo, o horário de consumo e o intervalo de descanso, se necessário.

Você precisa tomar suplementação?
A nutricionista Paula Fernandes Castilho, capacitada em fitoterapia e nutricosméticos, de São Paulo (SP), elaborou um teste rápido e prático para avaliar se seu organismo anda precisando de algum nutriente. Descubra agora!

1. Após realizar pequenos esforços, você observa que fica pálida e que se sente cansada e com a respiração ligeiramente curta?
a) Sim, frequentemente
b) Às vezes
c) Nunca

2. Seu cabelo costuma cair com frequência?
a) Ele cai todos os dias e em grandes quantidades
b) Só quando eu os lavo
c) Não, cai pouco e raramente

3. Suas mucosas ficam inflamadas?
a) Sim, frequentemente sinto algum tipo de dor
b) Às vezes, principalmente quando estou gripada ou resfriada
c) Raramente

4. Sua saliva costuma ficar grossa ao longo do dia? 
a) Sim, tenho essa sensação mais de três vezes por semana
b) Às vezes, principalmente de manhã, quando acordo
c) Não

5. Ao observar as unhas, você percebe que elas têm o formato de colher?
a) Sim
b) Não, mas percebo que elas ficam amareladas
c) Não

6. Olhando-se no espelho, você percebe algum tipo de mancha em suas retinas?
a) Sim, frequentemente
b) Sim, às vezes
c) Não

7. Você tem prisão de ventre e fica dias sem ir ao banheiro?
a) Sim, frequentemente
b) Somente durante o período em que estou menstruada
c) Não sofro desse problema, meu intestino costuma funcionar regularmente ou todo dia

8. Você fica resfriada com certa frequência?
a) Sim, independentemente da mudança do clima
b) Às vezes, quando não me alimento direito
c) Quase nunca. Tenho uma saúde "de ferro"

9. Você notou o aumento da incidência de acne espalhada pelo corpo ultimamente?
a) Sim, cravos e espinhas surgem com frequência em várias partes do corpo
b) No rosto, principalmente no período pré-menstrual
c) Raramente tenho cravos e espinhas pelo corpo

10. Seu dentista percebeu o aumento do número de cáries?
a) Sim. Além disso, sinto minhas gengivas inflamadas
b) Não mais do que o normal
c) Há tempos não tenho cáries

Resultado

Maioria A
Cuidado! Você pode estar com sérias deficiências de nutrientes fundamentais ao bom funcionamento do organismo, como ácido fólico, cobre, ferro, selênio, zinco e vitaminas A, B2, B12, C, D e E. Aumente o consumo de água e procure um endocrinologista ou um nutricionista com urgência para rever seus hábitos alimentares e verificar a necessidade de usar suplementos vitamínicos.

Maioria B
Você está no caminho certo! 
Sua alimentação supre a maioria das necessidades do seu corpo, mas algumas melhoras ainda podem ser feitas. Capriche no consumo de frutas e legumes de cores variadas, de três a seis porções por dia, e não se esqueça de ingerir ao menos 2 litros de líquidos diariamente.

Maioria C 
Parabéns!
 Você mantém uma alimentação balanceada, rica em fibras, proteínas, carboidratos e líquidos. Continue cuidando da sua saúde e não deixe de consultar um médico regularmente para fazer os exames de rotina.

 

Quando faltam vitaminas

Saiba quais são as funções dos principais suplementos, para quem são indicados e quais as fontes naturais para suprir as nossas necessidades diárias

Ácido fólico
Função: previne anemia. Em humanos, estudos científicos não comprovaram efeitos colaterais por ingestão excessiva. 
Suplementação: indicada durante a gestação e quando há deficiência alimentar. 
Fontes naturais: coma de cinco a seis porções semanais de feijão, laranja, amendoim, espinafre e soja.

Vitamina B12
Função: formação de glóbulos vermelhos e manutenção da saúde dos nervos, da pele, dos olhos, do cabelo, do fígado e da boca. Sua ausência pode provocar anemia e seu excesso induz o aparecimento de acne e diarreia. 
Suplementação: para dietas vegetarianas restritivas. 
Fontes naturais: consuma de seis a oito porções semanais de carnes, peixes, ovos, leite, cereais integrais e lêvedo de cerveja.

Cálcio
Função: manter ossos e dentes saudáveis. A ingestão acima de 2 g por dia pode gerar hipercalcemia, doença causada pela presença excessiva de cálcio em tecidos moles, e constipação.
Suplementação: durante a gestação e quando há deficiência alimentar e de absorção. 
Fontes naturais: adicione de sete a oito porções semanais de laticínios, peixes, como a sardinha e vegetais folhosos.

Vitamina D
Função: ajudar na absorção do cálcio pelo organismo. O excesso pode causar dor de cabeça e também náuseas. 
Suplementação: na gestação e quando há deficiência alimentar. 
Fontes naturais: consuma de nove a dez porções semanais de vegetais, carnes, iogurtes, frutos do mar, nozes e gema de ovo.

Ferro
Função: essencial para a formação da hemoglobina, que transporta oxigênio para o corpo, e de enzimas. A ingestão por tempo prolongado causa vômitos, diarreia e lesões intestinais.
Suplementação: na gestação e quando há deficiência alimentar e de absorção pelo corpo. 
Fontes naturais: inclua na alimentação de sete a oito porções semanais de fígado, carnes, lentilha e gema de ovo.

Polivitamínicos
Função: conjunto de vitaminas e sais minerais que possuem micronutrientes essenciais ao organismo. O consumo em excesso normalmente não traz nenhuma toxidade. 
Suplementação: alcoólatras, fumantes, pessoas que utilizam laxantes em excesso e atletas de alto rendimento. Indicados para pessoas que não consomem frutas e vegetais e quando há deficiência de vários nutrientes.
Fontes naturais: frutas variadas, consumidas de 3 a 6 vezes por dia, e hortaliças, de 3 a 5 porções. Quanto mais colorida for a variedade de consumo, mais vitaminas diferentes possuem.

Colágeno
Função: melhora a elasticidade da pele, combate o envelhecimento precoce e melhora a cicatrização. Não pode ser consumido em excesso, pois pode causar dores e inchaço das juntas. 
Suplementação: pessoas com falta de elasticidade na pele. O pescoço e as mãos são os principais locais. 
Fontes naturais: laranja, linhaça, acerola, azeite, carne e quinoa.

 

FONTE:  http://dietaja.uol.com.br/

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