segunda-feira, 18 de março de 2013

Veja 9 dicas para você queimar gordura comendo!

Aprenda a selecionar os alimentos corretos para continuar comendo sem engordar e ainda queimar as gordurinhas indesejáveis

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O segredo é comer alimentos de baixo índice glicêmico (IG).
Se não sabe como fazê-lo, veja agora!


1- Escolha sempre a versão integral ou rica em fibra dos alimentos.

2- Se precisar beliscar alguma coisa, opte por alimento com IG baixo (Índice Glicêmico), como maçã, cerejas, nozes e cenoura. Procure relaxar também para acalmar a ansiedade.

3- Beba água durante todo o dia. Muitas vezes achamos que estamos com fome, mas o que ocorre é que temos sede ou estamos desidratadas.

4- Procure tomar um suco de limão ou de laranja natural quando sentir vontade de comer algum doce.

5- Consuma alimentos ricos em ômega-3. Os ácidos graxos poli-insaturados são considerados gorduras boas. Você os encontra nos peixes, como sardinha e atum.

6- Outra boa gordura que não pode faltar na sua dieta é o azeite de oliva. Ele não só a ajuda a manter o peso como melhora o sistema cardiovascular.

7- Opte por alimentos ricos em proteínas, que ajudam a acelerar o metabolismo.

8- Acrescente canela às sobremesas para evitar a subida brusca da glicose no sangue. Isso evita o efeito “rebote”, que dá mais vontade de comer doce depois.

9- Coma frutas e verduras ricas em vitamina C. O kiwi, as cerejas e os pimentões são bons exemplos. A vitamina acelera a queima de gorduras e elimina o líquido que está em excesso no corpo.

 

FONTE: http://corpoacorpo.uol.com.br/

quinta-feira, 14 de março de 2013

Musculação no combate a artrite

Há mais de 100 formas de artrite a outras doenças reumáticas. Essas enfermidades podem causar dor, rigidez e inchaço nas articulações e outras estruturas de apoio do corpo como músculos, tendões, ligamentos e ossos. Algumas formas também podem afetar outras partes do corpo incluindo vários órgãos internos.

Muitas pessoas usam a palavra "artrite" para se referir a todas as doenças reumáticas. Porém, a palavra significa literalmente inflamação na articulação; que é inchaço, vermelhidão e dor causada por tecido lesionado ou enfermidade na articulação. O vários tipos diferentes de artrite englobam apenas uma parte das doenças reumáticas. Algumas enfermidades reumáticas são descritas como doenças do tecido, porque elas afetam o tecido conectivo do organismo -- a estrutura de suporte do corpo e seus órgãos internos. Outras são conhecidas como doenças auto-imunes porque são causadas por um problema no qual o sistema imunológico danifica os próprios tecidos sadios do corpo. Exemplos de algumas doenças reumáticas:
* Osteoartrite
* Artrite reumatóide
* Fibromialgia
* Lúpus eritematoso sistêmico
* Escleroderma
* Artrite reumatóide juvenil
* Espondilite anquilosante
* Gota

Nesse artigo o termo artrite será usado em termos gerais para referir à artrite e outras doenças reumáticas.

`Pessoas com artrite deveriam praticar exercícios físicos?

Sim. Estudos têm mostrado que exercícios físicos ajudam pessoas com artrite de várias formas. Exercícios reduzem a dor e rigidez na articulação e aumenta a flexibilidade, força muscular, saúde do coração e resistência. Eles também ajudam na redução de peso e contribuem para uma sensação de bem-estar.

Como os exercícios se encaixam num plano de tratamento para pessoas com artrite?

Exercícios são uma parte do plano de tratamento amplo para a artrite. Planos de tratamento podem incluir descanso e relaxamento, dieta apropriada, medicação, e orientação sobre o melhor uso das articulações e modos de conservar energia (ou seja, não desperdiçar movimentos), assim como a utilização de métodos para aliviar a dor.

Que tipos de exercícios são mais adequados para alguém com artrite?

Três tipos de exercícios são os melhores para pessoas com artrite:

  • Exercícios de extensão de movimento (por exemplo dança) ajudam a manter a movimentação normal das articulações e aliviar a rigidez. Esse tipo de exercício ajuda a manter ou elevar a flexibilidade.

  • Exercícios de força (por exemplo musculação) ajudam a manter ou aumentar a força muscular. Músculos fortes ajudar a dar apoio e proteger as articulações afetadas pela artrite.

  • Exercícios aeróbicos ou de resistência (por exemplo andar de bicicleta) elevam o condicionamento cardiovascular, auxiliam no controle de peso e melhoram as funções gerais. O controle de peso pode ser importante para pessoas que têm artrite devido à pressão a mais do peso extra em várias articulações. Alguns estudos mostram que o exercício aeróbico pode reduzir a inflamação em algumas articulações.

Muitos clubes e centros comunitários oferecem programas de exercício para pessoas com limitações físicas.

Como uma pessoa com artrite pode começar um programa de exercícios?

Pessoas com artrite devem discutir as opções de exercícios com seu médico e outros profissionais da área da saúde. A maioria dos médicos recomenda atividade física a seus pacientes. Muitas pessoas com artrite começam com exercícios leves, de extensão de movimento e aeróbicos de baixo impacto. Indivíduos com artrite pode participar de vários, mas não todos, esportes e programas de exercícios. O médico saberá quais (se algum) esportes não devem ser praticados.

O médico pode ter sugestões sobre como começar e pode direcionar o paciente a um fisioterapeuta. É melhor encontrar um fisioterapeuta que tenha experiência em trabalhar com pessoas com artrite. O fisioterapeuta irá elaborar um programa apropriado de exercícios e ensinar os clientes sobre métodos para alívio da dor, mecânica corporal adequada (disposição do corpo para uma tarefa dada, como levantar uma caixa pesada), proteção das articulações e conservação de energia.

Quais são alguns dos métodos para alívio de dor para pessoas com artrite?

Há métodos conhecidos para ajudar a para a dor por períodos curtos de tempo. Esse alívio temporário pode facilitar a prática de exercícios para pessoas com artrite. O médico ou fisioterapeuta pode sugerir um método que seja melhor para cada paciente. Os métodos abaixo têm funcionado para várias pessoas:

  • Calor úmido fornecido por toalhas molhadas, compressas quentes, banheira ou chuveiro pode ser utilizado em casa por 15-20 minutos três vezes por dia para aliviar os sintomas. Um profissional da saúde pode usar ondas curtas, microondas e ultra-som para levar calor mais profundamente às áreas da articulação não-inflamadas. O calor profundo é recomendado para pacientes com inflamação aguda nas articulações. Calor profundo geralmente é usado ao redor do ombro para relaxar tendões tensos antes dos exercícios de alongamento.

  • Frio suprido por bolsa de gelo ou vegetais congelados enrolados na toalha ajudam a interromper a dor e reduzir o inchaço quando usado por 10-15 minutos por vez. Geralmente é utilizado para inflamações agudas nas articulações. Pessoas que têm o fenômeno de Raynaud não devem usar esse método.

  • Hidroterapia pode diminuir a dor e rigidez. Exercícios em piscinas maiores podem ser mais fáceis porque a água tira algum peso das articulações doloridas. Alguns pacientes também podem encontrar alívio no calor e movimento fornecido pela piscina de hidromassagem.

  • Terapias de mobilização incluindo tração (puxão suave e contínuo), massagem e manipulações (uso das mãos para restaurar o movimento normal das juntas endurecidas). Quando realizados por um profissional treinado esses métodos podem ajudar a controlar a dor a elevar a mobilidade das articulações e flexibilidade dos músculos e tendões.

  • TENS (estimulação trans-cutânea elétrica dos nervos) e biofeedback são dois métodos adicionais que podem proporcionar algum alívio à dor, porém muitos pacientes acham que eles são muito caros e gastam muito tempo. Com TENS, um choque elétrico é transmitido por eletrodos colocados na superfície da pele. Os equipamentos TENS custam entre US$ 80-800. As unidades baratas são boas. Pacientes podem usá-los durante o dia e ligá-los ou desligá-los de acordo com a necessidade de controlar a dor.

  • Terapia de relaxamento também ajuda a reduzir a dor. Pacientes podem aprender a aliviar a tensão muscular para aliviar a dor. Fisioterapeutas devem ser capazes de ensinar técnicas de relaxamento. Spas e estações de férias as vezes têm cursos especiais de relaxamento

  • Acupuntura é um método tradicional chinês para alivio da dor. Um acupunturista com qualificação médica posiciona agulhas em certas partes do corpo. Pesquisadores acreditam que as agulhas estimulam os nervos sensoriais profundos que dizem ao seu cérebro para liberar analgésicos naturais (endorfinas). Acupressure é similar à acupuntura, mas pressão é aplicada nos pontos ao invés do uso de agulhas.

Com que freqüência pessoas com artrite devem praticar exercícios físicos?

  • Exercícios de extensão de movimento podem ser feitos pelo menos a cada dois dias

  • Exercícios de força podem ser realizados a cada dois dias a não ser que tenha dor severa ou inchaço nas articulações.

  • Exercícios aeróbicos devem ser feitos de 20 a 30 minutos três vezes por semana a menos que tenha dor severa ou inchaço nas articulações. De acordo com a American College of Rheumatology, rotinas de 20-30 minutos pode ser feitas em incrementos de 10 minutos no curso do dia.

Que tipo de exercício de força é melhor?

Isso varia dependendo da preferência pessoal, tipo de artrite envolvida e o quanto ativa é a inflamação. O fortalecimento muscular em pessoas com artrite pode ajudá-las a livrarem-se do fardo das articulações com dor. O treinamento de força pode ser feito com pequenos pesos soltos, equipamentos de musculação, isométricos, tiras elásticas e exercícios com resistência da água. O posicionamento correto é crítico porque se feitos incorretamente os exercícios de força podem causar estiramento muscular, mais dor e maior inchaço na articulação.

Há diferentes exercícios para pessoas com tipos diferentes de artrite?

Há vários tipos de artrite. Médicos experientes, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais podem recomendar exercícios que são particularmente úteis para um tipo específico de artrite. Médicos e terapeutas também conhecem exercícios específicos para a articulação dolorida em particular. Há vários exercícios que ultrapassam o limite para pessoas com um tipo particular de artrite ou quando as articulações estão inchadas e inflamadas. Pessoas com artrite devem discutir seus programas de exercícios com um médico. Os médicos que tratam pessoas com artrite incluem: reumatologistas, cirurgiões ortopedistas, clínicos gerais, médicos de família e especialistas em reabilitação.

Quando a quantidade de exercício é demais?

A maioria dos especialistas concordam que exercícios causam dor se durarem mais de 1 hora, são muito extenuantes. Pessoas com artrite devem ver com seus fisioterapeuta ou médico como ajustar o programa de exercícios quando notarem alguns dos seguintes sintomas de exercício extenuante:

  • Fadiga incomum ou persistente

  • Fraqueza elevada

  • Extensão de movimento diminuída

  • Aumento do inchaço na articulação

  • Dor contínua (dor que dura mais de 1 hora depois do exercício)

Alguém com artrite reumatóide deve continuar a exercitar-se depois de uma crise geral? E se for uma crise local de articulação?

É apropriado colocar as articulações suavemente em suas amplitudes totais de movimento uma vez por dia, com períodos de repouso, durante crises agudas sistemáticas ou crises locais. O Paciente pode conversar com seu médico sobre a qual a melhor quantidade de repouso durante crises gerais ou de um articulação.

Os pesquisadores estão estudando exercícios e artrite?

Pesquisadores estão examinando os efeitos dos exercícios e esportes na evolução de deficiências músculo-esqueléticas, incluindo artrite. Eles descobriram que pessoas que praticam a corrida em intensidade moderada tem risco baixo, se algum, de desenvolver osteoartrite. Entretanto, estudos mostram que pessoas que participam de esportes com impactos diretos de alta-intensidade nas articulações, como por exemplo o futebol, têm o risco de desenvolver a doença. Esportes envolvendo impacto repetitivo nas articulações e rotação (como basquete e futebol) também elevam o risco de osteoartrite. Diagnóstico precoce e tratamento efetivo de lesões esportivas e reabilitação completa devem diminuir o risco de osteoartrite decorrente dessas lesões.

Os pesquisadores também estão examinando os efeitos da força muscular na evolução da osteoartrite. Estudos mostraram, por exemplo, que o fortalecimento dos quadrícepes pode reduzir a dor no joelho e incapacidade relacionada à osteoartrite. Um estudo mostrou que o aumento relativamente pequeno na força (20-25%) pode resultar numa diminuição de 20-30% do risco de desenvolver osteoartrite no joelho. Outras pesquisas continuam a procurar e encontrar benefícios dos exercícios para pacientes com artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico, espondilite anquilosante e fibromialgia. Eles também estão estudando os benefícios dos exercícios a curto e longo prazo em pessoas mais velhas.

 

FONTE: http://www.academiamontanha.com.br/

Conheça os exercícios mais indicados para amenizar a artrite

 

As atividades físicas são indicadas como parte do tratamento da doença

Para quem pratica exercícios, as dores nas articulações podem tornar o treino muito menos prazeroso e muitas vezes impraticável. Por isso, pessoas que sofrem com artrite deixam uma rotina saudável de atividades físicas por não suportar o incômodo. "Acontece que a artrite pode favorecer o aparecimento de outros problemas. Como as articulações ficam mais doloridas, os indivíduos ficam mais propensos ao sedentarismo, que pode causar obesidade, problemas cardíacos e ortopédicos", explica o fisiologista do esporte Raul Santo de Oliveira, da Unifesp.
É importante exercitar-se para manter as articulações saudáveis. Quando o corpo está ativo, as articulações ficam mais flexíveis e tem suas funções motoras preservadas, mesmo com a artrite. Além disso, músculos mais fortes evitam que as juntas se deformem. 

 

Hidroginástica

Mas, ao contrário do que muitos pensam, não é tão simples ignorar a dor e entrar em uma rotina saudável. Isso, na maioria das vezes, é até desaconselhado. "Manter uma região inflamada em constante movimento ou contato, impede que o organismo consiga se recuperar. Fazer exercícios que forçam as articulações durante um processo inflamatório é o mesmo que ficar tirando a casquinha de um machucado. A lesão nunca irá cicatrizar e o desconforto só irá piorar", explica o fisioterapeuta do esporte e de ortopedia, Evaldo Bósio, diretor clínico da Prime, fisioterapia especializada.
Existem vários tipos de artrite, mas os mais comuns são a piogênica aguda e a artrite reumatoide. Para continuar com o corpo em movimento é preciso adaptar a rotina de exercícios de acordo com o tipo de inflamação nas articulações. Tanto o fisiologista quanto o fisioterapeuta ressaltam que é importante o aval de um médico antes de começar a fazer qualquer tipo de atividade, principalmente se a artrite faz parte da sua vida. 

Artrite aguda

Quando a artrite é causada por um trauma ou uma lesão, ela é chamada de artrite aguda ou piogênica. As regiões mais afetadas por esse problema são o joelho e o tornozelo. Nessa situação, os exercícios podem esperar até que a inflamação esteja sobre controle. "Depois que o processo inflamatório nas articulações se apresenta em uma fase já assintomática, exercícios que trabalham a musculatura e protegem as articulações já podem ser feitos", explica o fisioterapeuta.
Para manter a musculatura apta a repetir os movimentos do dia a dia, muitos dos exercícios repetem os esforços feitos no cotidiano. "Os exercícios para quem sofre com artrite normalmente não envolvem pesos ou são feitos com carga muito reduzida. É comum treinos que imitam movimento de acelerar um carro ou subir uma escada, por exemplo, para fortalecer os músculos mais usados", diz Evaldo Bósio. 

"Quando o corpo está ativo, as articulações ficam mais flexíveis e tem suas funções motoras preservadas"

Artrite reumatoide

Nesse caso, o acompanhamento de um médico é ainda mais importante, já que as dores e inflamações são crônicas e causadas por fatores genéticos. "O exercício físico é um coadjuvante no tratamento com remédios. O médico, ao analisar o estado das inflamações nas articulações, pode diagnosticar alguns exercícios que ajudam a diminuir o avanço dos sintomas da doença", explica Raul Santo de Oliveira.
"Por causa das dores comuns na artrite reumatoide, muitos indivíduos deixam de praticar esportes, o que pode trazer malefícios à musculatura a as próprias articulações", diz o fisiologista. É por isso que muitos médicos indicam os exercícios como coadjuvante no tratamento à base de remédios para a artrite.

Entre na piscina

A natação é um ótimo jeito de aumentar o condicionamento das juntas de todo o corpo. "Ela é uma boa escolha, já que trabalha com o fortalecimento de grandes grupos musculares sem causar tensão nas articulações, além de condicionar o sistema cardiovascular", explica o fisiologista Raul Santo.
A hidroginástica também provoca os mesmos benefícios. Como a água amortece os impactos dos pés com o chão, e oferece maior resistência que o ar, a ginástica feita dentro da piscina traz um maior gasto calórico sem prejudicar as articulações.

Exercícios isométricos

Quando os exercícios tradicionais se tornam muito difíceis de serem feitos, os exercícios isométricos são uma maneira alternativa de fortalecer os músculos e proteger as juntas corporais. Esse tipo de exercício consiste em forçar os músculos sem provocar um movimento ou mudança de ângulo nas articulações mais afetadas pela artrite reumatoide. "Eles podem ser feitos com várias intensidades, que é estabelecida de acordo com as limitações e necessidades de cada pessoa", explica o fisiologista Raul Santo.
Um exercício bastante simples, que pode ser feito em casa, se encaixa nessa categoria. "Como a artrite na mão e nos dedos é bastante comum em mulheres, fortalecer os músculos dessa área previne contra dores e até a perda gradual dos movimentos dos dedos. Amarrar os dedos das mãos com um elástico de escritório comum, e fazer força para tentar forçá-lo para fora, trabalha os músculos das mãos e protege as articulações", diz Evaldo Bósio. 

Exercícios de baixo impacto

Nesse grupo de atividades físicas estão a caminhada, a dança, subir escadas e pilates. Essa turma de exercícios controla a pressão sanguínea, o colesterol, fortalece o sistema cardiovascular e ainda queimam calorias. Tais benefícios são importantes porque pessoas com artrite reumatoide estão mais propensas a desenvolver doenças cardíacas. Além disso, são exercícios que ajudam a retardar a perda de massa óssea causada pela artrite, diminuindo as chances de osteoporose no futuro.

Tai Chi

Essa técnica oriental pode ajudar os pacientes com artrite a aumentar o alcance de seus movimentos, ficar com mais flexibilidade, tonificar mais os músculos, principalmente das pernas, e proporcionar um melhor equilíbrio corporal. Além disso, ao focar na respiração e na concentração, o Tai Chi ajuda a relaxar e esquecer as dores causadas pela doença.

 

Saiba dosar o treino

Para todos os esportistas, fica a dica: não adianta exigir mais do que o seu corpo é capaz de suportar. Para quem sofre com a artrite, esse conselho é ainda mais importante. Manter o corpo sempre em atividade impede a recuperação de microlesões que acontecem durante o treino. "O educador físico é a melhor pessoa para dosar o ritmo dos exercícios e as pausas entre eles para atingir um equilíbrio ideal, chamado de supercompensação. Por isso, esse profissional deve saber a gravidade do problema nas articulações para montar um treino que deixem as articulações ativas sem trazer malefícios", diz Raul Santo. 

Adote uma dieta poderosa contra artrite

Conheça o nutriente que desinflama as articulações e veja 8 sugestões de consumo

Bastante chata, a artrite ainda não tem cura. O incômodo para se movimentar, que começa suave e vai se agravando até tornar um martírio o esforço para pegar um livro na estante ou se levantar de uma cadeira, é causado pela inflamação das articulações. "Em geral, o problema surge associado a traumas, desgastes, distúrbios autoimunes ou infecções", explica o reumatologista Geraldo Castelar, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

O acompanhamento médico e a adesão aos cuidados, no entanto, permitem ao paciente levar uma vida normal, sem dores ou limitações físicas. O cenário ideal inclui diagnóstico precoce, prática de exercícios físicos leves ou de fisioterapia em casos menos agudos e alguns ajustes na dieta. "O principal deles é o consumo de alimentos fontes de ômega-3, ácido graxo com ação anti-inflamatória", afirma o médico.
Veja, então, como deixar suas refeições mais nutritivas e proteger seu organismo contra os sintomas doloridos da artrite reumatóide.

 

Salmão - Foto Getty Images

Peixes oleosos de água fria
Peixes como atum, sardinha e salmão são ótimas fontes de ácidos graxos poliinsaturados ômega-3, que impedem um processo de conversão de nutrientes no organismo responsável por originar inflamações. "O alimento também funciona como um grande aliado no controle do colesterol, na regeneração dos tecidos, na prevenção de doenças cardiovasculares e até na amenização dos sintomas da TPM e da menopausa", afirma a nutricionista Daniela Cyrulin, da Nutri & Consult.
Recomendação de consumo: um filé de 200g duas vezes por semana

Óleo de canola - Foto Getty Images

Óleo de canola
Além do ômega-3, o óleo de canola também é fonte dos ácidos graxos ômega-6, sendo benéfico na prevenção de doenças do coração e na a manutenção da pressão. "Também está presente em sua composição a vitamina E, antioxidante que combate radicais livres, prevenindo contra o envelhecimento precoce e o aparecimento de doenças degenerativas, como câncer", afirma a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional.
Recomendação de consumo: de uma a duas colheres por dia

Soja - Foto Getty Images

Óleo de Soja
O óleo de soja, assim como os demais óleos vegetais, é um alimento rico em gorduras poliinsaturadas, como ômega-3 e ômega-6, e uma importante fonte da vitamina E. "Ele atua na prevenção de doenças cardiovasculares, no bom funcionamento do sistema nervoso imune e no combate a radicais livres", afirma Daniela Cyrulin. Esse tipo de óleo também possui ação anti-inflamatória e ajuda a regular os níveis de colesterol no organismo.
Recomendação de consumo: de uma a duas colheres por dia

Azeite de oliva - Foto Getty Images

Azeite de oliva
Toque final na preparação de saladas ou até de uma deliciosa pizza, o azeite de oliva é um alimento importantíssimo para a saúde, graças aos ácidos graxos ômega-3, aos polifenois, a vitamina E e ao beta-caroteno nele presentes. "O óleo tem função anti-inflamatória e antioxidante, pois preserva as células, evitando a deterioração delas", aponta Roseli Rossi.
Recomendação de consumo: de uma a duas colheres por dia

Rúcula - Foto Getty Images

Rúcula
"As folhas verde-escuro da rúcula são fonte riquíssima de ômega-3 e das vitaminas A e C, potentes antioxidantes que combatem radicais livres", pontua a nutricionista Roseli. Já outros nutrientes, como potássio e ferro, são importantes para regular o equilíbrio hídrico no organismo e para a formação de células sanguíneas (hemoglobina).
Recomendação de consumo: um prato de sobremesa por dia

Espinafre - Foto Getty Images

Espinafre
O espinafre é um alimento altamente nutritivo, oferecendo em sua composição as vitaminas A, C e E, além de nutrientes como ômega-3, cálcio, ferro, potássio, bioflavonoides e carotenoides, explica a nutricionista Daniela. Suas propriedades antioxidantes previnem alguns tipos de câncer, em especial o de pulmão e o de próstata. Outros dois elementos bastante importantes são o ácido fólico, que combate a anemia, e a luteína, que fortalece o sistema imunológico, evitando problemas como a degeneração macular.
Recomendação de consumo: de duas a três colheres de sopa por dia

Óleo de linhaça - Foto Getty Images

Linhaça
"Rica em ácidos graxos essenciais, vitamina E e fibras, a linhaça é um alimento que proporciona maior fluidez sanguínea, reduz o colesterol ruim, evita a formação de placas de gorduras das artérias e promove efeitos anti-inflamatórios no organismo", afirma Roseli. A semente também melhora o funcionamento do sistema digestivo e ameniza os sintomas da TPM e da menopausa.
Recomendação de consumo: de uma a três colheres de sopa por dia

Chia - Foto Getty Images

Chia
"Semente da vez, originária do sul do México, a chia é uma ótima fonte de ômega-3, ferro, magnésio e cálcio", explica Daniela Cyrulin. Seja em óleo, farinha ou grão, o alimento promove a sensação de saciedade, previne contra doenças cardiovasculares, ajuda na manutenção da massa muscular, reforça o sistema imunológico e ainda tem efeito antiinflamatório no organismo.
Recomendação de consumo: de duas a três colheres de sopa por dia

 

 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/

quarta-feira, 13 de março de 2013

Cortar carboidratos à noite não ajuda a emagrecer e pode fazer mal à saúde

 

O que ajuda mesmo a emagrecer é o valor calórico da dieta ao longo do dia.
Médicos explicaram outros mitos e verdades da saúde; confira abaixo.

Muitas pessoas acreditam que deixar de comer carboidratos à noite é uma medida eficaz na perda de peso. Porém, isso é um mito - restringir a dieta e não comer determinado tipo de alimento pode fazer mal à saúde e até mesmo prejudicar a qualidade do sono, como explicou o endocrinologista Alfredo Halpern no Bem Estar desta quarta-feira (13). O que emagrece mesmo é a redução das calorias na dieta diária, não a característica dos alimentos ou a hora que eles são consumidos.

Além disso, não há nenhuma comprovação científica que o carboidrato engorda mais do que a proteína, o álcool ou a gordura, por exemplo. Ou seja, não adianta cortar o carboidrato se, no lugar dele, a pessoa consumir um prato gorduroso. Por isso, não importa o que ela come à noite, mas sim o que comeu ao longo de todo o dia, seja qual alimento for - se ela comeu mais calorias do que gastou, ela ganhará peso; se comeu menos do que gastou, conseguirá emagrecer.

O endocrinologista Alfredo Halpern alertou também que pular refeições não faz bem para a saúde. O ideal é comer várias vezes ao dia para evitar a fome em excesso. Além disso, o médico explicou que, durante as refeições, não é recomendável beber muito líquido - o ideal é beber água mais ou menos 1 hora antes de comer.

Arte equilíbrio na mesa Bem Estar (Foto: Arte/G1)

 

Além desse mito, o endocrinologista Alfredo Halpern e a pediatra Ana Escobar esclareceram outras crenças populares. Veja abaixo:

Manga com leite dá congestão? Mito.
Ao contrário do que as pessoas pensam, a junção desses dois alimentos não é perigosa, mas muito saudável. No Bem Estar desta quarta-feira (13), a pediatra Ana Escobar preparou uma vitamina com manga, leite e gelo e mostrou que essa receita pode fazer bem à saúde. De acordo com o endocrinologista Alfredo Halpern, a ideia de que essa combinação pode causar congestão surgiu na época da escravidão, quando os senhores de engenho espalharam essa informação para impedir que os escravos tomassem o leite do gado e comessem as mangas do pomar.

Porém, de acordo com a pediatra Ana Escobar, o leite isolado é capaz de causar congestão em pessoas que têm intolerância à lactose, mas isso não tem relação com a manga.

Água com açúcar acalma? Verdade.
Essa combinação pode acalmar. Como explicou o endocrinologista Alfredo Halpern, o açúcar puro ou dos doces contribui para a formação de serotonina, substância responsável pela sensação de prazer e bem-estar. Por isso, da mesma maneira que a água com açúcar acalma, doces como brigadeiros, sonhos, pudins também podem causar essa sensação.

Pó de mariposa pode cegar? Mito.
O pó que sai das asas de borboletas ou mariposas pode irritar os olhos, causar alergia em algumas pessoas, mas não é capaz de cegar. De acordo com a pediatra Ana Escobar, é o mesmo que coçar o olho com os dedos sujos de poeira, por exemplo, ou seja, não há como cegar.

Caso a pessoa entre em contato com esse pó, ela deve lavar os olhos com água corrente e nunca esfregar ou coçar os olhos.

Ficar no sereno dá gripe? Mito.
A gripe é resultado do ataque de um vírus, como ressaltou a pediatra Ana Escobar. As pessoas acham que a gripe pode ser transmitida pelo sereno por causa da impressão do tempo frio, que pode baixar a imunidade, mas isso não acontece.

Ler com a luz fraca faz mal para os olhos? Mito.
Uma vez ou outra, quando a pessoa viaja e lê num ônibus, ou quando lê em casa em um cômodo mais escuro, não há problema nenhum. De acordo com a pediatra Ana Escobar, isso pode causar um desconforto e até mesmo dor de cabeça porque a pessoa pode precisar forçar a vista para enxergar, mas não chega a causar um problema na visão.

Tomar café à noite dá insônia? Verdade.
A cafeína é uma substância estimulante e pode tirar o sono porque age no sistema nervoso central, deixando o corpo mais acelerado. Pessoas com problemas de sono – ou até que sentem dores de cabeça com frequência, têm úlceras ou histórico de problemas cardíacos – não devem tomar nenhuma substância estimulante, como a cafeína.

De acordo com a pediatra Ana Escobar, os alimentos que podem tirar o sono, além do café, são o chá preto, chá verde, guaraná em pó, chocolate, refrigerante de cola e energético. Por outro lado, pães, massas, leite, chá de ervas e mel podem causar o efeito contrário e dar sono.

Info Bem Estar Café  (Foto: Arte/G1)

 

FONTE: http://g1.globo.com/bemestar/

terça-feira, 12 de março de 2013

Estudo mostra de que forma dormir pouco engorda

Nova pesquisa observou que cinco dias de sono restrito pode engordar um quilo. Isso porque o hábito leva uma pessoa a comer mais do que necessita, especialmente nos horários em que deveria estar dormindo

Balança: Quilos a mais, mas não o suficiente para tornarem uma pessoa obesa, podem reduzir o risco de morte por qualquer causa

Balança: Estudo observa de que maneira pessoas que dormem pouco acabam engordando em apenas alguns dias (Thinkstock)

Passar cinco dias dormindo pouco – menos do que cinco horas por noite — pode ser o suficiente para fazer com que uma pessoa engorde cerca de um quilo, concluiu um novo estudo da Universidade do Colorado em Boulder, nos Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, quem passa mais horas acordado, embora gaste mais energia, come mais do que precisa e, assim, ingere uma quantidade de calorias maior do que gasta, especialmente à noite, o que acaba promovendo o ganho de peso.

CONHEÇA A PESQUISA
Título original:
Impact of insufficient sleep on total daily energy expenditure, food intake, and weight gain
Onde foi divulgada: periódico PNAS
Quem fez: Rachel Markwalda, Edward Melansonb, Mark Smitha, Janine Higginsd, Leigh Perreaultb, Robert H. Eckelb e Kenneth Wright
Instituição: Universidade do Colorado em Boulder, EUA
Dados de amostragem: 16 pessoas com uma média de 24 anos
Resultado: Dormir menos do que cinco horas por noite, durante cinco dias, pode engordar, em média, um quilo. Em comparação com pessoas que dormem nove horas por noite, quem tem um sono de apenas cinco horas gasta mais energia, mas consome mais calorias, especialmente após o jantar

Essas conclusões foram publicadas nesta segunda-feira no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Segundo escreveram os autores do estudo no artigo, diversos estudos já relacionaram o hábito de dormir pouco a uma maior propensão à obesidade, mas poucos conseguiram encontrar uma explicação para tal associação.

A pesquisa começou quando a equipe selecionou 16 pessoas saudáveis com uma idade média de 24 anos. Os participantes apresentavam um peso normal, com um índice de massa corporal (IMC) de, em média, 22,9 (o IMC ideal é de 18,5 a 25. Acima disso, o indivíduo é considerado com sobrepeso ou obesidade). Além disso, nenhum deles apresentava problemas em relação à duração do sono: eles dormiam, normalmente, cerca de oito horas por noite.

Ambiente controlado — Durante duas semanas, essas 16 pessoas viveram no Hospital da Universidade do Colorado e dormiram em um dos "quartos do sono" da unidade, onde os pesquisadores são capazes de controlar e monitorar o sono dos pacientes. Nos primeiros três dias, a duração do sono e a quantidade de calorias ingeridas pelos voluntários foram controlados – os participantes dormiam cerca de nove horas por noite e consumiam a energia necessária para manter seu peso.

Depois disso, os participantes foram divididos em dois grupos: um deles passou os cinco dias seguintes dormindo apenas cinco horas por noite, e o restante dos voluntários continuou dormindo nove horas por noite. Após esse período, os participantes trocaram de grupo. Nessa etapa da pesquisa, a equipe ofereceu a ambos os grupos refeições fartas e livre acesso a lanches durante o dia, que incluíam alimentos como frutas, iogurte, sorvete e salgadinhos.

Segundo os resultados, o grupo que passou os cinco dias dormindo menos tempo gastou, em média, 5% a mais de energia do que os voluntários que descansaram por nove horas. No entanto, eles consumiram cerca de 6% a mais de calorias. Além disso, quem teve menos horas de sono apresentou uma maior tendência a comer menos no café-da-manhã, mas a exagerar nos lanches feitos durante a noite e após o jantar, que correspondiam, no geral, à refeição mais calórica do dia.

“Nossos achados mostram que, quando as pessoas têm o sono restrito, elas se alimentam durante seus horários biológicos noturnos, quando o organismo não está preparado para receber comida”, disse Kenneth Wright, diretor do Laboratório do Sono e Cronobiologia da Universidade do Colorado e coordenador do estudo.

Questão de gênero — Os autores do estudo também descobriram que, embora tanto homens quanto mulheres tenham ganhado peso com a restrição do sono, os participantes do sexo masculino também engordaram quando tiveram acesso irrestrito aos alimentos, mesmo dormindo nove horas por noite. As voluntárias, por outro lado, mantiveram seu peso com o sono suficiente, independentemente da quantidade de comida à disposição delas.

Os prejuízos de dormir pouco

Diminui a capacidade de o corpo queimar calorias

De acordo com uma pesquisa apresentada no encontro anual da Sociedade para Estudo de Comportamento Digestivo (SSIB, sigla em inglês), em julho de 2012, na Suíça, a restrição do sono faz com que um indivíduo consuma mais calorias e, além disso, reduz a capacidade do corpo de queimá-las. Isso ocorre porque dormir pouco aumenta os níveis de grelina, o ‘hormônio da fome’, conhecido assim por induzir a vontade de comer, na corrente sanguínea. Além disso, o hábito promove um maior cansaço, reduzindo a prática de atividades físicas e aumentando o tempo de sedentarismo.

Eleva o risco de câncer de mama agressivo

Um estudo publicado em agosto de 2012 no periódico Breast Cancer Research and Treatment sugeriu que dormir menos do que seis horas por dia eleva o risco de mulheres na pós-menopausa terem um tipo agressivo de câncer de mama e uma maior probabilidade de recorrência da doença.

Aumenta as chances de um derrame cerebral

Dormir menos do que seis horas por dia aumenta o risco de um acidente vacular cerebral (AVC) mesmo em pessoas com peso normal e sem histórico de doenças cardiovasculares, segundo um estudo apresentado em junho de 2012 no encontro anual das Sociedades de Sono Associadas (APSS, na sigla em inglês), na cidade americana de Boston.

Aumenta o apetite por comidas gordurosas

Dormir pouco ativa de maneira diferente os centros de recompensa do cérebro com a exposição a alimentos gordurosos em comparação com dormir adequadamente. Isso faz com que esses alimentos pareçam mais salientes e que a pessoa se sinta mais recompensada ao comer esse tipo de alimento. Essas descobertas foram apresentadas em junho deste ano no encontro anual das Sociedades de Sono Associadas (APSS, na sigla em inglês), na cidade americana de Boston. Além disso, uma pesquisa publicada em janeiro deste ano indicou que noites de sono mal dormidas ativam com mais intensidade uma área do cérebro responsável pela sensação de apetite.

Pode desencadear sintomas do TDAH

Segundo um estudo apresentado em junho de 2011 durante encontro das sociedades médicas para o sono, nos Estados Unidos, menos horas de sono podem desencadear problemas com hiperatividade e desatenção durante o começo da infância. Esses são sintomas comuns do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).

Eleva o risco de impotência sexual

A 25ª Reunião Anual da FeSBE (Federação de Sociedades de Biologia Experimental), em agosto de 2010, trouxe uma pesquisa que relacionou a falta de sono e o problema sexual. De acordo com o trabalho, feito na Unifesp, além do maior risco de impotência, homens que dormem pouco têm maiores chances de desenvolver problemas cardiovasculares e de engordar.

Pode levar à obesidade

Um estudo apresentado em outrubro de 2011 no Encontro Anual do American College of Chest Physicians, mostrou que jovens que dormem menos de sete horas por dia têm índice de massa corporal (IMC) maior, e que isso pode estar relacionado diretamente com os hormônios grelina e leptina, que regulam as sensações de fome e saciedade.

 

FONTE: http://veja.abril.com.br/

Ver a dieta pelo lado positivo torna o emagrecimento mais fácil

 

Trocas inteligentes deixam a reeducação alimentar mais saborosa

 nutrição

Alimentar-se bem é fácil? Esta dúvida permeia a atividade dos nutricionistas diariamente. No meu ponto de vista, a alimentação envolve muito mais do que o simples ato de engolir alimentos. Há um valor emocional, já que quando pensamos em receber amigos em casa, por exemplo, um dos principais pontos é o que será servido: comer tem a ver com carinho, lembranças e emoções. Por isso, encarar a alimentação saudável como um "regime" é o primeiro passo para o fracasso.

A ideia de regime pode ser tão negativa que, muitas vezes, quando interpretamos uma reeducação alimentar desta maneira, tendemos inclusive ao isolamento social, já que os grupos de amigos e familiares geralmente vão a restaurantes, bares e outros lugares onde se tem boa comida e bebida. Por isso é tão importante que as pessoas desenvolvam o hábito de pensar na alimentação como algo que precisa de equilíbrio. Quando se quer perder peso não é necessário  "cortar" os alimentos de forma severa, já que essa atitude gera um quadro de ansiedade, podendo chegar à depressão, o que leva ao consumo compulsivo de alimentos, na maioria das vezes, em horários, quantidade e qualidade impróprios.

Trocas inteligentes

É possível adequar a cada caso uma alimentação focada na diminuição do peso, com presença das tão temidas massas e, até mesmo, algum tipo de docinho: basta ter um dia equilibrado com quantidades e qualidades ajustadas a cada situação. Além disso, outra maneira de manter uma alimentação saudável são as trocas inteligentes: um strogonoff não deixa de ser delicioso porque tem requeijão ou maionese lights em vez de creme de leite, que é rico em gorduras saturadas. O mesmo pode acontecer com o molho branco do nhoque, se optarmos por queijos mais brancos, por exemplo.

A clássica batata frita imersa em óleo pode ser feita assada, sem perda de sabor e com uma diminuição significativa de calorias. A pizza de quatro queijos pode dar lugar a uma bela pizza marguerita ou de mussarela de búfala com tomate seco e rúcula, por exemplo. Para aquele momento em que bate a vontade de comer doce, é possível trocar o sorvete de massa, cheio de calda, por opções de frutas ou versões à base de iogurte, acompanhados de frutas in natura. Enfim, existem muitas trocas inteligentes que são possíveis e fáceis de fazer, como, por exemplo, preferir sempre alimentos frescos aos industrializados.

"Só há proibição quando o paciente tiver alguma restrição por problema de saúde, fora isso, não existe motivo para proibir o consumo de nenhum tipo de alimento"

Além de moderar o consumo de sal, gordura e açúcares, outra maneira de se alimentar melhor é controlar as cores dos alimentos que estão no prato: quanto mais cores, melhor. Nas frutas, legumes e verduras, via de regra, é que estão a grande diversidade de micronutrientes, como vitaminas e minerais, fundamentais para o bom funcionamento do organismo. Como não basta apenas ingeri-los, mas garantir a sua absorção, é preciso estar atento às combinações das refeições, além de não descuidar do consumo diário de água, pois ela auxilia as fibras presentes nestes alimentos a agirem no bom funcionamento intestinal.

Em geral, as bebidas só atrapalham quando em grande volume e grande teor de açúcares. Fora isto, para aqueles pacientes saudáveis, que não apresentam refluxo, gastrite ou outros problemas gástricos, por exemplo, o consumo de 200 ml de suco natural sem adição de açúcar e sem coar se torna uma forma de diversificar o consumo de frutas e incrementar o consumo de líquido, ainda que não substitua a ingestão de água.

Outro ponto importante é que se alimentar bem não é sinônimo de se alimentar pouco, muito pelo contrário: o jejum prolongado prejudica muito o processo de emagrecimento e também o processo de ganho de massa muscular (hipertrofia). Este jejum faz com que se retire energia das reservas do fígado e também dos músculos. Quando isto acontece é sinal que está prejudicando também o gasto energético, já que a quantidade de massa muscular está diretamente ligada ao metabolismo.

É preciso ressaltar que uma alimentação saudável é como uma poupança, onde investimos para obter maior qualidade de vida quando envelhecermos. Esta prática diminui o risco de desenvolvimento da obesidade, de se desenvolver diabetes, hipertensão, colesterol elevado, além de doenças ligadas a carências nutricionais como anemia, osteoporose, etc. Se alimentar bem também nos dá mais disposição para desempenhar as atividades diárias e melhora nossa capacidade de concentração, além de contribuir para um melhor desempenho nas práticas esportivas.

Realizar refeições fracionadas é uma forma de manter o organismo em um ritmo de trabalho mais acentuado e também ajuda na diminuição do apetite nas refeições, favorecendo a manutenção e/ou diminuição de peso. Como vimos, só há proibição quando o paciente tiver alguma restrição por problema de saúde. Fora isso, não existe motivo para proibir o consumo de nenhum tipo de alimento, ainda que o objetivo seja a perda de peso. Basta moderar o consumo, adequando ao planejamento alimentar do dia.

 

FONTE:  Por Cátia Medeiros – Nutrição.

http://minhavida.uol.com.br

Estudo identifica hábitos que interferem em hormônios da obesidade

 

Dieta e exercícios regulam a produção de leptina e adiponectina

 

Epidemiologistas estimam que cerca de 80% das doenças mais comuns no mundo estão ligadas ao excesso de peso, à obesidade e ao sedentarismo. Não se sabe ainda por qual mecanismo, mas tais problemas desencadeiam alterações hormonais hoje consideradas as grandes responsáveis por favorecer o câncer, a hipertensão, o diabetes, entre outros problemas. Mas qual será a influência da perda de peso e da prática regular de exercícios sobre esses hormônios produzidos no tecido adiposo? Foi essa pergunta que deu origem a um estudo feito pelo National Center for Tumor Diseases (NCT) Heidelberg, na Alemanha.

Para a pesquisa, foram acompanhados três grupos com total de 439 mulheres na pós-menopausa durante um ano. O primeiro grupo foi submetido a uma dieta equilibrada; o segundo, à prática regular de exercícios e o terceiro, a mudanças tanto na alimentação quanto em relação a atividades físicas. Os especialistas avaliaram, então, os níveis de dois hormônios produzidos no tecido adiposo que têm grande impacto no metabolismo: a adiponectina, que potencializa o efeito da insulina, e a leptina, que pode promover o crescimento de células tumorais.

Os resultados mostraram que a produção de leptina diminuiu nos três grupos analisados, mas com maior impacto entre as mulheres que treinavam e tiveram a dieta alterada (cerca de 40% de redução). Os níveis de adiponectina, por sua vez, aumentaram significativamente no grupo que apenas reduziu a ingestão de calorias. Algumas das participantes chegaram a apresentar 20% de aumento na produção de adiponectina e redução de 50% na produção de leptina.

Para os autores, o estudo mostra como os hábitos de um indivíduo afetam sua saúde e pode ajudar a estabelecer novas diretrizes para recomendações médicas. A descoberta foi publicada online nesta terça-feira no German Cancer Research Center.

Hormônios também estão por trás da dificuldade de emagrecer

Metabolismo, fome e sensação de saciedade dependem diretamente da produção de hormônios em nosso organismo. A seguir confira os principais hormônios ligados ao peso e saiba quais condições podem inibir ou estimular sua produção:

Leptina, o hormônio da fome

"Produzida no tecido adiposo, a leptina é um hormônio que inibe o apetite", aponta a endocrinologista Glaucia Carneiro, do ambulatório de obesidade da Unifesp. Ela é constantemente liberada no organismo, por isso não tem qualquer relação com a ingestão de alimentos. Em pessoas com obesidade, entretanto, o hormônio não consegue exercer seu papel. "Embora pessoas com esta condição produzam mais leptina, há resistência do organismo sobre sua ação, fazendo com que o paciente esteja sempre com fome", complementa.

Mulher comendo hambúrguer - Foto Getty Images

Insulina, o xerife do apetite

Basicamente, o papel da insulina é diminuir o apetite e baixar a glicemia, ou seja, retirar o açúcar do sangue. Mas a função deste hormônio produzido no pâncreas pode ser comprometida com uma dieta desregrada. "O aumento da oferta de glicose no sangue estimula a produção de insulina, mas com o ganho de peso decorrente da ingestão excessiva de comida, o organismo desenvolve resistência à ação desse hormônio", afirma a especialista Glaucia.

 

Mulher comendo sanduíche - Foto Getty Images

CCK, o regulador do apetite

"O hormônio colecistoquinina (CKK) é uma substância produzida no estômago e um dos sinalizadores que avisa o cérebro de que você está satisfeito", afirma o endocrinologista Henrique. Ele é liberado pouco tempo depois que você começa a comer. Mas, ao mesmo tempo em que é produzido, é destruído, fazendo com que certo tempo depois você sinta fome novamente.

 

Homem comendo cereal - Foto Getty Images

Grelina, o inimigo do jejum

A grelina é um hormônio que estimula o apetite. "Quanto maior o tempo de jejum, maior a produção desse hormônio", afirma a endocrinologista Glaucia. Ela começa a diminuir assim que você começa uma refeição. Em pessoas com obesidade, entretanto, há uma produção exagerada dessa substância, o que faz com que ela esteja sempre com fome. O endocrinologista Henrique complementa dizendo ainda que o hormônio é diretamente afetado pela realização da cirurgia bariátrica. "O procedimento retira o fundo gástrico, parte do estômago responsável pela produção de grelina, o que diminui a fome", diz.

 

Mulher comendo pimenta - Foto Getty Images

Tiroxina, o maestro do metabolismo

Hormônio da tireoide, a tiroxina atua no nosso metabolismo. "É ela quem dá o ritmo para aumentar ou diminuir o gasto energético", afirma o endocrinologista Henrique. Segundo ele, o equilíbrio desta substância no organismo é fundamental. Isso porque a falta (hipotireoidismo) ou o excesso (hipertireoidismo) podem trazer complicações, como insuficiência cardíaca ou infarto.

 

Mulher comendo salada - Foto Getty Images

GLP1, mais saciedade

O Glucagon-like peptide-1 ou GLP1 pode soar como um hormônio completamente novo, mas você provavelmente o conhece graças ao Victoza. Não é à toa que este medicamento, originalmente indicado para o tratamento do diabetes, seja receitado para pessoas que queiram emagrecer. "O GLP1, produzido no final do intestino, é responsável pela sensação de saciedade", afirma a endocrinologista Glaucia. Segundo a especialista, ele é naturalmente liberado no organismo 20 minutos depois do início da refeição. Por isso, uma característica comum de quem come rápido é sempre comer mais do que o necessário.

 

Mulher em dúvida entre bolo e frutas - Foto Getty Images

Endorfina, mais prazer nas refeições

Endorfina, mais prazer nas refeições A endorfina é responsável pela sensação de bem-estar e sua produção é estimulada principalmente pela ingestão carboidratos, afirma a especialista Glaucia. "Por isso muitas pessoas ficam tentadas a comer quando estão se sentindo deprimidas". O desejo de comer doces, especificamente, acontece porque esse tipo de alimento é rapidamente absorvido pelo organismo, ao contrário de uma massa, por exemplo.

 

 

FONTE: Por Minha Vida - http://minhavida.uol.com.br/

segunda-feira, 11 de março de 2013

Dicas culinárias para quem está de dieta

 

Dicas para deixar seus pratos do dia a dia mais saudáveis

Dicas culinárias para quem está de dieta

Todas as pessoas que iniciam uma dieta de emagrecimento ficam na dúvida de como preparar refeições saudáveis, menos calóricas e saborosas. Nessa matéria vamos te dar algumas dicas culinárias para que as preparações se tornem mais light, mas que agrade seu paladar.

Saladas

O hábito de incluir verduras e legumes na alimentação é uma das grandes dificuldades de quem decide eliminar peso.

Comece a experimentar as opções disponíveis, não se limite somente a alface, cenoura, tomate, beterraba. Inclua palmito, champignon, acelga e varie os alimentos.

Experimente os legumes cozidos ou refogados com tomate, cebola.

E para as verduras cruas, capriche no tempero que pode ser de ervas ou mesmo um molho, preparado com iogurte desnatado no lugar da maionese.

Doces

Eles podem ser consumidos mesmo que esteja de dieta, mas prepare-os de maneira que fiquem menos calóricos.

Substitua o açúcar por adoçante ou mesmo açúcar light, o creme de leite tradicional pelo light, o leite integral pelo desnatado.

Preparo dos alimentos

Preparar alimentos fritos de forma mais saudável é um grande desafio. Mas saiba que mesmo alimentos como hambúrguer, batata, bife a milanesa podem ser assados no forno sem perder o sabor.

Basta colocar os alimentos na assadeira e levar ao forno. Se a assadeira for anti-aderente não precisa untar, caso não seja e você perceba que o alimento pode grudar, unte a assadeira com um pouco de margarina.

Os alimentos grelhados não precisam de grande quantidade de óleo ou manteiga, e nem mesmo de uma grelha especial. Você pode utilizar uma panela anti-aderente ou a panela tradicional com um fiozinho de óleo ou azeite.

Com essas dicas, você vai consumir os alimentos que já está acostumado só que eles ficarão mais saudáveis e com menos calorias.

 

FONTE: Por: Camila Rebouças de Castro
Nutricionista - CRN-3 14.112

http://maisequilibrio.terra.com.br/

quinta-feira, 7 de março de 2013

Alimentos naturais da “moda” devem ser consumidos sob orientação

 

Nutricionista alerta para uso correto do óleo de coco e chia nas dietas.

 

Nairana Borim, nutricionista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, alerta que existe um entendimento equivocado sobre a função destes alimentos. “Por si só, eles não emagrecem. É necessário associá-los a uma alimentação equilibrada e à prática regular de atividade física. Por isso, é importante procurar um especialista antes de iniciar qualquer regime.”

As estrelas da dieta

De acordo com Nairana, atualmente, a chia e o óleo de coco são duas figuras fáceis nas dietas. O óleo de coco contém uma gordura que retarda o esvaziamento gástrico, aumentando a sensação de saciedade e diminuindo a fome. Além disso, acelera a queima de gordura. Este alimento está dividido em três categorias: refinado, virgem e extra-virgem. “A versão extra-virgem é a que mantém suas propriedades benéficas, após passar pelas etapas de prensagem e filtração”, esclarece.

A chia é uma semente rica em fibras. Sua farinha ao entrar em contato com a água, forma uma espécie de gel no estômago que proporciona maior sensação de saciedade e esvaziamento gástrico mais lento. “Também contribui para o adequado funcionamento intestinal e auxilia no controle do colesterol e dos níveis glicêmicos”, completa.

Não abuse

“Ambos são alimentos de efeito emagrecedor, mas é preciso saber como incluí-los nas refeições”, destaca a nutricionista. O óleo de coco pode ser usado para cozinhar, como substituto das gorduras convencionais. Por ter sabor agradável, pode ainda ser usado também para passar em pães, temperar saladas e misturá-lo a sucos ou vitaminas.

“Esse alimento deve ser consumido com atenção. O óleo de coco pode ter ingestão diária de no máximo duas colheres de sopa, divididas entre 30 minutos antes do almoço e do jantar. Porém, a dosagem adequada para cada pessoa deve ser prescrita por um médico ou nutricionista, pois nem todos podem utilizá-lo. Pessoas com colesterol alto, por exemplo, devem evitá-lo, já que, por ser rico em gorduras saturadas, pode elevar o LDL, também chamado de colesterol ruim”, explica.

No caso da chia, a melhor forma de consumir é em farinha, que pode ser adicionada a frutas, vitaminas, sucos e iogurtes. “Também é possível colocá-la sobre refeições salgadas, pois não altera os sabores”, sugere Nairana. “Até o momento não há contraindicação e seu consumo é recomendado para toda a família, contudo, vale lembrar que para promover todos os seus benefícios é necessário que a pessoa que está fazendo uso tome bastante água. Além disso, as pessoas devem considerar que todos os cereais integrais auxiliam no emagrecimento, por isso é importante avaliar a relação custo benefício, já que por estar na ‘moda’ a chia pode ter custo elevado”, acrescenta.

FONTE: Redação Vida Equilíbrio - http://vidaequilibrio.com.br

4 cuidados com o Nervo Ciático

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Como lidar com este velho vilão da história da humanidade

 

Muita gente se queixa de dor no nervo ciático, principalmente no frio. No entanto, poucas pessoas sabem que este nervo dá “dor de cabeça” (quer dizer, dor na perna e nas costas) há milênios.

O livro Conceitos Avançados em Doença Degenerativa Discal Lombar, do neurocirurgião brasileiro João Luiz Pinheiro Franco mostra a visão do conceito de lombociática como doença degenerativa decorrente de evolução histórica da espécie humana. De acordo com o livro, a antiga medicina dos hebreus já mostrava familiaridade com a ciática. Em Gênesis 32:24-32, Jacó perdeu a luta com um anjo em conseqüência de uma lesão no nervo ciático: “…vendo que não podia vencê-lo, tocou-lhe o nervo da coxa e ele coxeava de uma perna”.

Na medicina greco-romana, há diversos relatos sobre as dores do ciático, geralmente atribuídas às doenças da articulação do quadril. O grego Hipócrates foi o primeiro a usar o termo ciática, derivado da palavra grega ischios, que significa coxa. Outro médico famoso, Galeno, nascido em Pérgamo, relatou vários casos de ciática e posturas anormais. Até William Shakespeare mencionou o ciático em um dos seus livros, na boca de Timon de Atenas: “”Tu, fria ciática!”

Histórias à parte, o nervo ciático é o responsável por grande parte das dores na região lombar. Por essa razão, o médico João Luiz Pinheiro Franco, sugere uma série de cuidados para evitar problemas no nervo ciático:

Postura – Devemos cuidar de nossa postura. Procurar manter uma posição correta ao sentarmos, ao levantarmos (da cama, do carro, de uma cadeira, usando as mãos), ao carregar um peso, ao abaixar para pegar um objeto, ao inclinar para pegar um bebê no berço, ao receber um objeto pesado das mãos de outra pessoa. Prestando atenção nesses aspectos, teremos menos chance de ter um quadro de lombalgia, ciática ou lumbago agudo. É muito importante consultar um fisioterapeuta, um professor de educação física ou um personal para aprender diversos exercícios e para conhecermos melhor o nosso corpo;

Dieta – Devemos procurar manter um peso adequado. Mais peso no corpo significa mais peso para a nossa coluna sustentar, maior probabilidade de dores na região;

Frio – Cuidado com o frio. Procure se agasalhar bem, não deixe de praticar seu esporte no frio, porém procure realizar os alongamentos com cuidado nesta estação;

Atividade Física – Pratique esportes de forma regular. Se estiver enferrujado comece devagar, aumentando a intensidade progressivamente. Se tiver dores nas coxas e pernas, principalmente as que descem abaixo do joelho, procure a orientação do médico especialista antes de dar prosseguimento ao seu esporte.

 

FONTE: http://vidaequilibrio.com.br/4-cuidados-com-o-nervo-ciatico

terça-feira, 5 de março de 2013

Canela e suas propriedades emagrecedoras

 

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Quem diria essa especiaria pode ajudar aos que sofrem com muita vontade de comer doces, pode fazer parte de dietas dos que buscam perder peso e perder gordura corporal.

 

A canela possui propriedades termogênicas, pois aumenta a temperatura corporal e ajuda na queima de gordura se associada com atividade física regular e dieta. Ela ajuda ainda no atraso do esvaziamento gástrico, ajudando a segurar mais a fome ao longo do dia, evitando aqueles picos de ansiedade e de vontade de carboidratos. E por isso, ajuda a controlar a vontade de comer doces!

Diversos estudos tem apontado um importante papel dessa especiaria na resistência à insulina, inflamação, obesidade e diabetes. A canela ajuda na manutenção dos níveis de açúcar no sangue, o que acaba controlando mais a fome, que ajudará na dieta. Muito útil para pessoas com glicemia mais elevada, e diabéticos propriamente ditos.

E parece ajudar até no controle do “colesterol ruim”, conforme mostrado em estudo feito com ratos obesos. Algumas substâncias da canela também ajudam na beleza da pele, pois combatem envelhecimento precoce. E ainda possui propriedades bactericidas e na diminuição de dores articulares associadas a artrites.

Salpique na banana e outras frutas, inclusive assadas, no molho de tomate, no shake de proteína, no preparo de almôndegas, no café de todo dia, polvilhando bolos funcionais e nos chás. E olhem essa receita de bolo protéico de batata doce, que vai canela, no blog da linda Dany Castro.

 

FONTE:  Priscila Di Ciero - Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Mitos e verdades sobre alimentos que fazem bem ou mal à saúde

 

É importante conhecer as funções e identificar a necessidade de consumir cada grupo alimentar

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Adotar uma alimentação balanceada garante mais saúde, promovendo bem-estar e conferindo mais energia para realizar atividades físicas. Para usufruir tais benefícios é fundamental acertar nas combinações entre os alimentos. O cardápio deve conter vitaminas, minerais e proteínas, pois o corpo necessita de todos estes itens. Também é importante atentar-se aos valores nutricionais de cada alimento para conseguir identificar quais são os verdadeiros mocinhos em uma alimentação saudável. De acordo com a médica ortomolecular Anna Bordini, em prol da saúde vale criar bons hábitos alimentares.
— A pessoa deve se interessar em conhecer os alimentos, suas funções e identificar a importância em consumir cada grupo alimentar — determina.
A mudança de hábito não é tarefa fácil, mas é vantajoso manter uma alimentação saudável e fugir dos alimentos que podem trazer riscos à saúde. Vilões ou mocinhos? Feijão é ótima fonte de ferro? Comer ovos todos os dias faz mal? Café é benéfico à saúde? São muitas as dúvidas quando o assunto é alimentação. E para desvendá-las, a médica Anna Bordini listou os principais mitos e verdades sobre os alimentos. Confira:


• O cardápio deve ser sempre colorido?
Verdade: Ao apostar em um prato colorido, a pessoa está consumindo grande variedade de nutrientes. É possível, por exemplo, consumir vitaminas do tipo A, C e ferro ao optar por alimentos da cor alaranjada, amarela e vermelha na hora de compor a refeição.


• Suco de laranja com berinjela emagrece e combate o colesterol?
Verdade: Todos os legumes e frutas ajudam a diminuir a absorção de gordura dos alimentos. Porém seu consumo não é suficiente para substituir ou dispensar os remédios.


• Feijão é a melhor fonte de ferro?
Mito: A carne vermelha, o frango, o peixe, os frutos do mar e os ovos são as melhores fontes de ferro. Nos alimentos de origem vegetal é possível encontrar ferro em grãos como lentilha, grão de bico, açaí, amêndoas e folhas verdes escuras, como espinafre e couve.
— O ferro de origem animal é mais bem absorvido pelo organismo em comparação ao mineral encontrado em legumes e vegetais — destaca a médica.


• Café consumido em excesso faz mal à saúde?
Verdade: O café é composto de nutrientes ricos em potássio, zinco, ferro, magnésio, entre outros.
— Quando é consumido de forma moderada proporciona um estado de alerta e melhora a concentração. Porém, se existe abuso pode provocar palpitações, insônia, tremores, dores de cabeça e ansiedade. O ideal é consumir de três a cinco xícaras por dia — afirma Anna.


• Consumir ovos diariamente prejudica a saúde?
Mito: Não há problema em ingerir ovos, diariamente. O ovo é rico em luteína e zeaxantina, nutrientes essenciais para a manutenção da saúde dos olhos. Além disso, é uma fonte de colina, que protege o sistema cardiovascular de ataques cardíacos, coágulos sanguíneos e derrame. A melhor forma de consumi-lo é cozido e por meio de gemada.


• Margarina é sempre melhor que manteiga para a saúde?
Mito: A margarina contém gordura 'ácidos graxos trans', que pode ser prejudicial assim como a gordura saturada ou o colesterol. O consumo de margarina provoca o aumento dos níveis de colesterol, triglicerídeos e a diminuição do HDL (bom colesterol), por mecanismos indiretos. Se a pessoa deseja manter a saúde e diminuir o colesterol, o ideal é evitar alimentos com fonte de gorduras hidrogenadas, como as margarinas. Procure substituir a margarina e a manteiga por requeijão light ou cream cheese light.


• Chocolate faz bem?
Verdade: O chocolate possui procianidinas e outros antioxidantes que ajudam a proteger os vasos sanguíneos e a prevenir aterosclerose. Além disso, ele libera endorfina e serotonina ao organismo, hormônios que causam sensação de bem-estar. Porém, não é qualquer chocolate que faz bem, e isso depende muito da quantidade e do tipo de chocolate. O amargo, por exemplo, traz mais benefícios à saúde porque é feito com cacau puro e sem a gordura do leite. Mas vale um alerta para o consumo em excesso:
— O chocolate é muito calórico e deve ser ingerido em quantidade moderada para evitar o aumento de peso. O ideal é uma barra pequena, de 30 a 50g, no máximo, por dia — orienta.


• Comer fibras resolve o problema de prisão de ventre?
Verdade: As fibras podem favorecer o funcionamento intestinal, assim como provocam inchaço, gases e o aumento do bolo fecal.
— O segredo é consumir alimentos ricos em fibras, pois eles acabam deixando mais resíduos no organismo que contribuem para o funcionamento do intestino e para a formação do bolo fecal — diz a médica.
Além disso, beber bastante água também é importante, pois ela impede o ressecamento das fezes e, consequentemente, evita a prisão de ventre.


Quem tem problema gástrico deve beber leite e não suco de laranja?
Falso. Na verdade o leite pode realmente aumentar o pH, dando uma falsa sensação de melhora inicialmente, porém haverá o efeito rebote, ou seja, uma produção posterior de ácido que pode agravar o problema.


• É melhor fazer seis pequenas refeições que apenas uma reforçada?
Verdade: Se você ingere 1.000 calorias de uma vez e fica sem comer o dia todo, a tendência é ganhar mais peso e guardar mais energia.
— O ideal é ingerir as mesmas calorias de forma fracionada para que não ocorra a necessidade de desacelerar o metabolismo. Dessa maneira a pessoa vai queimar o que consumiu sem passar fome e pode até perder alguns quilinhos — acrescenta Anna Bordini.

 

FONTE: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/variedades/vida-e-saude

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