sexta-feira, 24 de maio de 2013

Água ajuda a emagrecer

 

Cair o ponteiro da balança, bem entendido. A velha e boa fórmula H20 ajuda a secar os quilos extras. Acredite: uns goles a mais sempre funcionam

 

Depois de um período entregue às guloseimas e de noites e mais noites de descontrole diante da mesa do jantar, você nota que o peso aumentou. Aí, resolve lançar mão de medidas, digamos, reparadoras. Passa a comer menos doce, capricha no consumo de fibras e vegetais, troca o pão branco pelo integral, corta o refrigerante... E todo esse esforço não surte aquele efeito desejado depressa. Será que já se viu nessa situação? Pois então saiba o que anda alardeando um time de especialistas da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos. Eles descobriram uma estratégia simples, eficiente e barata quando o assunto é perda de peso: tomar água.

De acordo com o estudo, quem bebe dois copos do líquido — zero caloria — antes de cada refeição dá menos garfadas e, consequentemente, elimina mais quilos do que aqueles que abrem mão da fórmula H2O de emagrecimento. Para corroborar a tese, os cientistas americanos dividiram em dois grupos homens e mulheres acima do peso ou até mesmo obesos, gordos pra valer, com idade entre 55 e 75 anos. Metade dessa gente foi orientada a seguir uma dieta de baixa ingestão calórica e beber água antes do café da manhã, almoço e jantar. O restante adotou o mesmo regime alimentar, porém sem recorrer aos goles de água.

Depois de 12 semanas, o primeiro grupo havia perdido em média 15,5 quilos — um sucesso comparado aos 11 quilos do outro. "Ao tomarmos água, a leptina e o PYY, dois hormônios envolvidos no controle da saciedade, são liberados pelo estômago", especula Danielle Fava, nutricionista de São Paulo. A leptina atua no próprio estômago, enquanto o PYY é produzido no momento em que a água chega ao intestino. São eles os responsáveis por enviar a mensagem de que estamos satisfeitos ao cérebro. Ao receber essa informação, a massa cinzenta se contentará com pratos menos fartos.

"É como se enganássemos o cérebro", compara Silvia Papini, nutricionista da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, no interior do estado. Beatriz Botequio, nutricionista da Equilibrium Consultoria, em São Paulo, acrescenta: "A própria distensão do estômago provocada pela entrada do líquido também já colabora para a sensação de barriga cheia, freando a comilança". Segundo a pesquisa americana, pessoas de meia-idade e idosos são os maiores beneficiários do efeito emagrecedor da água. Isso porque, com o passar dos anos, o estômago desacelera seu trabalho e tende a levar mais tempo para se esvaziar. "A água fica retida ali, o que prolonga ainda mais o estado de saciedade", afirma Ricardo Rosenfeld, chefe da equipe de terapia nutricional da Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro.

Para completar o trabalho, os cientistas da Virgínia foram checar o que tinha acontecido com os participantes da investigação um ano depois. E incrível: aqueles que continuaram tomando água antes das refeições tinham emagrecido mais. Estavam cerca de 2 quilos mais leves, em média. Só um detalhe: a estratégia funciona bem quando você molha a garganta entre uma e meia hora antes de se sentar à mesa.

É preciso lembrar que a água, por si só, não é capaz de exterminar os quilos indesejáveis. Para que o resultado seja efetivo, a prática de exercícios físicos regulares e a adoção de uma alimentação leve e balanceada também precisam ser levados em conta. "O correto é investir em uma dieta de baixas calorias e rica em fibras, que incham em contato com a água, o que incrementa a sensação de estômago cheio e contribui ainda mais para a eliminação de peso", aconselha Danielle Fava.
E os goles de água fazem muito mais do que ajudar na perda de peso. Geralmente, o líquido carrega pitadas de sais minerais, como magnésio, sódio e potássio. Também ajuda a regular a temperatura do corpo e eliminar substâncias não utilizadas pelo organismo. "A água ainda compõe aproximadamente 60% do peso corporal do homem e 50% da mulher. E participa de todas as reações enzimáticas do organismo humano", salienta a nutricionista Fernanda Alves, do Hospital Samaritano de São Paulo. Sem contar que hidrata a parede do intestino, fazendo-o funcionar melhor, e promove uma verdadeira faxina, mandando para fora, pela urina, o excesso de sais que sobrecarregam os rins. Daí, os inchaços diminuem.

De quebra, sua ingestão favorece a absorção dos nutrientes responsáveis pelo equilíbrio e pela hidratação da pele, o que a deixa mais bonita e evita, indiretamente, o aparecimento de rugas e marcas de expressão. Auxilia até mesmo no combate a problemas respiratórios. Isso porque ajuda as mucosas a produzirem secreções que mandam micro-organismos estranhos para as cucuias. Enfim, não há célula, tecido ou órgão que escapem de sua ação.

"O consumo de água promove um bom funcionamento do organismo como um todo, o que acarreta a aceleração do metabolismo e o gasto calórico", observa Fernanda Alves. Porém, para desfrutar de tantos benefícios, é necessário sorver, no mínimo, 1,5 litro por dia. "Diariamente, o corpo perde de 1,5 a 2 litros de água e sais minerais por meio de suor, urina, fezes e até mesmo lágrimas. Isso precisa ser reposto para mantê-lo em forma e saudável", alerta Beatriz Botequio.

NÃO ESPERE A SEDE CHEGAR
"É a desidratação que faz o cérebro acionar a sensação de sede. Portanto, ela só aparece quando o corpo já está desidratado", afi rma a nutricionista Danielle Fava. A cor e a quantidade de urina sinalizam como anda a sua hidratação — se estiver escura e pouco volumosa, é um indício de que o corpo está com uma baixa oferta do líquido.

PARA A DIGESTÃO, BASTA UM COPO
Ao contrário do que muitos pensam, beber água durante as refeições faz, sim, bem ao organismo, já que o ajuda a digerir a comida. Só não vale exagerar. "Muito líquido acaba por diluir o suco gástrico presente no estômago, fazendo o efeito inverso", esclarece Silvia Papini, nutricionista da Unesp de Botucatu. Para acompanhar um bom prato, um copo de 200 ml está de bom tamanho.

 

FONTE: http://saude.abril.com.br/

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Corrida: 9 benefícios para as mulheres

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Além de ajudar a definir pernas, bumbum e barriga, a corrida traz muitos outros benefícios para a saúde da mulher. Segundo Ricardo Zanuto, nutricionista doutor em fisiologia, esse exercício pode ser um importante aliado na diminuição do estresse e dos sintomas da TPM.

Confira 9 benefícios da corrida:

Emagrece

Correr 30 minutos a 80% da frequência cardíaca máxima promove um gasto energético em torno de 600 kcal, isso porque a corrida movimenta grandes grupos musculares.  Quanto mais tempo durar a corrida maior vai ser a liberação de hormônios, como glucagon, adrenalina e o cortisol que age para o corpo utilizar a gordura como fonte de energia. São eles que promoverão grandes gastos energéticos por até 2 horas depois.

Define

A corrida diminui e controla a porcentagem de gordura corporal. Reduz a flacidez e melhora o tonos muscular, consequentemente irá diminuir a gorduras em regiões especificas da mulher, como culotes, bumbum, coxas, tornando os músculos dessas regiões mais aparentes e definidos.

Melhora o sono

Atualmente, os exercícios físicos são reconhecidos pela American Sleep Disorders Association como uma intervenção não farmacológica para a melhora da qualidade do sono. Segundo estudos, um dos fatores poderia ser a redução do tempo de latência entre o ciclo sono-vigília.

Fortalece o coração

O exercício físico é muito utilizado como uma importante estratégia para controle do nível de lipídios no organismo e redução de riscos de doenças cardiovasculares por aumentar a aptidão cardiorrespiratória.

Melhora o humor

A corrida aumenta os níveis de um neurotransmissor chamado dopamina, que dá sensação de prazer. Também aumenta os níveis de serotonina no cérebro, que provocam bem-estar. Por isso, pode ser considerada uma importante aliada na diminuição do estresse e dos sintomas da TPM.

Acelera o metabolismo

Aumenta a produção e secreção de hormônios tireoidianos (T3 e T4). Eles são responsáveis por controlar o metabolismo energético, o que torna a corrida extremamente benéfica para quem busca o controle do metabolismo e o aumento da eficiência do gasto energético.

Deixa os ossos mais fortes

O impacto do corpo no solo aumenta a atividade pieso elétrico nos ossos, que é responsável por elevar a resistência dos ossos. É importante, entretanto, tomar cuidado com o calçado que é utilizado e com a forma da passada. Busque sempre orientação para não prejudicar as articulações.

Trabalha a consciência corporal

A corrida exige foco e concentração, então, estimula o raciocínio e a memória. Assim como em outras práticas esportivas, há a buscar pela superação, por isso é importante estar atento aos sinais que o corpo dá.

Combate doenças

Melhora a obstrução de vasos sanguíneos, a captação da glicose, principal açúcar utilizado pelo organismo, o que diminui os riscos de diabetes. Estudos também têm mostrado que aumenta a sinalização de uma proteína no cérebro denominada de BNDF, que eleva o número de neurônios no hipocampo - região da memória.

 

Fonte: http://www.guiaviverbem.com.br/

Peixe traz muitos benefícios à saúde

 

Com a Páscoa, os peixes, muitas vezes ignorados pela maioria da população, ganham espaço às refeições. Mas existem motivos de sobra para incluir os pescados na alimentação do dia-a-dia e não somente na Semana Santa. Ao mesmo tempo que fornecem uma proteína de excelente valor biológico, ótima digestibilidade,  os peixes, ao contrário de outras carnes, não são ricos em gorduras saturadas.  Eles são ainda uma riquíssima fonte de ácidos graxos poliinsaturados da série ômega-3, que beneficia a saúde do coração.

É importante lembrar que nem todas as espécies de peixes têm a mesma composição em ácidos graxos, sendo em geral maiores os porcentuais em espécies marinhas do que em peixes de água doce.  Peixes de água fria são mais ricos em ácidos graxos poliinsaturados comparados aos de regiões tropicais.

Com que frequência devemos consumir peixe?

Segundo a American Heart Association (AHA), o recomendado é consumir peixes pelo menos duas vezes  por semana ( 2 porções semanalmente), especialmente os peixes ricos em ômega 3, como a truta, atum, salmão, arenque, sardinha, porque estão associados à redução da incidência de doenças cardiovasculares.

Quanto deve pesar a porção de peixe?

A porção de peixe (cozido) deverá pesar 99 gramas, de acordo com a American Heart Association (AHA). Traduzindo para as medidas caseiras, essa porção equivale a 1 filé pequeno de peixe (aproximadamente 100 gramas).

Que quantidade deve ser ingerida para obter a porção adequada de ômega-3?

Um estudo interessante realizado por Kris-Etherton P.M e colaboradores, publicado na revistaJournal of the American Heart Association em 2002, apresentou  a  relação do tipo de peixe e a quantidade de ácidos graxos do tipo ômega-3 a ser ingerida diariamente de peixes para se alcançar a recomendação objetivando atingir aproximadamente 1 gr dos principais ácidos graxos ômega-3 por dia. Confira abaixo alguns tipos de peixes, e a quantidade sugerida para consumo pensando na oferta de ômega 3:

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A recomendação da AHA facilita o aspecto prático do consumo de peixes. Duas porções na semana já é o suficiente para colher os benefícios na promoção da saúde.

O importante é lembrar que o consumo regular de peixes deve fazer parte de uma dieta equilibrada. Esse alimento oferece ao organismo maior qualidade nutricional, melhora o nível da saúde e contribui com a prevenção de doenças cardiovasculares.

 

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/viver-bem/nutricao/

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Dieta criada por Pierre Dukan: prós e contras

A dieta criada pelo médico francês Pierre Dukan ficou ainda mais famosa quando Kate Middleton a seguiu. Conheça vantagens e desvantagens!

Conteúdo WOMEN'S HEALTH

peixe e salada

Durante todo o processo, deve-se beber no mínimo 2 litros de líquido por dia
Foto: Dreamstime

Criada pelo médico francês Pierre Dukan há mais de uma década, a dieta Dukan ficou conhecida após o lançamento do livro "Eu Não Consigo Emagrecer" (Ediouro). Tem como estratégia um "choque de proteínas" e um posterior planejamento alimentar, prometendo emagrecimento rápido e fim do efeito sanfona.
Voltou aos holofotes quando Kate Middleton se submeteu a ela antes do casamento. Vale lembrar que Kate sempre praticou atividade física, o que contribui para sua boa forma.
O programa é dividido em quatro fases. Na primeira, que dura dez dias, só têm vez as proteínas, vindas de carne magra, ave, peixe, iogurte desnatado e ovo. Na segunda etapa, entram legumes e verduras. Na terceira, quando se espera ter atingido o peso desejado, as proteínas continuam sendo prioridade, mas também são introduzidos carboidratos, como frutas, pães e massas integrais. Ainda nessa fase, duas refeições por semana podem contemplar um doce ou uma fritura. Na quarta e última etapa, a ideia é voltar a comer normalmente, repetindo uma vez por semana o cardápio do primeiro período. Durante todo o processo, deve-se beber no mínimo 2 litros de líquido por dia - além de água, estão liberados chá e café.

Começo, meio e fim

A dieta tem um ciclo, que dura cerca de um mês, e as fases devem ser seguidas sem nenhuma mudança. A previsão é que a redução seja de até 4 kg, considerada saudável pelos especialistas.

Tchau, efeito sanfona

É eficiente para quem precisa perder apenas alguns quilinhos. Importante reforçar que a atividade física contribui para o sucesso da empreitada. Outra vantagem é que permite doces e uma friturinha de vez em quando. "Em um primeiro momento ocorre a restrição dos alimentos fontes de energia, mas eles vão sendo introduzidos gradativamente no cardápio. Dessa forma a probabilidade de o efeito sanfona ocorrer diminui", diz a nutricionista e fisiologista do esporte Jaqueline Bernardini, de São Paulo.

Poucas restrições no final

Não risque o carboidrato de seu cardápio, aposte nas proteínas magras e permita-se o consumo moderado de chocolate ou doce. Seguindo a linha da reeducação alimentar, você pode comer de tudo.

Ansiedade

Com a restrição de carboidrato na primeira fase, pode ocorrer queda na serotonina, levando a irritabilidade, ansiedade, dispersão e insônia. De outro lado, segundo Jaqueline Bernardini, dietas com alto teor de proteína aumentam a concentração de homocisteína, aminoácido presente na corrente sanguínea. Essa concentração estaria associada ao aumento de doenças cardiovasculares e trombóticas.
Permitido: o foco principal são as proteínas (com prevalência de alimentos magros), mas teoricamente tudo é permitido a partir da quarta fase.
Proibido: proteínas gordas (queijos amarelos, leite integral, carnes gordurosas), gorduras e carboidratos durante alguns períodos.

 

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Como sair do efeito platô

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Se você está de dieta para emagrecer faz tempo, come o mínimo possível, não aguenta mais ter que resistir aos alimentos que você tanto gosta e, além disso, o ponteiro da balança não se move de jeito nenhum, você pode estar no efeito platô!

Sabe aquela pessoa que comenta que não sabe mais o que fazer para emagrecer, que não tem como comer menos, pois já come pouco e nada de eliminar peso?

Um dos possíveis motivos desse platô pode ser pela restrição de calorias excessiva. No início você até emagrece, mas depois de um certo tempo o seu organismo pode se acostumar com aquela quantidade pequena ingerida e você para de eliminar peso, estaciona.

É bem verdade que para emagrecer é preciso reduzir o consumo de alimentos e praticar exercícios, para que assim você possa gastar mais calorias do que consumir. Porém a idéia de que comer o mínimo possível vai favorecer o emagrecimento mais rápido não é legal. É preciso comer na quantidade certa para que isso ocorra de forma saudável e duradoura, ou seja, até que você conquiste o peso que deseja.

Todos nós temos uma taxa de metabolismo basal, que é aquela quantidade básica que precisamos ingerir de calorias para nos mantermos vivos, suficiente para respirarmos e para que os nossos órgãos funcionem adequadamente. Para descobrir esse valor é preciso fazer um cálculo levando em conta o peso, altura, sexo, idade do indivíduo. Após obter esse resultado é necessário acrescentar um fator atividade física, mesmo que a pessoa não pratique exercícios, e aí sim temos um valor recomendado de calorias para ser ingerido ao longo do dia.

Para os que desejam emagrecer é preciso fazer uma pequena restrição em cima desse resultado, e aí é que muitas pessoas exageram, essa restrição não deve ultrapassar 1000kcal, então, por exemplo, uma pessoa que tenha uma necessidade calórica de 2200kcal, não poderá comer menos de 1200kcal.

Cada pessoa tem uma necessidade calórica e por isso nem sempre poderá seguir uma proposta de calorias igual a de outra pessoa.

Por isso é fundamental que se tenha uma orientação de um nutricionista para saber o valor correto de calorias que você precisa ingerir, seja para manter, emagrecer ou adquirir peso.

E para os que estão nesse efeito platô, como sair dele? É preciso aumentar as calorias ingeridas, para que o corpo se acostume com essa nova quantidade ingerida, para que depois possa ser reduzido novamente, e dessa vez, com moderação, e assim o corpo responder e então voltar emagrecer.

Fonte: Por Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos CRN-3 14.113 - http://maisequilibrio.terra.com.br

quinta-feira, 9 de maio de 2013

COMA MACARRÃO TODO DIA

 

Nada de renunciar a um belo prato de massa! O macarrão engorda menos que o arroz e ainda ajuda no controle de uma porção de doenças. Confira os benefícios do alimento



 

O macarrão ajuda a dar uma baixada na tensão e ainda colabora para melhorar o humor. 

 

Quando o assunto é o bom e velho macarrão, um dos pratos mais populares nos quatro cantos do mundo, o que não faltam são surpresas. Começando do começo, vale saber que estamos falando de um prato que não foi inventado pelos italianos.

“Os verdadeiros criadores da massa, do modo como a conhecemos hoje, foram os árabes, que circularam tanto pela Sicília quanto pela península Ibérica, no período da Idade Média. Eles foram provavelmente os responsáveis por introduzir o macarrão na Itália, onde a receita foi aprimorada e se disseminou para o resto do mundo”, explica o coordenador do curso de gastronomia do Complexo Educacional FMU, Marcelo Malta. No Brasil, a receita da macarronada chegou pelas mãos das nonas que imigraram para cá muito tempo depois, nos idos do século XIX.

Também foram os árabes que, no século XI, introduziram os princípios da dieta que se difundiu por todo o baixo Mediterrâneo e que ainda hoje é considerada uma das mais saudáveis do mundo. Ela defende oconsumo moderado de massas, queijos e vinhos e, nas palavras do antropólogo italiano Franco La Cecla, estudioso do assunto, é muito mais do que uma regra, uma norma a orientar a alimentação.

Com o passar do tempo, o prato não perdeu o glamour, mas deixou de ser associado ao ideal de saúde. Pior que isso: começou a ser apontado como um vilão da boa forma, precursor de males típicos da nossa época, como o colesterol alto e o diabetes.

Felizmente, uma nova leva de pesquisas vem fazer justiça ao alimento que é um dos mais apreciados do planeta, resgatando o direito único e insubstituível de apreciar um prato de massa sem nenhuma culpa.

Inúmeras vantagens

Os benefícios nutricionais do macarrão são muitos. Para começar, ele é considerado um alimento combaixos níveis glicêmicos, porque leva mais tempo para ser digerido pelo organismo — mais do que o pãoou o arroz brancos. Assim, colabora para prolongar a sensação de saciedade e manter os níveis de glicemia estáveis no sangue no período após a refeição. “O macarrão é reconhecido como um alimento que reúne baixas concentrações de sódio, gordura e colesterol. É uma rica fonte de carboidratos, que nos traz energia para as atividades diárias. A versão integral conta ainda com inúmeros nutrientesimportantes para a saúde, como as vitaminas do complexo B e o ferro”, diz a nutricionista Elaine de Pádua,  da clínica DNA Nutri.

Outra surpresa boa é que o macarrão ajuda a dar uma baixada natensão e ainda colabora para melhorar o humor. “O macarrão, além de reabastecer as reservas de energia do cérebro, facilita a captação do triptofano, um precursor da serotonina, justamente o neurotransmissor que está diretamente ligado às sensações decalma e bem-estar”, esclarece Elaine.

Os benefícios das massas não param por aí. Um estudo, publicado no Annals of Oncology, em 2001, mostrou que o risco de câncer de mama foi menor em mulheres que consumiam alimentos de baixo índice glicêmico. A pesquisa comparou mulheres na fase da pós-menopausa, que consumiam pão branco e macarrão. “Os resultados mostraram que alimentos com alto índice glicêmico, como o pão branco, aumentaram o risco de câncer de mama, enquanto a ingestão de massas, consideradas de baixo índice glicêmico, não mostrou nenhuma influência para o desenvolvimento da doença”, comenta a nutricionista Paula Crook, da PB Consultoria em Nutrição.

Se associada ao molho de tomate, a pasta beneficia ainda mais a saúde. “Inúmeras pesquisas já provaram o valor do tomate na prevenção do câncer, principalmente o de próstata. A fruta é rica em licopeno, um dos mais potentes antioxidantes que conhecemos”, explica Paula. 

 

FONTE: Texto: Rita Trevisan e Louise Vernier / Foto: Danilo Tanaka / Adaptação: Ana Paula Ferreira

http://revistavivasaude.uol.com.br/

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Sabor em números

 

Veja a comparação dos valores nutricionais de diversos alimentos e escolha a melhor opção para sua saúde

 A busca pela alimentação saudável nunca foi tão evidente nos últimos anos. Com a obrigatoriedade da divulgação dos valores nutricionais em todos os alimentos industrializados, ficou mais fácil comparar os produtos similares e optar pelo melhor para saúde. Ricota ou Queijo Minas? Chocolate amargo ou ao leite? Pão branco ou integral? Montamos uma cartilha com diversas comparações de valores nutricionais. Confira e faça a melhor opção.


Clique aqui para visualizar a cartilha

Clique aqui para imprimir a versão em PDF

 

Observação: para imprimir a versão em PDF é necessário ter o software Adobe Reader instalado em seu computador. Para fazer o download gratuito, clique aqui

Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos do Ministério da Saúde.

 

http://www.unimed.coop.br

Seu prato ontem, hoje e amanhã

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Os hábitos alimentares de nossos antepassados moldaram desde os genes até os costumes mais triviais à mesa. Saiba o que você pode fazer para que seus descendentes sejam um pouco mais saudáveis

 

Foi no caldo grosso e rústico das primeiras refeições hominídeas que começaram a surgir os maiores conhecimentos do homem contemporâneo. Não à toa, a palavra saber é derivada do latim sapere, que, por sua vez, significa ter sabor, bom paladar, compreender e sentir prazer por meio das papilas gustativas. Não há dúvida de que a ciência tem um pé bem fincado nas cozinhas do passado.
Nosso tataravô das cavernas tinha uma alimentação bem simples, constituída basicamente de frutas, tubérculos, folhas e vegetais - carnes de caça eram raras. Vivia-se o nomadismo: quando escasseavam itens comestíveis em um local, a saída era mudar para outro lugar. Uma primeira transformação aconteceu quando se obteve o controle do fogo, há quase 2 milhões de anos.
A possibilidade de cozinhar o que se comia foi essencial para a evolução da espécie humana. Uma recente pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro comprova que preparar as refeições com o auxílio das labaredas impulsionou o funcionamento cerebral e garantiu a multiplicação de neurônios. Vale lembrar que o ser humano possui atualmente 86 bilhões de células nervosas, enquanto parentes próximos, como os gorilas, não alcançam um terço desse valor.
"A carne cozida regulou a capacidade digestiva e permitiu uma melhor absorção dos nutrientes", explica o médico nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Com os alimentos mais macios, o tempo e a energia que a gente levava para digeri-los puderam ser direcionados para o desenvolvimento do corpo e do raciocínio lógico.
Outro ponto que definiu o que somos hoje está escondido no DNA. "A nossa genética se alterou para que pudéssemos armazenar calorias. Afinal, era impossível saber quando seria a refeição seguinte", conta o nutricionista Dennys Esper Cintra, professor de nutrigenômica da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. E a grande ebulição aconteceu justamente quando o homem fixou residência. "Os esforços coletivos de cultivo de gêneros agrícolas e o trato com animais fizeram aparecer as primeiras civilizações", salienta o historiador Fábio Pestana Ramos, professor da Unimonte, em Santos, litoral de São Paulo. A partir das primeiras aglomerações urbanas, a busca por sabores e saberes só aumentou.
A falta de diversidade de sabores na dieta europeia na Idade Média também incentivou a procura por condimentos inéditos. Para combater a mesmice, os nobres expandiram seus horizontes e começaram a realizar trocas comerciais com o Oriente ainda no século 14. Da região, aportaram a noz-moscada, o coentro, a mostarda, o gengibre, a pimenta-do-reino e outros ingredientes que transformaram o paladar do Velho Continente. "A chegada de novos temperos serviu para variar o sabor das receitas a que eles já estavam acostumados", confirma Sandro Dias, professor de história da gastronomia do Centro Universitário Senac, em Águas de São Pedro, no interior de São Paulo. As chamadas especiarias eram reservadas aos pratos dos mais abastados.
Mas os cardápios se ampliaram mesmo quando o navegador genovês Cristóvão Colombo (1451-1506) desembarcou na América em 1492. A troca de alimentos se intensificou e os produtos da nova terra despertaram o apetite dos europeus - cujas mesas ganharam o colorido do milho, do cacau, do feijão, do tomate e da batata. Essa última, inclusive, foi importantíssima na Inglaterra durante a Revolução Industrial, no século 18: o trigo estava em falta e o tubérculo substituiu o pão, fornecendo a energia necessária para que homens e mulheres trabalhassem nas primeiras fábricas. Enquanto isso, na França, uma grande seca causou fome generalizada e acirrou os ânimos. Tal circunstância criou o clima propício à propagação dos ideais que alimentariam a Revolução Francesa. Conclusão: a comida provoca mudanças radicais.

Herança doce
O escambo de sabores, porém, não influenciou só o lado de lá do Atlântico. A banana e o coco, hoje expoentes nacionais e representantes máximas dos nossos frutos, já foram itens estrangeiros no país descoberto por Pedro Álvares Cabral (1467-1520) em 1500. A dupla foi importada da Ásia e se sentiu tão em casa que tomou conta do litoral brasileiro.
Outra planta que modificou a paisagem sul-americana foi a cana-de-açúcar, estrela da exportação colonial nos séculos 16 e 17. Seus gomos adocicados se tornaram os responsáveis pelo desenvolvimento de quitutes típicos como o pé de moleque, a paçoca, os bolos e as compotas de frutas.
A inspiração para tanta doçura entre nós veio dos conventos lusos. "As freiras portuguesas usavam a clara dos ovos para engomar a roupa. Com a sobra das gemas, elas preparavam os doces, como os ovos moles, o pastel de nata e a ambrosia", explica Sandro Dias. Pródigos no uso do açúcar, nossos irmãos da terrinha não economizavam também no sal. E deles herdamos o perigoso hábito de exagerar nas pitadas.
Já entre os compatriotas indígenas, a base da dieta era a mandioca e o milho. "Mas eles também se alimentavam com as carnes de caça e pescados", diz Henrique Carneiro, professor de história moderna da Universidade de São Paulo. Outra invenção dos índios que viviam por aqui - acredite! - foi o churrasco. "As tribos brasileiras eram as únicas a colocar a carne exposta ao fogo enfiada num espeto", completa Carneiro. A diferença, em muitos casos, estava, por assim dizer, no tipo de... corte: o canibalismo era uma prática bem usual entre os tupinambás, que ocupavam grande parte da faixa litorânea do sudeste.

O toque final na culinária verde-amarela veio dos escravos africanos. Eles acrescentaram ao eclético cardápio os pratos apimentados, óleos e legumes como o quiabo. Sem contar o costume de cultivar o café, o que facilitou o hábito - este de origem árabe - de encerrar as refeições com uma xícara fumegante. "Mas os brasileiros influenciaram os africanos também", ensina Carneiro. Foi assim que mandioca, milho, batata e amendoim passaram a compor as receitas por lá.
Nesse processo de transculturação alimentar, acabou surgindo, talvez, o mais brasileiro dos pratos: o feijão com arroz. Única no mundo - só há um preparado parecido em Cuba, chamado de moros y cristianos -, essa mistura foi possível depois que o arroz, originário da China, foi introduzido aqui pelos portugueses. O feijão já era consumido pelos índios. Desse casamento, nasceu uma refeição perfeita, capaz de assegurar boas doses de nutrientes. Só para citar um dos benefícios da dupla, o grão branco é rico em metionina, enquanto a semente marrom é lotada de lisina. Juntas - e só juntas -, essas duas proteínas são muito eficientes na reparação de tecidos do organismo inteiro.

O problema é que boa parte da população está dando as costas a esse par saudável e abrindo a despensa para produtos industrializados (veja mais nos gráficos ao lado). Esse é o resultado de um processo que começou lá atrás, nas últimas décadas do século 19. "O surgimento das grandes indústrias é o marco principal na tragédia da saúde humana", opina Dennys Esper Cintra, da Unicamp. As mudanças nas grandes cidades exigiram alterações no ritmo de vida dos indivíduos, que ficou cada vez mais acelerado. Para acompanhar a rapidez, foram criados os enlatados e as redes de lanchonete fast-food.
A chegada das mulheres ao mercado de trabalho, diga-se, acelerou a derrocada nutricional. "Houve um aumento do que chamamos de densidade da alimentação. Volumes menores e mais calorias, sempre constituídas de gorduras e açúcares", acrescenta o pediatra Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo. Como nossos genes continuam programados para acumular energia, a obesidade se tornou um problema preocupante em boa parte do globo. No Brasil, não é diferente. Atualmente, 49% da nossa população está acima do peso e 16% já é considerada obesa, revelam os dados mais recentes do Ministério da Saúde. "Além da alimentação, ficamos mais sedentários com a invenção de elevadores, escadas rolantes e controles remotos", lembra Fisberg.

Parece que foi ontem
Os rituais da refeição, o sentar-se à mesa e as conversas familiares foram impactados em cheio. "A comida perdeu sua qualidade. As pessoas deixaram de preparar o almoço ou jantar e delegaram essa função à indústria alimentícia", lamenta a nutricionista Marle Alvarenga, coordenadora do Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares (Genta), na capital paulista. Com isso, passamos a necessitar de novas formas de orientação, como os rótulos e as tabelas de composição nutricional. "Esse conjunto de informações é uma tentativa de colocar regras em um sistema que perdeu suas normas e seus valores antigos", explica a pesquisadora.
Considerando a longuíssima linha do tempo da história da humanidade, essas transformações parecem ter acontecido ontem. Afinal, só em meados da década de 1950 uma dieta desequilibrada passou a ser fator primordial para o desenvolvimento de doenças. Ou seja, em quase 2 milhões de anos, apenas nos últimos 65 o homem percebeu a relação entre alimentação e saúde. Não é de estranhar que a situação atual não seja das melhores.
Se o atual panorama alimentar não é animador, o que então esperar do futuro? Para começo de conversa, não devemos empurrar para nossos filhos e netos a tarefa de resolver essa questão. Adotar outras atitudes desde já pode garantir anos vindouros mais sadios. Basta refletir, por exemplo, sobre o resultado de uma investigação feita na Universidade de Duke, nos Estados Unidos, sobre a influência do que se come durante a gravidez na constituição genética da criança. No estudo, algumas cobaias com predisposição a doenças como câncer e diabete foram alimentadas de duas maneiras diferentes no decorrer da gestação: um grupo ficou com uma dieta normal, enquanto o outro recebia nutrientes favoráveis à saúde, como vitamina B12 e ácido fólico. Na segunda turma, os ratos bebês nasceram mais magros e sem os mesmos defeitos genéticos da mãe. Pesquisas complementares feitas nos Estados Unidos e na Polônia concluíram que essa relação é válida também para seres humanos.


Próximas garfadas
A fome de saber o que nos espera nessa área abre caminho para especulações. Elas se dividem em duas correntes: a da volta ao passado e a do mergulho na tecnologia. Entre os ativistas por uma opção mais natural, está o jornalista americano Michael Pollan, professor da Universidade de Berkeley e autor de livros sobre o tema. É dele uma frase que pode servir de ponto de partida para quem aposta nessa tendência: "Não coma nada que sua avó não reconheça como comida".
O princípio está também na base do slow food, movimento criado na Itália em 1986. "A ideia dos fundadores é trazer de volta aos pratos ingredientes saudáveis que estão sendo abandonados. Eles esperam preservar a cultura e o gosto de cada local em detrimento da comida industrializada, do fast-food", explica Sandro Dias, do Senac. O desafio é que as relações humanas ficam cada vez mais rápidas. "Por isso, o consumidor vai continuar procurando mais praticidade. O alimento, então, deverá unir essa qualidade, saúde e sabor", indica o chef francês Alain Poletto, consultor do Grupo Pão de Açúcar, na capital paulista. A indústria da alimentos precisará estar preparada para agradar aos gostos mais variados. Segundo Eliana Paula Ribeiro, professora de engenharia de alimentos do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, a personalização será um valioso diferencial: "As empresas terão que criar produtos adequados a necessidades específicas de acordo com sexo, idade e eventuais restrições alimentares".
Pelo menos uma certeza domina qualquer discussão sobre o futuro do rango: a de que muitos pratos passarão por laboratórios antes de chegar às mesas. "Por meio da transgenia e do DNA recombinante, vamos chegar a uma geração de alimentos modificados que terão a mesma composição nutricional, mas um aporte energético maior", vislumbra Durval Ribas Filho. Enquanto esperamos que venham boas surpresas à mesa, a dica é aproveitar desde já as reuniões em torno dela. Porque a comida sempre estará no rol das principais fontes de prazer e saber da humanidade.

Está na pele

Por que os povos esquimós, apesar de viverem em locais com pouco sol, às vezes têm a tez escura? A explicação, segundo teorias, está naquilo que eles ingerem. Diferentemente do resto da humanidade, que precisa dos raios solares para obter boas doses de vitamina D, os esquimós retiram o nutriente de sua dieta, constituída basicamente de vísceras de peixes de águas profundas, ricos nessa substância.

Feijão de rico

É muito comum aprendermos na escola que a feijoada foi criada nas senzalas, com restos de carne de porco desprezados pelos senhores de engenho e aproveitados pelos escravos. Pura balela, garantem achados mais recentes. "A feijoada necessita de uma técnica de cocção lenta que remete aos preparados tipicamente europeus, caso das favas e dos cozidos", opina Henrique Carneiro. E, já naquela época, os brasileiríssimos paio, carne-seca e costela eram considerados ingredientes nobres.

Você comeria?

Com o crescimento da população mundial, a carne bovina, principal fonte de proteína em muitas dietas, se tornará artigo de luxo. Uma alternativa viável - e provável, acredite - é a introdução de insetos no menu. "A escassez de alimentos convencerá as pessoas a aderir aos poucos", palpita o zootecnista Gilberto Schickler, sócio da Nutrinsecta, empresa brasileira que já vende esse tipo de guloseima para consumo animal e em breve deve começar a investir em receitas com grilos e baratas para seres humanos.

 

 

1. Pré-churrasco (1,9 milhão de anos atrás): cozinhar a carne ajudou o homem a aproveitar muito mais os nutrientes e, assim, aprimorar o corpo e o cérebro. 2. O pão de cada dia (12 mil anos atrás): o pão era o principal item da dieta de muitos povos durante séculos. 3. Laticínios (10 mil anos atrás): a domesticação de animais facilitou o trabalho na lavoura e fez do leite a maior fonte de cálcio. 4. Líquido dos deuses (8 mil anos atrás): a água das primeiras cidades era insalubre, e a cevada foi a solução para matar a fome e a sede. 5. O azeite de oliva (3 mil anos atrás): óleo típico da região mediterrânea, ele tinha várias utilidades - estéticas, gastronômicas e religiosas. 6. Caldo grosso (1,5 mil anos atrás): O caldeirão ficava no fogo por semanas e a receita era incrementada a toda hora com mais vegetais.

Top 6: os itens deste prato ancestral foram vitais para o homem evoluir

1. Pré-churrasco (1,9 milhão de anos atrás): cozinhar a carne ajudou o homem a aproveitar muito mais os nutrientes e, assim, aprimorar o corpo e o cérebro. 2. O pão de cada dia (12 mil anos atrás): o pão era o principal item da dieta de muitos povos durante séculos. 3. Laticínios (10 mil anos atrás): a domesticação de animais facilitou o trabalho na lavoura e fez do leite a maior fonte de cálcio. 4. Líquido dos deuses (8 mil anos atrás): a água das primeiras cidades era insalubre, e a cevada foi a solução para matar a fome e a sede. 5. O azeite de oliva (3 mil anos atrás): óleo típico da região mediterrânea, ele tinha várias utilidades - estéticas, gastronômicas e religiosas. 6. Caldo grosso (1,5 mil anos atrás): O caldeirão ficava no fogo por semanas e a receita era incrementada a toda hora com mais vegetais.

 

1. 100% nacional (século 14): a mandioca dominava as receitas dos nativos. Com ela, se faziam farinhas, doces e bebidas. 2. Tudo pelo sabor (século 15): os navegadores se lançaram aos sete mares em busca das famosas especiarias. No meio do caminho, descobriram a América e novos produtos. 3. Tempero picante (século 16):  a pimenta foi o grande legado gastronômico deixado pelos escravos. 4. Paladar adocicado (século 17): a forte influência dos engenhos de açúcar ajudou na criação de muitas receitas de doces e quitutes bem característicos do Brasil. 5. Se não tem pão... (século 18): a batata se tornou prato comum em muitos países europeus, como a Inglaterra, onde virou o sustento daqueles que labutaram na Revolução Industrial.

Navegar é preciso: as viagens marítimas buscavam novas sensações à mesa

1. 100% nacional (século 14): a mandioca dominava as receitas dos nativos. Com ela, se faziam farinhas, doces e bebidas. 2. Tudo pelo sabor (século 15): os navegadores se lançaram aos sete mares em busca das famosas especiarias. No meio do caminho, descobriram a América e novos produtos. 3. Tempero picante (século 16): a pimenta foi o grande legado gastronômico deixado pelos escravos. 4. Paladar adocicado (século 17): a forte influência dos engenhos de açúcar ajudou na criação de muitas receitas de doces e quitutes bem característicos do Brasil. 5. Se não tem pão... (século 18): a batata se tornou prato comum em muitos países europeus, como a Inglaterra, onde virou o sustento daqueles que labutaram na Revolução Industrial.

 

1. Tudo pronto (1849): são vendidas as primeiras sardinhas em lata. No século 20, com as mulheres no mercado de trabalho, o produto ganha força. 2. A bebida do século (1871): é patenteado o primeiro refrigerante. O refresco gaseificado, hoje onipresente, já vinha cheio de açúcar. 3. Fast-food (1904): nos Estados Unidos, o hambúrguer dá início a uma nova era. A primeira lanchonete do gênero é de 1921. 4. Pau para toda obra (1920): da Ásia, vem a soja, com alto teor de óleo e proteínas. É a oleaginosa mais cultivada no mundo e entra na receita de vários produtos industrializados. 5. Frango empanado (1950): os nuggets foram desenvolvidos pelo cientista americano Robert C. Baker. A partir dali, os alimentos ganharam caras novas.

Rapidez é a chave: a cozinha vira indústria. Praticidade é o seu lema

1. Tudo pronto (1849): são vendidas as primeiras sardinhas em lata. No século 20, com as mulheres no mercado de trabalho, o produto ganha força. 2. A bebida do século (1871): é patenteado o primeiro refrigerante. O refresco gaseificado, hoje onipresente, já vinha cheio de açúcar. 3. Fast-food (1904): nos Estados Unidos, o hambúrguer dá início a uma nova era. A primeira lanchonete do gênero é de 1921. 4. Pau para toda obra (1920): da Ásia, vem a soja, com alto teor de óleo e proteínas. É a oleaginosa mais cultivada no mundo e entra na receita de vários produtos industrializados. 5. Frango empanado (1950): os nuggets foram desenvolvidos pelo cientista americano Robert C. Baker. A partir dali, os alimentos ganharam caras novas.

 

1. O passado será o futuro: nossa dieta se baseará em valores ancestrais. O amanhã será mais simples, com investimentos em plantações locais, no pequeno produtor e na troca entre as comunidades. As refeições ficarão mais saudáveis e reinarão os ingredientes livres de agrotóxico ou modificações genéticas. Os paladares conhecerão novas nuances, deixando de ser reféns do muito salgado, do extremamente doce e da gordura exagerada. 2. Os industrializados já estão presentes em quase todas as refeições. À mesa, são raros os itens que não passaram por algum tipo de processamento. As plantações transgênicas dominarão as lavouras, sem que isso traga prejuízos para a saúde - a despeito de hoje ainda não haver pesquisas comprovando sua total segurança e os riscos à agricultura e ao meio ambiente.

O que nos espera: duas tendências tentam predizer o futuro dos alimentos

1. O passado será o futuro: nossa dieta se baseará em valores ancestrais. O amanhã será mais simples, com investimentos em plantações locais, no pequeno produtor e na troca entre as comunidades. As refeições ficarão mais saudáveis e reinarão os ingredientes livres de agrotóxico ou modificações genéticas. Os paladares conhecerão novas nuances, deixando de ser reféns do muito salgado, do extremamente doce e da gordura exagerada. 2. Os industrializados já estão presentes em quase todas as refeições. À mesa, são raros os itens que não passaram por algum tipo de processamento. As plantações transgênicas dominarão as lavouras, sem que isso traga prejuízos para a saúde - a despeito de hoje ainda não haver pesquisas comprovando sua total segurança e os riscos à agricultura e ao meio ambiente.

 

Dados da pesquisa de orçamentos familiares, a POF 2008-2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No prato dos brasileiros

Dados da pesquisa de orçamentos familiares, a POF 2008-2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Combinação Ideal

O jeito de o brasileiro comer está mudando.

Mudanças à mesa

O jeito de o brasileiro comer está mudando.

 

O problema se concentra nos países ricos. A situação é mais alarmante nos Estados Unidos, no Canadá, na Austrália e na Inglaterra, e deve ser acompanhada de perto na América Latina e na Europa.

O problema se concentra nos países ricos. A situação é mais alarmante nos Estados Unidos, no Canadá, na Austrália e na Inglaterra, e deve ser acompanhada de perto na América Latina e na Europa.

 

 

 

fotos Dercílio | ilustração Thiago Almeida | produção Ina Ramos / Utiplast / Antiquário Ponto Náutico / Nelise Ometo | fontes Vitamina D: Sergio Schalka, especialista em fotoproteção e vitamina D da Sociedade Brasileira de Dermatologia; Dados da pesquisa de orçamentos familiares (POF) 2008-2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

por André Biernath | design Laura Salaberry e Letícia Raposo

http://saude.abril.com.br/

terça-feira, 7 de maio de 2013

Gengibre emagrece, extermina celulite e previne contra gripes

 

Usá-lo diariamente no preparo de bebidas pode garantir menos gordurinhas e furinhos e te afastar dos resfriados

por Ana Flora Toledo

Gengibre emagrece, extermina celulite e previne contra gripes title=

Sabe aquele gengibre que as avós mandavam comer para melhorar da gripe? Pois bem, além de afastar do resfriado – sim, elas tinham razão! –, ele também pode emagrecer e deixar a pele linda e lisa, longe das temidas celulites.

Não é mentira, não! Segundo a nutricionista Flávia Cyfer, esses benefícios todos estão mesmo associados ao consumo de gengibre. Mas ela alerta para o jeito certo de ingeri-lo. “Nunca se deve esquentá-lo. Assim que estiver exposto ao calor, já era toda a ação benéfica dele. Tem que ser consumido fresco, cru”, ensina, ao indicar que uma boa opção é ralar um pedaço dele e colocar na salada, ou mesmo na salada de frutas. Também é uma alternativa batê-lo com sucos.

Contudo, também é preciso cautela. “Tudo tem que ter equilíbrio, quem come demais o alimento sente fortes incômodos no estomago. O indicado são dois pedaços de cerca de 3 cm diariamente, o que dá por volta de 2 colheres de chá do gengibre ralado”. Outra dica: coloque essa quantidade da raiz ralada em uma jarra de água e beba durante o dia inteiro.

Gengibre emagrece!

A nutricionista lista os principais motivos:

Créditos: Shutterstock

Dica é adicionar duas colheres de gengibre ralado em uma garrafa d’água para beber durante o dia (Shutterstock)

  • Queima toxinas – ele estimula as enzimas do fígado a trabalhar e eliminar toxina. Quando isso acontece, o sinal da saciedade vem muito mais rápido, deixando a pessoa mais satisfeita e evitando comer demais.
  • Tem ação termogênica - Quanto menos toxina, a célula trabalha melhor, deixando o metabolismo acelerado e apressando a queima de calorias. Isso faz com que a pessoa perca essas medidas mais facilmente ao longo do dia.

Combate a celulite

É o grande truque para quem odeia as marquinhas pelo corpo. “Ele tem ação anti-inflamatória que ajuda muito a manter a pele lisa e sem celulite. Sempre recomento um suco bacana para ajudar a fugir delas”, conta Flávia. A receita: para uma medida de água, adicionar folhas de uma couve, capim limão fresco a gosto, um punhado de Goji Berry, uma colher de semente de Chia, e um pedaço de menos de 3 cm de gengibre.

Gengibre contra a gripe

“Ele é um dos melhores anti-inflamatórios naturais que existem. Tem forte ação na imunidade e permite abreviar várias doenças de caráter inflamatório, além de evitar doenças cardiovasculares, diabetes e outras”. Ou seja, é um grande aliado da saúde!

Outros benefícios

  • Diminui gases - A sugestão da nutricionista é para que, quando abusar de comidas que estimulam a formação de gases (como o feijão), colocar gengibre na salada.
  • Diminui o enjoo - Isso significa que pode ser aliado das grávidas no início da gestação, além de ajudar quem anda de navio, que pode sentir o incômodo do balanço do mar.


FONTE: http://www.bolsademulher.com/

domingo, 5 de maio de 2013

Cinco dicas para preparar frituras de maneira mais saudável

 

Alguns cuidados podem afastar riscos de desenvolver colesterol ruim

Cinco dicas para preparar frituras de maneira mais saudável title=

Batata frita, pastel, coxinha, bolinha de queijo, quibe. Hmmm.. É difícil resistir e negar um desses quitutes tão deliciosos. E só são tão gostosos assim por um motivo: o óleo quente em que são mergulhados cria uma casquinha crocante superapetitosa. Contudo, há o lado ruim. Eles podem ser muito gordurosos e elevar as taxas de colesterol ruim do organismo, além de causar um grande aumento de peso.

Para evitar os quilinhos extras, problemas de saúde e doenças cardiovasculares provocadas pelagordura em excesso, é preciso ter moderação na hora de degustar, mas, acima de tudo, cuidado na hora de preparar.  Isso porque algumas medidas simples podem garantir que você não abra mão dafritura e nem mesmo de ter uma refeição mais saudável.

Confira cinco dicas da nutricionista Brunna Reis para preparar frituras de forma menos prejudicial à saúde.

Evite os industrializados – Os salgados que já vêm prontos para fritar costumam conter a tão temida gordura trans, que aumenta os níveis de colesterol ruim e diminui os de colesterol bom. Ela é a responsável por garantir cor, textura, aparência e aroma, além de aumentar a conservação desses alimentos. Portanto, dê preferência às receitas caseiras.

Escolha o óleo certo – Óleos vegetais são os ideais para fritar a comida. Dê preferência aos de soja, canola, milho e girassol. “Eles contém Vitamina E e a gordura presente nesses óleos é insaturada (boa)”, avalia a especialista. Apesar de o azeite ser saudável, não use-o para fritar. Segundo Brunna, o azeite exposto às altas temperaturas se transforma em gordura saturada (ruim).

Cuidado com a temperatura – Nunca esquente muito e nem por muito tempo a panela com óleo. “Quando você deixa a temperatura acima de um determinado grau, o óleo acaba formando uma substância chamada acroleína, que é altamente cancerígena”, alerta a nutricionista. Mantenha sempre o fogo baixo e evite deixar a comida por muito tempo mergulhada na gordura.

Nunca reutilize – É comum guardar o óleo já utilizado para reaproveitá-lo depois, mas essa atitude não é nada certa e nem faz bem ao corpo. “Depois de ser usado, o óleo já causou muita saturação e deixa de existir substâncias boas nele, além de acontecer a formação de acroleína”, explica Brunna Reis. O ideal é, depois de esfriar, filtrá-lo e colocá-lo em um recipiente para encaminhar à reciclagem.

Repouse sobre o papel toalha – O papel toalha pode absorver a gordura excedente. Mas ele não a retira por completo, então só isso não garante uma fritura mais sequinha, é preciso respeitar todas as dicas anteriores para se deliciar com as frituras moderadamente (a indicação é apenas uma vez por semana) sem tantos danos à saúde.

 

Fonte: por Ana Flora Toledo

http://www.bolsademulher.com/

sábado, 4 de maio de 2013

10 alimentos que ajudam a emagrecer

 

Dieta saudável auxilia na perda de peso e manutenção da saúde

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Uma dieta saudável contém todos os nutrientes que o corpo precisa para funcionar e, de quebra, traz alguns alimentos que ajudam a emagrecer. Eles enganam a fome, aumentam o metabolismo e auxiliam na queima de gordura. Confira a lista dos 10 maiores aliados do seu regime e da sua saúde.

1) Aveia
O grão é o primeiro da lista dos alimentos para emagrecer. Assim além de controlar a fome, a aveia ajuda o seu corpo a mandar embora o que não faz bem. É rico em fibras solúveis, que ficam mais tempo no estômago e se transformam em gel, atraindo as moléculas de açúcar e gordura, que são eliminadas pelas fezes.

2) Salmão
As proteínas magras aumentam a sensação de saciedade, mas apenas 50% das mulheres comem este nutriente regularmente. O salmão, além de não possuir as gorduras saturadas presentes na carne vermelha, é rico em ômega 3, substância que promete melhorar a memória, concentração e diminuir os níveis de estresse.

3) Arroz integral
Substituir o arroz branco pelo integral é uma troca pra lá de inteligente. Meia xícara do grão integral contém 1,7 g de amido resistente, um carboidrato saudável, que ajuda o metabolismo a queimar gorduras e fornece bastante energia.

4) Feijão
O feijão tem alta concentração de fibra solúvel, que prolonga a sensação de saciedade. Que tal combiná-lo com o arroz integral ao invés do branco? Uma concha por dia é o suficiente.

5) Quinua
Esse grão é rico em proteínas e fibras, tem baixo índice glicêmico e não contém glúten.  Oferece saciedade prolongada e fornecem energia, pois seus carboidratos são metabolizados lentamente.

6) Pera
A fruta pode fornecer até 15% da quantidade diária recomendada de fibras e a maior parte delas está na casca. Um estudo revelou que mulheres que comeram três peras por dia, consumiam menos calorias e perdiam mais peso.

7) Chá-verde
Os antioxidantes contidos na bebida desintoxicam e desincham o corpo e ajudar a queimar gordura. O chá também acelera o metabolismo e melhora a digestão, mas para sentir todos esses efeitos não vale tomar só dois golinhos: pode incluir cinco xícaras na dieta diariamente.

8) Banana
Este superalimento além de ajudar a emagrecer faz bem ao coração. Uma banana média um pouco mais verde acelera o metabolismo devido aos 12,5 g de amido. Quando madura, ela ainda apresenta 5 g do nutriente.

9) Iogurte natural
As “bactérias do bem” presentes no iogurte melhoram a flora intestinal e a absorção de nutrientes. Assim, você sente menos fome, a barriguinha desincha e o metabolismo fica mais acelerado.

10) Chocolate amargo
Alegrem-se, meninas! Uma pesquisa realizada na Dinamarca descobriu que as pessoas que comeram um pedaço do doce amargo pela manhã consumiram 15% menos calorias ao longo do dia. Além disso, este chocolate é rico em gorduras monoinsaturadas, saudáveis para queimar gorduras.

 

 

Fonte: http://www.bolsademulher.com

Dicas para evitar os ataques noturnos à geladeira

 

Fome Noturna

Muitas pessoas que desejam emagrecer queixam-se da dificuldade de controlar a alimentação no período noturno.

Durante o dia, o trabalho e os compromissos fazem com que a atenção se volte para outros interesses.

Mas quando a noite se aproxima, a imagem dos alimentos vêm à mente e torna-se quase impossível evitá-los.

Para alguns, a situação é ainda mais difícil, pois além de se alimentarem antes de dormir, levantam-se de madrugada para comer ainda mais.

Com exceção deste último caso, que exige tratamento específico, os prejuízos da alimentação noturna podem ser reduzidos com algumas dicas simples:

  • Nunca pule uma refeição:ao deixar de fazer alguma refeição, muitos acreditam estarem contribuindo para o emagrecimento. Mas esta crença é falsa e as conseqüências deste ato serão sentidas durante a noite. A falta de nutrientes faz com que o organismo clame por alimentos e a sensação de fometorna o indivíduo menos capaz de selecionar o que vai comer e de regular a quantidade de ingestão calórica.
  • Mantenha em casa alimentos leves:mesmo que não se pule nenhuma refeição durante o dia, algumas pessoas sentem mais fome durante a noite e esta sensação pode ser conseqüência de seu metabolismo. Sugere-se que não se estoque em casa substâncias calóricas, pois ao sentir vontade de comer você não terá acesso a este tipo de alimento e seu emagrecimento não será tão prejudicado.
  • Faça alguma atividade física no final da tarde:para alguns, a vontade de comer durante a noite é conseqüência da ansiedade e do estresse acumulados ao longo do dia. A realização de exercícios físicos no final da tarde é uma excelente maneira de controlar o estresse e oferece ao indivíduo uma sensação de bem-estar que o acompanhará até a hora de dormir.

     

    Estas regras se aplicam a maioria daqueles que sentem vontade de comer à noite. Entretanto, há situações mais sérias que não podem ser resolvidas apenas com estas dicas.

    A Compulsão Alimentar Noturna é um distúrbio pouco divulgado, que gera uma necessidade de comer durante a madrugada, e caso o indivíduo não o faça, torna-se incapaz de dormir. Sempre que estes sintomas forem percebidos, um psiquiatra deve ser consultado para que o distúrbio seja diagnosticado e tratado.

    Controlar a alimentação noturna é um passo importante para que seu emagrecimento seja bem sucedido

    .

    Por: Flávia Leão Fernandes
    CRP 06/68043 Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.

    http://maisequilibrio.terra.com.br/

  • sexta-feira, 3 de maio de 2013

    Dieta, O que importa mesmo é reduzir calorias, diz estudo

     

    Quem está disposto a emagrecer enfrenta uma dificuldade antes mesmo de mudar de hábitos alimentares – como escolher a melhor dieta? Há inúmeras opções entre regimes supostamente milagrosos que aparecem e somem a cada estação. A resposta para essa questão está numa pesquisa coordenada por especialistas da Faculdade de Saúde Pública da Universidade Harvard, recém-publicada no The New England Journal of Medicine. O estudo conclui que não vale a pena quebrar a cabeça para escolher quais os alimentos que devem ser colocados no prato e de quais se deve manter distância – o fator determinante para a perda de peso é a redução de calorias. Os pesquisadores acompanharam, ao longo de dois anos, 811 homens e mulheres obesos ou com peso acima do desejável com idade entre 30 e 70 anos. Os participantes foram divididos em quatro grupos – cada um deles seguiu um tipo de dieta com diferentes porcentuais de gorduras, proteínas e carboidratos. Todas as dietas, obviamente, prescreviam uma quantidade de calorias inferior ao consumo diário dos participantes. Apesar dos perfis diferentes entre as dietas, ao final do estudo, a perda de peso foi de 4 quilos, em média, para os participantes de todos os grupos (veja o quadro). "O ponteiro da balança recompensa quem consome menos calorias, a despeito do tipo de dieta que siga", diz o endocrinologista Walmir Coutinho, vice-presidente da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade.

    O estudo americano é o maior já feito comparando-se dietas alimentares. Outro dado interessante que figura em suas conclusões é que o sucesso das dietas é diretamente proporcional aos estímulos externos que se recebem. Os participantes da pesquisa que frequentaram mais assiduamente as reuniões com os outros voluntários e com os médicos obtiveram melhores resultados. O debate em torno das dietas não é recente. Há pelo menos quatro décadas, médicos e gordinhos tentam encontrar o cardápio mais eficaz na luta contra os quilos em excesso. Não é para menos. Basta atentar para o fato de que metade das mulheres e um quarto dos homens brasileiros estão, neste momento, sob algum tipo de restrição alimentar visando à perda de peso.

     

    Fonte: http://veja.abril.com.br/

    quinta-feira, 2 de maio de 2013

    5 mitos sobre emagrecimento

    emagrecimento

    Muitas coisas ditas sobre dietas não passam de mito. Fuja de cinco deles, listados pela nutricionista Cynthia Sass, no siteHealth:

    Alimentos diet resolvem o problema
    Segundo a profissional, ingerir alimentos naturais e integrais é muito melhor do que os processados com ingredientes artificiais, que normalmente causam estufamento, mas deixam a pessoa ainda insatisfeita. Para aqueles relutantes em deixar de lado itens diet por medo de ganho de peso, a nutricionista garante que seus clientes comem mais calorias e perdem peso trocando os processados pelos frescos. Isso se deve a vários fatores, como a forma com que aroma, textura e antioxidantes afetam a saciedade e como alimentos integrais impactam o metabolismo quando comparados com os processados. A noção de que perda de peso é simplesmente cortar calorias está desatualizada. Qualidade é o segredo.

    Alimentos saudáveis não têm gosto bom
    Alimentos saudáveis podem, sim, dar água na boca e serem saborosos. O truque está no preparo. Por exemplo, vegetais assados são mais gostosos e cozinhar arroz integral com água de infusão de erva transforma o seu sabor.  Aposte em temperos naturais, como ervas, especiarias, suco de frutas cítricas, raspas de frutas, pimenta, chá. Cada um deles acrescenta antioxidantes à refeição, além de sabor (sem adição de sal ou açúcar).

    Nutricionistas são policiais de alimentos
    “Já vi pessoas que conheço no supermercado que, ao me ver, sutilmente mudaram itens do carrinho ou imploraram ‘por favor, não me julgue’”, contou Cynthia. Os nutricionistas não são policiais de alimentos, mas treinadores. O trabalho deles é capacitar as pessoas a fazer escolhas mais saudáveis e oferecer dicas e ferramentas que tornam isso fácil. A ideia não é repreender ou envergonhar o paciente. 

    Perder peso é uma questão de força de vontade
    Emagrecer não é uma questão apenas de querer. Muitas vezes, as vontades ficam pelo caminho, devido a emoções, limitações de tempo, pressões sociais, hábitos arraigados desde a infância. Aprender a passar por esses obstáculos, em vez de apenas focar no que comer, é o que muitas vezes estabelece as bases para uma mudança real e duradoura. Em outras palavras, perder peso e mantê-lo exige desenvolver habilidades.

    Perder peso mudará a vida magicamente
    Perder peso de maneira saudável pode transformar o seu bem-estar, humor e confiança. Mas se você não estiver satisfeito com os principais aspectos de sua vida, como relacionamentos e trabalho, atingir sua meta de peso não vai milagrosamente resolver essas questões. 

     

    Fonte: http://saude.terra.com.br

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